![]()
Receita de Leite Psicodélico
Ingredientes:
- 1 tigela
- leite suficiente para encher essa tigela até a metade
- sabão líquido
- corante a gosto
Modo de preparo:
Encha metade da tigela com o leite. Formando um círculo, pingue gotas de corante de número equivalente às cores do arco-íris, e por último acrescente no meio dessa mistura um pouco de sabão líquido. Espere a reação química fazer efeito, coloque Pink Floyd no mp3 para tocar e viaje enquanto a dança dos fluidos acontece.
![]()
Sempre gostei de tecnologia. E quanto mais as coisas vão evoluindo e aparecendo, mais eu fico abismado. Por exemplo, na época em que os celulares estavam começando a ser fabricados com câmeras embutidas, quando soube da notícia fiquei lôco. Cara, um celular que bate foto? Veja bem, leia comigo, ce-lu-lar que bate FOTO? Pirei. Era o auge do avanço tecnológico cabível na palma da mão. E se com o lançamento do telemóvel fotógráfico fiquei doido, imagina com o resto.
Jogar pela primeira vez num PS1 tendo a infância baseada no conhecimento avançado e único em SNES, saber que para conectar à internet era pela linha telefônica, testar um gravador de CD (na época que fiz isso DVDs nem existiam no mercado), descobrir o mouse óptico, saber da existência do wireless, testar o Bluetooh, enfim, todos as novidades que acompanhei foram mágicas. Fora avanços que não são digamos tão tecnológicos assim, mas de importância extrema para a humanidade, como cervejas que com uma simples batida, gelam sozinhas, por reações químicas do próprio néctar e USB que gelam qualquer bebida. Descobertas como essa me deixam cada vez mais com o pensamento “Carro voador modelo 2030, estarei te esperando!”.
Atualmente as coisas estão melhores ainda — vide um dos meus sonhos de consumo — mas ainda é lembrando de como conheci e testei os trecos, que fico realmente animado. Mas esse post não é para refletir em relação ao avanço tecnológico atual e em como tudo isso é impressionante. Não. Esse post é para falar das nocividades desse mal necessário que corrompeu toda a tradição que é viver como humanos originais, em que o máximo de avanço evolutivo em ferramentas seria fazer fogo utilizando varetas e pedaços de madeira seca, e o gadget mais potente era o couro de um javali utilizado para fazer sinais de fumaça.
A tecnologia é praticamente uma droga. Se você não a usa, fica dependente. Percebi isso baseado em fatos reais dos últimos dias.
![]()

Já tinha dito que talvez toda segunda ou terça-feira viria com algum texto. Leia o post e saiba por que.
Pois bem, escolhi o dia. É terça.
![]()
Imagina que você tá vendo TV no sofá da sala e do nada começa a passar o Programa da Luciana Gimenez. Logo vem em mente aquela palavra codificada em pensamento que surge nessas horas: fudeu. Ao tentar mudar de canal, procura o controle, mas cadê? Seu cachorro, o Seboso, levou lá pro quarto de empregada, e no mesmo instante em que você tá cogitando a idéia de cotar a ração de sardinha dele, o canino gordo tá lá tentando fazer um sexytime (Borat) com o aparelhinho de ondas infravermelho.
Você então evoca os seus dons jedi e tenta usar a Força para trazer o pulguento junto com o controle remoto para a sala, mas não consegue. Desde que viu a nova Trilogia sua crença na energia jedi onipresente não está tão forte assim. Queria ao menos então ter em mãos um controle remoto do controle remoto, ou melhor, algo que permitisse que só com o poder da mente, você conseguisse fazer o que quisesse. Pequeno nerd, seus problemas acabaram!
Conheça o Mindball.

![]()