
Graças aos festejos juninos, amanhã nem terça-feira eu trabalho. Que maravilha. Só que tava pensando aqui, não sei se já falei aqui o suficiente para detalhar como é o meu emprego. Meu estágio, na verdade. Faço faculdade de Jornalismo e estagio numa empresa que vamos evitar nomes para também evitar demissões.
Porém, minha função não tem nada a ver com às artes milenares do jornalismo. Passa longe disso. Nada relacionado a pauta, reportagem, apuração, mídia, ingressos pra assistir filme de graça no cinema, nada. Apenas mexo com documentos; redijo, carimbo, localizo, guardo uns e entrego outros nos devidos setores. É um trabalho relativamente fácil, a grana que recebo é razoável, e há alguns meses não tinha queixa alguma. Releia, por favor, a parte do “não tinha“. As coisas não estão boas como eram.

É, acho que tá na hora de fazer uma faxina.

Num post passado contei a história de como num único dia ganhei a oportunidade mágica de ter exibições de strip online DE GRAÇA, porém a perdi com a devida ajuda do meu estimado irmão mais novo. Releia adentrando neste maravilhoso link.
Mas acho que a Força Onipresente que fez essa brincadeira de EXTREMO mau gosto, percebeu a filhadaputagem que fez e pensou “Não, não vou acabar com as esperanças desse jovem rapaz no mundo e pelo menos vou fazer ele se tocar de que essa pegadinha que fiz, asskahsausakshaush, rendeu uma boa história pra ser contada”.
Ajeitando algumas linhas do plano divino, o Amigo Imaginário Supremo me fez relembrar dessa história justamente quando o Marcus fez a excelente promoção de 5 anos d’A Grande Abóbora, cujo melhor post contando a maior roubada ou mico já pago, ganharia como prêmio dois livros.
Contei a história e… GANHEI OS LIVROS!
Enfim, pelo menos o fato de perder a alegria onanística máxima do nerd de computador não foi completamente em vão.

Depois de ter sido ownado pelo host e passar quase todo o domingo e praticamente metade da segunda em slow motion, o site parece ter voltado ao normal.
Eu mal tava conseguindo logar no blog, postar algo então, impossível.
E devido a essa impossibilidade de escrever pra vocês, fiquei hoje na fábrica praticamente o tempo inteiro ouvindo a conversa de TODAS as mulheres do setor, que num espaço de 40m² conseguem soltar do mais agudo chiado de voz até risadas equivalentes à de um Coringa entorpecido.
Agradecimentos à Dreamhost, ironicamente o hospedeiro dos pesadelos.
Avisei que às terças-feiras ia sempre ter aqui um novo texto, como se fosse uma coluna e coisa e tal. Você deve pensar que o texto é esse aqui, mas não é. Isso aqui é um protótipo mal feito de um texto que não consegue ser escrito devido a agentes externos que me incapacitam de formular mentalmente uma frase sequer. Tô num novo setor do trabalho.
Como ontem não pude parar em frente ao PC nem para ver pornografia, ou seja, a parada foi séria, tô exatamente agora no trabalho tentando escrever algo, mas não consigo. Posso dizer que meus novos colegas de setor tem autoridade suficiente para peitar qualquer feirante e dizer “- EU FALO MAIS ALTO QUE VOCÊ QUANDO GRITA ANUNCIANDO PROMOÇÃO DE TOMATE”.
Mudei de setor da fábrica semana passada. Do anterior, aquele do meu chefe malandro e estagiário alegre, fui praticamente chutado para esse novo local de trabalho em que as diferenças relação ao anterior são apenas muito grandes. Vejamos uma tabela comparativa:

Devo admitir que no antigo setor era pago para praticamente atender telefone e falar “Oi’ para as pessoas que chegavam à sala, mas no novo a situação caminha para a mão-de-obra real. Não que ache que ser vagal esteja certo, mas o trabalho que me passavam no local anterior era quase nenhum, então entre um setor mais calmo e um mais agitado e cheio de coisas pra fazer, ia preferir o quê? Me condicionaram a ficar um mal acostumado bebedor de café grátis.