O Dinheiro nos Games
Alguns especialistas altamente ocupados da Revista Maxim fizeram um estudo para calcular qual seria o valor da moeda dos games se ela fosse usada no mundo real. Deixando de lado a vontade de explanar sobre o alto grau de importância dessa pesquisa, continuemos.
A base de estudo seguia um certo padrão de comparação com a atualidade. Por exemplo, no jogo Super Mario a cada 100 moedas de ouro coletadas, o jogador ganha uma vida para o personagem. Estudos de uma agência norte-americana, a EPA (Agência de Proteção Ambiental), estimaram que uma vida humana vale US$ 3,7 milhões. Convertendo a moeda Super Mario para dólares, o valor de uma moedinha do baixinho bigodudo valeria US$ 37 mil no mundo real.

Magnata
Outras moedas de games foram listada e analisadas, como o Sim do jogo Sim City, que uma unidade valeria aproximadamente US$ 611 mil; e o Rupee, de The Legend of Zelda, que vale a merreca de US$ 3.
Lembra daquele programa “Ídolos” do SBT, que tinha MUITA gente tosca participando? Mas falo de gente na mais profunda e exata definição do quesito bizarrice, sabe? Tipo essas. Bom, que ele derivou de uma franquia um pouco melhor, chamada American Idol, que foi o programa que iniciou essa coleta de indivíduos completamente sem noção de afinação e preservação da imagem pessoal. Até aí tudo bem.
E Guitar Hero, conhece? Aqui dá pra descobrir mais sobre esse jogo que surgiu no PS2 e virou uma febre maior que a que o mosquito mutante da dengue tá dando.
A novidade é que a Activision, produtora do Guitar Hero, tá fazendo um concurso — tipo o American Idol, mas de comparação melhor com o Ídolos – em que os concorrentes devem fazer uma performance com a guitarrinha do game. O prêmio dado vai ser um personagem do ganhador disponível no próximo jogo da série, com a sua performance e o seu visual.
O programa parece mais um uma freak show do que um concurso. Só pra constar, um dos jurados é o Lemmy do Motörhead, então já tira por aí.
Diria que tem potencial.
Enquanto ajeito o blog pra ficar 100% (tô nos 96,3), monte o quebra-cabeças animado do paraquedista sem rumo.
Clique na imagem ou AQUI para montar.
Tive o mesmo monitor 15′ durante 7 anos. Foi o que veio com meu primeiro computador. Um parecido com esse. Troquei de PC, teclado, mouse, do disquete fui pro pen drive, mas o monitor continuava o mesmo. Comecei a ter barba e tive meu primeiro porre, e ele lá na mesa, acompanhando tudo. Ano passado, o choque: sua tela certas horas ficava azulada ou esverdeada, do nada. Ao descobrir que as cores da imagem só voltavam ao normal com batidas fortes a ponto de quebrar blocos de gelo do tamanho e largura de um Transformer, decidi que estava na hora de aposentar o velho amigo de poucos pixels. Tantos anos, tantas alegrias, tantas fotos de playboys escaneadas vistas, mas a sua hora tinha chegado.
Esse ano comprei um monitor novo, 19′, uma belezura. Aproveitei e adicionei mais memória RAM no computador. Já tô encomendando uma impressora e scanner novos. Agora tá uma beleza, posso ver fotos grandes sem precisão de mexer na barra de rolagem; o trabalho com o blog fica melhor, mais prático; além de deixar de lado o velho CRT pela simpática tecnologia LCD. E tudo isso numa leveza e rapidez deveras agradável, tendo a chance de jogar GTA e fazer um trabalho decente ao mesmo tempo.
De tela nova e PC com upgrade, até hoje tava satisfeito. Mas depois que vi as seguintes fotos, achei esse meu computador sem graça nenhuma.
Abaixo são só as mesas de trabalho de alguns desenvolvedores, diretores, presidentes de empresas e jornalistas da área de Games. Detalhe que um dos tipos de serviços que esses malditos nerds sortudos caras precisam fazer é jogar os jogos produzidos!
Alain Tascan, Gerente Geral da EA de Montreal
