
Escolha uma das três alternativas e tente adivinhar o que é esse bagulho que está sendo carregado para dentro do avião:
(a) Um primo distante do R2-D2
(b) Um Transformer
(c) Um HD de 1956
Vai em qual?
Se você gritou estridentemente feito um fã dos Rebeldes “Letra C!”, acertou.
Mais precisamente em Setembro de 1956 a IBM criou o 305 RAMAC, o primeiro computador com HD — que é esse trambolho aí da foto. Pesando 1 tonelada, ele armazenava incríveis 5MB da mais pura pornografia em preto-e-branco.
Acabei de ver no The Yellow Llama.
Adoro perceber esse avanço tecnológico atual — que indica que no futuro os pen drives terão tamanhos de micro átomos e serão capazes de armazenar mais informações que 32 cérebros juntos.

Me rendi e fiz uma conta no Twitter.
Nunca fui com a cara do serviço, mas isso porque era noob e não o conhecia. Mas depois que acessei lá do trabalho pelo celular, logo percebi que era algo bem interessante. Resolvi usar.
Basicamente funciona assim: Em até 140 caracteres digo o que estou fazendo num exato momento. Ou também o que estou vendo, desde um cachorrinho sarnento perseguindo o vendedor de frango assado, até alguma tia gorda no ônibus com as axilas similares às de uma gorila. Posso também colocar algum link de algo legal, não precisando postar no blog, se for algo que não rendesse um post, ou seja, dá pra brincar.
Se ainda não entendeu, dá uma olhada nos posts do Interney e do Inagaki, que foram os tutoriais que me ajudaram entender melhor como usufruir dessa pequena ferramenta favorita dos voyeurs online.
Sempre gostei de tecnologia. E quanto mais as coisas vão evoluindo e aparecendo, mais eu fico abismado. Por exemplo, na época em que os celulares estavam começando a ser fabricados com câmeras embutidas, quando soube da notícia fiquei lôco. Cara, um celular que bate foto? Veja bem, leia comigo, ce-lu-lar que bate FOTO? Pirei. Era o auge do avanço tecnológico cabível na palma da mão. E se com o lançamento do telemóvel fotógráfico fiquei doido, imagina com o resto.
Jogar pela primeira vez num PS1 tendo a infância baseada no conhecimento avançado e único em SNES, saber que para conectar à internet era pela linha telefônica, testar um gravador de CD (na época que fiz isso DVDs nem existiam no mercado), descobrir o mouse óptico, saber da existência do wireless, testar o Bluetooh, enfim, todos as novidades que acompanhei foram mágicas. Fora avanços que não são digamos tão tecnológicos assim, mas de importância extrema para a humanidade, como cervejas que com uma simples batida, gelam sozinhas, por reações químicas do próprio néctar e USB que gelam qualquer bebida. Descobertas como essa me deixam cada vez mais com o pensamento “Carro voador modelo 2030, estarei te esperando!”.
Atualmente as coisas estão melhores ainda — vide um dos meus sonhos de consumo — mas ainda é lembrando de como conheci e testei os trecos, que fico realmente animado. Mas esse post não é para refletir em relação ao avanço tecnológico atual e em como tudo isso é impressionante. Não. Esse post é para falar das nocividades desse mal necessário que corrompeu toda a tradição que é viver como humanos originais, em que o máximo de avanço evolutivo em ferramentas seria fazer fogo utilizando varetas e pedaços de madeira seca, e o gadget mais potente era o couro de um javali utilizado para fazer sinais de fumaça.
A tecnologia é praticamente uma droga. Se você não a usa, fica dependente. Percebi isso baseado em fatos reais dos últimos dias.
Façamos a equação:
1 cara + 1 carro velho + 1 gabinete mais velho ainda, com conteúdo interno desconhecido = ?


Quando tava passando por uns perrengues pra acessar certos sites lá no estágio, escrevi um post falando sobre gambiarras no trabalho. Mas NADA se compara a esse tipo.

