Pare tudo o que estiver fazendo neste exato momento. Cancele o download dos seriados ilegais, da Playboy zipada deste mês, feche a janela daquele joguinho em flash saliente que seu amigo desocupado te indicou pelo MSN e reflita junto comigo sobre o seguinte: Já percebeu que certas invenções valorizadas pelo mundo, se você parar pra pensar bem, não são realmente tão boas assim? Apetrechos e ferramentas que foram criados e que, por algum motivo foram aprovados pela população e assim receberam a alcunha — duvidosa — de “boa invenção”.
Me indaguei sobre isso dia desses e explico com um exemplo simples pelo qual passei.
Estava no meu querido e estimado trabalho quando recebi uma ordem quase nazista camuflada de pedido gentil da minha chefe. Como no estoque do trabalho não havia mais envelopes para cartas, a chefe pediu para que eu fizesse alguns utilizando folhas de papel, uma tesoura cega e um tubo de cola que tinha mais tempo de vida do que eu. Recortei as folhas no mesmo estilo que uma criança do maternal faria caso a professora pedisse a ela para que fizesse envelopes de ponta cabeça, durante um terromoto de 7,2 graus na escala Ricther e ouvindo músicas de alguma coletânea do Luiz Caldas. Então, ao tentar colar as partes do papel, usei uma quantidade razoável de cola, nem muito, nem pouca — mas suficiente para colar as pontas dos meus dedos, criando ali uma nova camada de “pele” ao redor deles. Entretando não colou as partes do papel. Aquela merda aparentava secar apenas em contato com epiderme humana, não funcionava com meus recortes. Que invenção miserável duma figa.
Me custou uma bronca tão fuderosa da chefe, que aposto que se recebesse uma da minha mãe com fúria equivalente, seria seguida de chicotadas de cinto diretamente nas minhas nádegas.
Mas então, o quê, quais invenções criadas pelo homem não são exatamente coisas tão bem feitas e que merecem uma análise e explicação para debatermos aqui neste garboso site?
Vamos a elas:
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