O mundo está repleto de capas bizarras de discos. Vide exemplos.
Contribuindo para tal acervo visual deveras fantástico, vi outro exemplo num post do Bitpop, que viu n’A Grande Abóbora, que viu no Jesus, me Chicoteia!, que viu no Eu diria que….
E agora faço o meu, seguindo os seguintes passos:
I. O título desse verbete aleatório da Wikipedia será o nome da sua fabulosa banda.
II. As quatro últimas palavras da última frase dessa página de citações formarão o nome do seu disco.
III. A terceira foto dessa página do Flickr será a capa do seu disco.
Que, por exemplo, pode resultar nisso:

Só pelo nome, se eu visse esse disco numa loja, comprava na hora.
E a tua, deu no quê?
Ontem, dia 1º, teve início a programação das festas juninas aqui do estado. Isso significa apenas shows de graça durante TODOS os dias do mês. Cara, imagina a edição mais lotada do Rock in Rio. Não, imagina a quantidade de pessoas que participaram do show dos Stones quando vieram ao Rio de Janeiro em 2006. Aqui é o mesmo número, só que compactados em espaços disponibilizados pelo governo em que caberiam 2 sardinhas. Espremidas.
Pois é, mesmo a data do São João sendo lá em 24 de Junho, o pessoal daqui já começa a fazer coisas como enfeitar suas casas com bandeirolas multi-cores e lavar o carro ouvindo Baby Som no volume máximo. É uma maravilha.
Mesmo não curtindo muito o som e tendo habilidade para dançar de um pato, aprecio os eventos de forró. Pra mim qualquer motivo pra sair e beber cerveja é válido. Mas o que mais aprecio mesmo é o modo como essas bandas que tocam nos shows ganham seu pão com geléia importada de cada dia.
Basicamente a maioria das bandas de forró — pelo menos as que eu já tive o imenso prazer de ouvir — SÓ regravam sucessos de outros grupos para tocarem nas suas apresentações. A letra muda completamente, mas quem liga pra isso? O que importa é a melodia e dançarinas de mini-saia ao fundo fazendo poses de contorcionista.
Então, comemorando o início de era junina local, apresento dois vídeos que mostram o exímio senso de criatividade para compor, que um grupo musical tipo o Calcinha Preta (por sinal, daqui de Aracaju) pode apresentar.
Versão original - “Dust in the Wind”, do Kansas
Versão regravada - “Louca por Ti”, do Calcinha Preta
Aposto um torresmo que você virou fã. De brinde, veja mais um exemplo de outra maravilha cantada, como a gravação d’O Navio e o Mar, “baseada” no original Send me an Angel, do Scorpions.
Que beleza, diz aí?