Como já falei antes no blog, o computador aqui do trabalho não ajuda. Mais lento que bicho-preguiça quando toma calmante, agora inventa de dar erro quando tento abrir o Word! Porra, o WORD! Chamei o técnico do outro setor pra resolver o problema, mas o miserável ainda não apareceu. Devia era pedir logo pra incinerar com lança-chamas esta bagaça.
Tela azul maldita
Enquanto isso, me deparo com a merda: como vou editar os textos do trabalho?
Mentalize uns 10 anos atrás e imagine a situação: a professora Cacilda da 6ª série primário do colégio José Sardinhas pede aos seus alunos um trabalho sobre história do Brasil. A galera, no alto de seus aproximados 11 anos, ficava louca. Ter que ler o livro pra escrever sobre a história das terras tupiniquins era a última coisa que um curumim urbano com TV Cruj no televisor poderia querer.
Mas se a tia pediu não havia pra onde fugir. A saída era meter a cara nos livros, preparar a mão pra escrever com letra bonita e tentar fazer rápido, sonhando em dar tempo de assistir os Super Patos.
Demorava um pouco, mas nem era tão chato assim, e prestando atenção ainda dava pra absorver algo.
Porém, eis que nessa mesma época os computadores pessoais e a internet começam a ser algo cada vez mais freqüente entre as famílias desses mesmos estudantes. Na na época eu tivessa a mesma cabeça que tenho hoje, pensaria “Isso vai dar MERDA”.