Há muito tempo atrás, numa galáxia distante, o Ronaldo “Fenômeno” era conhecido por jogar bem, ser rico para caralho e aparentemente ser hétero.
Nessa mesma época, surgiram as Maria-chuteiras-new-generation; moças que a partir de qualquer tipo de contato com um jogador de futebol famoso, de sexytime a um aperto de mão mais suado, automaticamente colocavam a mostra suas carinhas até então desconhecidas para que a mídia as divulgasse. Geralmente seus 15 minutos de fama e objetivo principal de lucrar em cima do nome dos outros eram razoavelmente alcançados.
Ronaldo teve no seu histórico a aparição das “Ronaldinhas“, e como exemplo dessa espécie empreendedora da fama instantânea, temos a Viviane Brunieri.

Se lembra?
E por que resolvi falar dela? Porque tudo indica que ela vai entrar pro time das super estrelas consagradas do pornô nacional!
Já falaram que a Mulher Melancia sofreu algumas alterações com Photoshop em suas fotos para a Playboy de abril. Bom, isso é verdade, vide bunda imagem abaixo:
(Clique para ampliar)
Deram uma modificada sutil, e olhando assim nem há tanta diferença quanto em fotos mais limpas de seus dotes.
Mas isso aí nem é nada comparado ao erro que fizeram numa foto de uma das edições do ano passado — acho que foi na da Ana Paula Bandeirinha, quem tiver confira — que achei no Digital Freak.
Se você tem entre 18 e 25 anos, certamente vai se lembrar de um dos quadros que mais deixava os pequenos nerds dos anos 90 loucos: Banheira do Gugu.

Ôe, Ôe, Ôe, Ôe, Ôe!! Uba, Uba, Uba, Hey! Uba, Uba, Uba, Hey!
Lá pelos idos de 1998/1999 (não lembro exatamente), Augusto Liberato nos trouxe o inesquecível e strogonófico quadro da Banheira, presenteando o universo e ganhando assim o título de Papai Noel dos garotos desprovidos de Playboy TV.
Diferentemente do clássico Fantasia, o quadro da Banheira era só, bom, um quadro. Durava no máximo uns 10 minutos, mas era tempo suficiente para fazer do domingo um dia com algum significado. Sua importância era tanta, que se naquela época a Morte chegasse para qualquer garoto e fizesse a pergunta final, com cerveja veríamos o seguinte diálogo: