
Com todos os virais e sites a respeito, acho que todo mundo sabe que Batman - The Dark Knight estréia essa semana. Ou não, já que depois que coloquei por uns instantes no subnick do MSN a frase “WHY SO SERIOUS?”, um número significativo de pessoas veio me perguntar o que significava aquilo. Enfim, hereges.
Mas cê pode ver, vários pôsteres publicados em sites, blogs que mudaram o layout em homenagem ao filme, a garotada tentando se vestir igual ao Morcegão e pessoas pondo nomes de referência em seus filhos; tudo isso numa demonstração clara de quão esperado o filme é e da esperança (e quase certeza) de que esta porra realmente seja boa.
Porém, o que talvez ninguém tenha percebido é que esse fenômeno se dá por conta de outras adaptações já lançadas. Filmes que quando deram as caras nas telonas, os fãs saíram de suas casas ensandecidos deixando de lado seus Hentais suas HQ’s, achando que tal entretenimento cinematográfico valeria a pena, mas que na realidade eram as maiores merdas protagonizadas com pessoas vestindo roupas coloridamente ridículas. Roteiros mal trabalhados, histórias extremamente alteradas em relação às originais, cenas que fazem automaticamente a pessoa que assiste dizer frases como “Tomarnocu!QUEPORRESSAMALUCO?!11!!”. Em suma, filmes que nunca deveriam ter sido feitos, mas por alguma estão aí pra quem quiser ver — e provar que existe auto-tortura.
Ultimamente a faculdade, o trabalho e as sessões ininterruptas para zerar Gof of War no nível GOD, tem me tomado bastante tempo. Na verdade, tempo pra caralho.
Então, pra não parecer desleixo ou preguiça, vou acabar com essa putaria de obrigatoriamente ter que escrever uma coluna por semana. É melhor fazer mais de um post grande semanalmente, mesmo que demore um pouco.
Enquanto isso, fiquem com uma tradução do My Name Is, um site que legenda vídeos gringos perdidos na internet e agora permite que aquela sua tia que só vê novela tipo Maria do Bairro, possa assistir algo que preste, sem precisar de interprete.
Ontem, dia 1º, teve início a programação das festas juninas aqui do estado. Isso significa apenas shows de graça durante TODOS os dias do mês. Cara, imagina a edição mais lotada do Rock in Rio. Não, imagina a quantidade de pessoas que participaram do show dos Stones quando vieram ao Rio de Janeiro em 2006. Aqui é o mesmo número, só que compactados em espaços disponibilizados pelo governo em que caberiam 2 sardinhas. Espremidas.
Pois é, mesmo a data do São João sendo lá em 24 de Junho, o pessoal daqui já começa a fazer coisas como enfeitar suas casas com bandeirolas multi-cores e lavar o carro ouvindo Baby Som no volume máximo. É uma maravilha.
Mesmo não curtindo muito o som e tendo habilidade para dançar de um pato, aprecio os eventos de forró. Pra mim qualquer motivo pra sair e beber cerveja é válido. Mas o que mais aprecio mesmo é o modo como essas bandas que tocam nos shows ganham seu pão com geléia importada de cada dia.
Basicamente a maioria das bandas de forró — pelo menos as que eu já tive o imenso prazer de ouvir — SÓ regravam sucessos de outros grupos para tocarem nas suas apresentações. A letra muda completamente, mas quem liga pra isso? O que importa é a melodia e dançarinas de mini-saia ao fundo fazendo poses de contorcionista.
Então, comemorando o início de era junina local, apresento dois vídeos que mostram o exímio senso de criatividade para compor, que um grupo musical tipo o Calcinha Preta (por sinal, daqui de Aracaju) pode apresentar.
Versão original - “Dust in the Wind”, do Kansas
Versão regravada - “Louca por Ti”, do Calcinha Preta
Aposto um torresmo que você virou fã. De brinde, veja mais um exemplo de outra maravilha cantada, como a gravação d’O Navio e o Mar, “baseada” no original Send me an Angel, do Scorpions.
Que beleza, diz aí?
Vou te falar, não curti Indiana Jones 4.
Não sei se foi muito CGI usado — porra, até pra explodir caixotes? —, se o Han Solo tá ficando véio e perdeu a mão, ou se o gordão que tava sentado atrás de mim no cinema e ficava chutando minha cadeira que foi o que me fez achar o filme não tão legal.
Foi bacana, mas podia ter sido melhor, sabe? Prefiro os primeiros. Eram mais “reais”.
E lembrando dos velhos tempos, uns caras fizeram uma homenagem a respeito daquela cena em que ele corre de uma bola de pedra gigante, mas dessa vez a bola é feita de apenas 5 milhões de peça de Lego.
É, talvez se tivesse uma Legoball no filme, eu teria achado melhor.
Se um karaokê assim existisse, comprava um, mesclava com Imagem & Ação, vendia e ficava rico.