Sabe quando você pensa que já viu de tudo em forma de filme tosco, tipo “Piranhas 2” mas de vez em quando se surpreende?
Mas garanto que ainda não assistiu Queen Kong.
Porque King Kong, plágio e CGI não estão com nada.
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Sabe quando você pensa que já viu de tudo em forma de filme tosco, tipo “Piranhas 2” mas de vez em quando se surpreende?
Mas garanto que ainda não assistiu Queen Kong.
Porque King Kong, plágio e CGI não estão com nada.
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O hábito da reciclagem, pelo menos aqui no Brasil, é praticado por poucos — que na minha opinião estão de parabéns pela iniciativa. Mas os que não reciclam, não julgo que seja por simples má vontade, mas o brasileiro foi criado assim, relaxado, misturando todo tipo de lixo num saco apenas e esperando ele evaporar no dia seguinte — quando o caminhão da coleta passar. Eu também sou assim, admito. A única coisa que reciclo é o resto do almoço pra comer na janta. Mas vou mudar esse costume. Descobri algo que me deu inspiração para isso.
Nos anos 60, o Mr. Alfred Heineken, das cervejarias Heineken, ao andar pelas praias do Caribe, notou dois problemas na região: a falta de preços acessíveis para a população comprar material de construção, e finalmente parar de construir cabanas iguais àquela da Lagoa Azul; e o fato de as praias estarem repletas de garrafas vazias de sua cerveja, fruto das festas dadas pelos jovens festeiros daquela época — que pelo tempo hoje são nossos políticos.
Percebendo isso, Mr. Heineken teve uma idéia, acabar de alguma maneira com falta de material de construção barato e o desperdício das garrafas de vidro. Mas como? Reciclando as garrafas como tijolos.

Lego para adultos
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Lá pelos idos de 2001, quando eu era um jovem nerd de 14 anos na sua forma mais clássica — não saia muito de casa, “beijar” era um verbo que desconhecia a ação prática e as HQs estavam presentes como santa leitura mensal — ganhei meu primeiro computador. O PC tinha configurações extremamente potentes para a época (Pentium III, 64 RAM e 10 Gb de HD) e funcionava em conjunto com uma conexão discada-instável, movida a maravilhosos 56kbps. Mas mesmo tendo todo esse aparato com potencial de aumentar cada vez mais meu nível nerdístico, incrivelmente me tornei um ser deveras sociável. Como? Conheci o mIRC.

Não, não é o Pacman
Na época não tinha idéia do que se tratava, mas uns amigos do colégio me recomendaram a baixar e explicaram mais ou menos como funcionava: o mIRC era um programa com a finalidade principal de servir de conversação entre usuários, utilizando o protocolo IRC. Era possível conversar e interagir com milhares de pessoas de diferentes partes do mundo, entrando em servidores específicos. Basicamente era só baixar o programa, escolher um servidor, conectar e entrar em algum canal — que os próprios usuários faziam. Um canal seria como as salas de bate-papo (nessa época também conheci o bate-papo da UOL e suas saudosas salas de conteúdo adulto). O diferencial é que em um canal, seu criador podia configurar um número de usuários para entrar, quem podia acessar, banir algum fanfarrão, e nomear discípulos para fazer essas mesmas funções, ganhando a poderosa arroba e o título de “operador”. Enfim, coisas legais que um MSN não possibilita.
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