Data: 22 Feb 2008
Escrito por Jovas
Ultimamente tenho sonhado quase toda noite. Basto apagar, já começa. Dia desses quase perco a aula na universidade por causa disso.
Durante um sonho eu perguntava a um amigo de curso se ia ou não ter aula na manhã seguinte. O cara me responde que não ia. Beleza, pensei. Então de repente acordo, sei lá por quê. Como havia parado de babar e roncar, noto que estava dormindo, tendo automaticamente o seguinte pensamento “Bom, se eu acordei, logo sonhava. E Fulano me disse que não ia ter aula… Mas será? Ele é confiável e tal. Agora tô na dúvida. Essa porra vai ter ou não? Pera lá, se foi um sonho, Fulano foi fruto da minha imaginação… Mas ele é CDF, sabe do que tá falando!”. O monólogo mental continua por mais alguns minutos até eu realmente acordar e perceber que meu amigo que havia me dito que não haveria aula, na verdade era fruto do meu subconsciente. Percebida a tentativa de auto-sabotagem, no dia seguinte levantei e fui jogar conversa fora pelo campus estudar.
Outra vez tive um sonho bem instrutivo, tirei conclusões. Se passava no Mercado de Aracaju, numa rua muito estranha. A viela era estreita e mal iluminada, e seu espaço era dividido entre camelôs de um lado e umas putas feias do outro. Pra onde eu tava andando, não tenho idéia. Mas sei que durante a caminhada me lembrei de uma conversa que havia tido outro dia, quando acordado, e que ficara com uma dúvida: Os sonhos eram coloridos ou em preto-e-branco? Não sabia responder. Então do nada, não sei como percebi que tava sonhando e falei pra mim mesmo que ia tirar aquela duvida naquela hora. Só não sabia como. Nesse momento eu estava passando no sonho por uma mulher-da-vida. Loira, feia, gorda, portanto praticamente três barrigas, resumidamente uma coisa horrível. Logo em seguida, num ato reflexo infeliz, olhei as suas axilas. A puta não as tinha raspado. Pêlos claros broxantemente a mostra brotavam dali. E foi dali que esclareci minha dúvida, vi a cor amarela debaixo de um braço, foi bizarro, mas foi a cor amarela. Enfim, sonhos eram coloridos.
Sonhos surreais, os melhores
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Data: 22 Feb 2008
Escrito por Jovas
Vê isso.
“Um homem reencontrou a sua jaqueta que havia ficado no avião 35 anos depois.
Até aí, escrevendo desta forma, tudo poderia parecer apenas mais uma história de ‘achados e perdidos’, mas a jaqueta encontrada estava em uma aeronave que sofreu um acidente aéreo, e a vestimenta pertence justamente a um dos sobreviventes do vôo.”
Você quer me dizer que o avião que o cara tava cai, no Chile, dos 45 passageiros só 16 sobreviveram, ficou 72 dias comendo adiposidade humana, maior frio de congelar pingüim e ele ainda tem coragem de voltar lá e colocar novamente a mesma jaqueta daquele dia?!
Eu não vestiria.

Data: 21 Feb 2008
Escrito por Jovas
Era Verão de 480 a.C
O persa Papitus e o espartano Jhovas se encontram ao meio-dia na primeira rocha das Termópilas. A velha partida de xadrez semanal era o objetivo. Antes do jogo eles almoçam; o persa come seu sanduíche natural e o espartano devora um filhote de rinoceronte de 3 chifres. Cru.
De barriga cheia, depois de alguns minutos eles iniciam a partida, com o espartano fazendo a primeira jogada.


Data: 21 Feb 2008
Escrito por Jovas
Não sei se alguém notou, mas faz uns meses que o programa Fantasia voltou a fazer parte da grade de programação da emissora do Senhor Abravanel. Vi a pouco alguns minutos do programa. Com 2 apresentadores, dentre eles 1 completamente desconhecido e descartável, e Helen Ganzarolli — dona da capa da minha primeira Playboy —, a atração continua com as mesmas brincadeiras, temática e gostosas do passado. A diferença é no horário, agora passa de madrugada, na hora nem barata tá acordada.
Mas acabei lembrando da primeira geração do programa. Aquilo que era programa de qualidade. Até hoje nunca vi nada na TV que superasse tal obra.

Musas da garotada onanística
Reza a lenda que o programa tinha sido feito para alegrar o período vespertino das donas de casa, instigando as nobres senhoras a ganhar dinheiro participando pelo telefone de jogos muito complexos, como o “Palavras-Cruzadas” e “Para a bola”. Porém, todo mundo sabia que o público alvo era na verdade os jovens garotos que nunca viram mulher na vida — na época eu me incluía nessa tribo —, e admito que colocar aquelas 35 garotas, que mesmo fazendo aquele sinal de apontar pra cabeça e pro pulso, como se um relógio ali houvesse, foi uma bela jogada pra conquista da audiência.
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Data: 19 Feb 2008
Escrito por Jovas
Quando fico sem ter o que fazer aqui no trabalho a solução é passar o tempo com a invenção máxima e prova da dominação mundial nerd, a internet. Aqui ela é foda. Foda de ruim, não de boa. Vários sites e aplicativos úteis bloqueados; Orkut, MSN, Youtube, Gtalk, Torrent, Rapidshare, Megaupload, e afins. Acesso restrito a todos. O interessante é que bloquear acesso a sites de mp3, pra estagiário “alegre” não baixar mais músicas da Britney Spears — e só assim não ouvir isso ABSOLUTAMENTE TODO SANTO DIA —, que é bom, nada. É uma beleza.
Desculpe o desabafo. Aqui no setor divido espaço com um estagiário duvidoso e só não rola fight musical entre Britney e Matanza porque perderia. Não tenho mais de 150 músicas dos caras aqui no PC. Se a briga começasse, depois que minhas músicas acabassem de tocar, as do estagiário gazela tocariam ainda por 3 dias seguidos. Sem repetir.

Pesadelo real
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