Sabe quando você pensa que já viu de tudo em forma de filme tosco, tipo “Piranhas 2” mas de vez em quando se surpreende?
Mas garanto que ainda não assistiu Queen Kong.
Porque King Kong, plágio e CGI não estão com nada.
Fale japonês errado e não tenha filhos.
Lembra daquele programa “Ídolos” do SBT, que tinha MUITA gente tosca participando? Mas falo de gente na mais profunda e exata definição do quesito bizarrice, sabe? Tipo essas. Bom, que ele derivou de uma franquia um pouco melhor, chamada American Idol, que foi o programa que iniciou essa coleta de indivíduos completamente sem noção de afinação e preservação da imagem pessoal. Até aí tudo bem.
E Guitar Hero, conhece? Aqui dá pra descobrir mais sobre esse jogo que surgiu no PS2 e virou uma febre maior que a que o mosquito mutante da dengue tá dando.
A novidade é que a Activision, produtora do Guitar Hero, tá fazendo um concurso — tipo o American Idol, mas de comparação melhor com o Ídolos – em que os concorrentes devem fazer uma performance com a guitarrinha do game. O prêmio dado vai ser um personagem do ganhador disponível no próximo jogo da série, com a sua performance e o seu visual.
O programa parece mais um uma freak show do que um concurso. Só pra constar, um dos jurados é o Lemmy do Motörhead, então já tira por aí.
Diria que tem potencial.
Esses japoneses são uns fanfarrões mesmo.
Se você tem entre 18 e 25 anos, certamente vai se lembrar de um dos quadros que mais deixava os pequenos nerds dos anos 90 loucos: Banheira do Gugu.

Ôe, Ôe, Ôe, Ôe, Ôe!! Uba, Uba, Uba, Hey! Uba, Uba, Uba, Hey!
Lá pelos idos de 1998/1999 (não lembro exatamente), Augusto Liberato nos trouxe o inesquecível e strogonófico quadro da Banheira, presenteando o universo e ganhando assim o título de Papai Noel dos garotos desprovidos de Playboy TV.
Diferentemente do clássico Fantasia, o quadro da Banheira era só, bom, um quadro. Durava no máximo uns 10 minutos, mas era tempo suficiente para fazer do domingo um dia com algum significado. Sua importância era tanta, que se naquela época a Morte chegasse para qualquer garoto e fizesse a pergunta final, com cerveja veríamos o seguinte diálogo: