Data: 20 nov 2008
Escrito por Jovas
Favor, cliquem aqui e vejam o que encontrei.
Notam algo familiar?
Eis que alguém sem a mínima vergonha na cara, copiou alguns dos meus textos e colou descaradamente num blog. E, como falei no Twitter, a melhor parte: adaptou partes dos textos.
A copiona (aparentemente é uma mulher), querendo demonstrar falsamente autoria dos textos, ainda trocou certas sentenças dos posts que surrupiou e as reescreveu — trocando o gênero e digitando horrendamente pequenas expressões que eu não escreveria tão mal nem se tivesse recebido uma injeção de chá de cogumelo diretamente no cérebro.
Enquanto o próximo post não sai — mas tá quase pronto, calma cambada — convido a quem estiver disposto a deixar comentários na tal url, caprichando em mensagens que vão de lamentação alheia até às que beiram maldições diabólicas.
[UPDATE]
Depois de receber um bom número de comentários de vocês, a moça felizmente apagou os posts. Valeu, pessoal.
E pra quem não viu, sempre temos o cache do Google.

Data: 12 nov 2008
Escrito por Jovas
Voltei, minha gente. Depois de tirar umas férias forçadas — correria entre faculdade/trabalho/limpar cocô do Luke — estamos de volta com a programação normal.
Agora, antes de me xingarem, me respondam uma coisa: quem não gostaria de ter super poderes? Uma visão raio X, pra poder tirar a dúvida se aquele relevo arredondado no sutiã da sua amiga gostosa é um piercing no mamilo ou uma verruga parasita; ou quem sabe conseguir usar a Força como um Jedi para quando um ladrão vier lhe roubar a carteira na rua, cê poder falar “Você não vai roubar a carteira. Você é vai enfiar esse revólver de espoleta no meio rabo e deixá-lo aí para todo o sempre”.
Parece uma utopia, porém eu acredito que todos os seres do planeta, não só os humanos, tem UM poder embutido em seus seres. É uma técnica similar à do Goku, com a única diferença que o saiyajin anabolizado executa o procedimento quando quer. Já para nós realizarmos o mesmo, temos que fazer uso do combustível preferido dos bêbados frequentadores de buteco, cujo chão tem contornos em giz de corpos de indivíduos que levaram facadas nas costelas por pedirem para beber leite quando chegaram no estabelecimento: o álcool.
Ao consumirmos litros desse líquido que apenas pessoas profissionalizadas na área de ingerir etanol em quantidades que encheriam caminhões pipa, e somente dessa maneira, pessoas como eu e você conseguem manifestar um resquício desse poder — e também sofrer o risco de transformar o próprio fígado em uma massa de carne acinzentada e putrefata.
Falo da técnica do TELETRANSPORTE.

É tipo isso aqui
Pra compensar a falta de postagens nos últimos dias, trago um post gigante (leia paulatinamente) com três histórias de bebedeiras em que ultrapassei as barreiras do espaço/tempo e me movi a longas distâncias ao mesmo tempo que tentava me manter em pé sem cambalear.
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Data: 30 out 2008
Escrito por Jovas
Imagine aquele domingo que você não tem absolutamente nada pra fazer, liga a TV e tá passando Faustão. Ou Gugu, caso ainda exista, não sei. Mas então, a atração do programa é uma banda que já tinha ido lá no domingo anterior e que com certeza irá novamento no próximo final de semana. É uma banda de sucesso que está estourando nas paradas. Detalhe, UM sucesso.
Todo mês surge um novo artista ou banda que emplaca aquela música que deixa todas as mães de 8 filhos a ouvir o rádio e, justamente, a assistir o Domingão. Para nossa sorte, esse mesmo artista ou banda some do mapa na mesma velocidade que um marginal montado numa Caloi roubada leva seu celular enquanto você caminha pelo calçadão da praia e telefona para o disk-sexo.
O fato é que, conversando com um amigo, relembrei de alguns indivíduos que surgiram no cenário musical do país e que por serem tão sutilmente irritantes quanto uma tênia mutante que devora por completo seu intestino delgado, não fazem falta alguma.
Vamos a um TOP 6 de algumas dessas maravilhas musicais nunca esquecidas e que continuam em modo de hibernação na memória dos brasileiros, mas quando voltam à tona realizam uma tortura quase profissional. Antes de continuar… desculpem.
P.O. Box
Histórico: Banda que teve a original idéia de colocar como nome a abreviatura gringa de “Post Office Box” (equivalente ao nosso CEP – Código de Endereçamento Postal), surgiu em maio de 1997, em Goiânia. Entre 2000 e 2001 fizeram sucesso ao visitarem diversos programas de auditório e exibirem a fenomenal música intitulada “Papo de Jacaré”. Após um curto período de tempo, a banda acabou e ninguém percebeu.
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Data: 29 out 2008
Escrito por Jovas
Enquanto passo o tempo com meu cachorro numa brincadeira que carinhosamente chamo de “Não morda minhas notas de 10 reais, seu filhote maligno” e termino um post que sairá em breve, sutilmente alterei o layout do blog. Dêem uma olhada
O tema anterior estava ultimamente sem carregar direito certos recursos e era bugado no Internet Explorer. Não que alguém que use IE mereça ter um acesso perfeito a este blog, mas enfim. Alterei este pra ficar similar ao anterior, porém ainda não consertei uns pequenos bugs. Quem achar algum erro violento na navegação do site, deixa um comentário dizendo, faz favor.
Enquanto não publico algo que preste, por ora vejam o “How to confuse an idiot” e me digam se foram ownados.


Data: 24 out 2008
Escrito por Jovas
Nunca fui muito ligado a animais. Por motivos de diferença de espécies, conviver com um bicho que não tenho absolutamente idéia do tipo de raciocínio que ele possui, é algo que não me agrada muito. Pode acontecer algum infortúnio — enquanto você faz um mimo no pitbull “dócil” que seu amigo diz ter e pensa “Olha como ele é carinhos…”, adeus antebraço pois o pitbull acabou de arrancá-lo, já que o pensamento dele consistia em “Carinhoso é o caralho, não fui com sua cara”.
Mas o fato é que, ganhei um cachorrinho.

Não confiem nessa carinha adorável
Aconteceu que a cachorra que é da minha avó, da raça Jack Russel Terrier (saca aquele cachorro do Máskara, o Milo?), encontrou o Poodle vagabundo da vizinha e eles decidiram fornicar. Não sei exatamente o tempo de gestação canina, mas alguns meses depois nasceram uns filhotinhos. Minha avó não sabia o que fazer com eles, perguntou se minha mãe queria algum, ela aceitou e neste exato momento que escrevo o texto, tenho uma bola de pêlos dormindo entre meus pés.
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