
“Um homem de 38 anos da Avenida Cole (?), relatou que sua casa foi invadida em 9 de Setembro. O homem disse que estava se masturbando e assistindo um filme pornô quando um cara entrou em seu porão, levando uma arma, e começou a filmá-lo. O homem disse que antes de sair, o intruso alimentou seu cachorro com alguns cogumelos e o cachorro morreu.”
Moral da história: Toda vez que você se masturba, um cachorro morre.
Pense nisso.
Hoje descobri que o nome de uma lanchonete do terminal de ônibus da faculdade, é o mesmo de um puteiro do centro da cidade. Coincidentemente, a frase de slogan da lanchonete também pode ser aplicada ao puteiro:
“Coma aqui!”
O pior é que é verdade.

Como coloquei no Diário no dia 26/02 (tenho que melhorar esse “recurso”, mas sei lá como), os bancos me odeiam. Primeiro, o Bradesco não disponibiliza Cartão Internacional para pessoas com renda abaixo a 1.200 contos. Como falei, sou estagiário, porra! Se eu ganhasse um salário de 1200 mil-réis, eu tava gastando em cerveja, não aqui escrevendo, sem grana e pensando em como vou pagar o que devo aos meus amigos. Recado aos amigos: Deus lhes paguem.
Então fiz o cartão no Banco do Brasil, que depois de 16 dias úteis — foram 20 normais — finalmente me ligaram pra dizer que meu fazedor de dívidas chegou. Detalhe que eles garantiram quem em menos de 10 dias chegava. ¬¬

Você sabia que certos locais já registraram quedas de peixes, sapos e rãs durante chuvas? Segundo cientistas, essas chuvas de animais são provocadas quando tornados ou trombas d’água excepcionalmente fortes sugam peixes de um lago ou mar, atirando-os ao alto em direção à cidade.
Vi na Wikipédia.
Finalmente entendi aquele final de Magnólia. Aquele fim sempre me deixou com o pensamento “Que porra é essa, uma metáfora?”.
Quando o Brasil foi descoberto, sabemos que os portugueses se encontraram com os índios e trocaram umas idéias. Durante esse contato houve também algumas trocas de muambas intercontinentais; nossos tupiniquins ficaram ensandecidos com os gadgets importados da terra dos Manoéis. Queriam até oferecer algumas horas de trabalho por uns simples espelhinhos de camelô. Os portugas acharam essa troca muito satisfatória, e assim há mais de 1500 anos eles então presenciaram o valor da ignorância alheia. Semana passada passei pelo mesmo.
Estava na fábrica jogando The Legend of Zelda: A Link to the Past e logo quando eu tava quase matando a centopéia de 8 vidas, um dos meus chefes me convoca para ajudar na digitação de uns documentos. Pausei o jogo e fui à mesa dele ajudar. “Como faz uma tabela?” - foi a primeira pergunta. Expliquei calmamente que indo no Word era possível fazer uma tabela do jeito que quisesse, bastava seguir o caminho dificílimo de ir na aba “Tabela”. Fiz uma de exemplo, ele me falou como queria que fosse desenhada, não demorei muito e acabei a missão. Tabelinha concluída, em seguida ele me pede pra copiar o que eu havia feito para um fluxograma de um outro documento. Tabela, ctrl+c, ctrl+v, fluxograma, tabela colada, terminei.
Meu chefe, percebendo que eu tinha um pouco mais de habilidade com o PC do que o estagiário-Britney-fan, aproveitou pra pedir preu pesquisar algo sobre imposto de renda. Entrei no site da Receita, ctrl+f e achei rapidamente o assunto que ele queria. Poucos segundos após fazer isso, escuto um:
- Mas você é um expert dos computadores, rapaz! Tá de parabéns! Nem sabia que você sabia mexer tanto assim nesse treco!