Postado em 21-08-2008
Categoria(s) ( Cotidiano, Culinária, Imagens) por Jovas

Eu sempre achei que minha mãe não cozinhava muito bem. Ela sempre se irrita se eu reclamo que algo não tá muito mastigável e bonito de comer, rebatendo ao dizer  que está bom. Mas quando num certo dia ela me disse que não gostava muito de pilotar um fogão, tive a quase certeza que estava certo. Depois do que vou lhes mostrar,  tive certeza total.

Fui à cozinha tentar encontrar algo pra comer e acabei achando um bilhete.

Enquanto escrevo outro post, fiquem com a propaganda que eu adoraria ver por aí.

P.S.: Ana, endereço na imagem. Vamo ver o que acontece. =D

Postado em 05-08-2008
Categoria(s) ( Cotidiano, Nostalgia) por Jovas

Depois de passar uma semana sem atualizar essa joça — fui pecador —, estamos de volta com a programação normal e para compensar trago um post que continua uma saga que por motivos vergonhosos não ia continuar, mas para a alegria de VOCÊS vamos a segunda parte da antologia Infância Traumática.

No primeiro post contei os pequenos traumas sofridos pela minha pessoa no período infantil: a menina-Cloverfield, causadora da minha aversão à quadrilhas juninas; a embalagem de brinquedo com letras de tamanho bacteriano e o boneco piratão dos Cavaleiros, que fez até as crianças da minha classe terem compaixão comigo. Relembre aqui.

Pois bem. Agora apresento os dias em que, como já falei no link anterior, comi acarajé estragado; a vez que caí de bike e rasguei a bermuda e o dia em que tentei burlar o fliperama e me dei mal.

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Acarajé de beira de estrada

Meu pai tem um sítio no interior do estado. Ele sempre gosta de ir para lá nos finais de semana, pois julga que aquele terreno no meio do mato é um local que serve para a busca de descanso e oportunidades fabulosas, como colher jacas de tamanhos mutantes para alimentação mútua familiar. Enquanto isso eu tenho consciência de que ir pra o centro de um denso matagal interiorano e ficar em contato apenas com minha família e vacas, é um roteiro que pessoas como eu e certamente você não apreciam muito. Mas quando se é alguém com menos de dois dígitos de idade, não há muitas opções. Ou eu ia ou ficava semanas sem o vídeo-game, por causa do castigo posterior.

Não sei a distância exata entre a minha cidade e o pasto, mas o percurso é longo. Sempre passamos por lugares de população cada vez mais isolada do mundo urbano, até chegar a cantos em que não havia mais gente viva. Certo dia visitamos uma vila que não tenho noção alguma do nome, mas denominemo-la de Acarajé City.

Logo na entrada da cidade, Jovas Senior estacionou o carro numa pracinha do local e disse que íamos parar por meia-hora até voltarmos à viagem. Eu, além de estar puto por ir visitar os mosquitos campestres, nessa hora também estava com fome. Reclamei ao meu velho, que me deu então a opção de fazer um lanche rápido, coisa pouca. Mal sabia literalmente a CAGADA em que ia me meter.

Na praça havia três opções de cunhos nutritivos: um tio que vendia sorvetes, outro que comercializava pipocas doces de confecção suspeita e a tia do acarajé. Como eram boas opções, fiquei como aqueles moleques que iam ao programa do Sérgio Mallandro e participavam da “Porta dos Desesperados“, que ficavam alucinados na dúvida de qual cabine escolher para ganhar aquela Calói nervosa. Depois de pensar, escolhi minha porta — que era a porta do monstro.

– Se fudeeeeeu, moleque!

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Postado em 11-07-2008
Categoria(s) ( Cinema, Cotidiano, Nostalgia) por Jovas

Já pensou em sacanagem, né? Cara, fico impressionado como o mundo tá hoje em dia. Cadê a inocência desse povo?

Entretanto, não falo daquela primeira vez que geralmente dois corpos nus e suados trocam fluidos corporais e fazem de uma cama — ou qualquer outro lugar que seja possível o encaixe humano — um local de gritos, puxões de cabelo e movimentos repetitivos e frenéticos até que um dos momentos ápices da existência seja atingido. Nem me refiro àquela vez em que você ficou numa conversa sensual e marota na primeira ligação que fez pro disk-sexo, nerd virgem. Porém, pode ficar despreocupado que esse texto ainda assim tem a ver com você.

Falo das vezes em que situações que não envolvam camas ou telefones, foram realizadas por sua pessoa desde que você se entende como gente. Como a primeira ida a um parque de divesões, lembra? Sim, que escolheu um brinquedo ignorando os fatos de ele ficar de ponta cabeça a 20m do chão, ter uma placa escrito “PERIGO” em letras garrafais na sua lateral e exigir altura mínima do usuário de 1.60m (sendo você um moleque de 1.50), e mesmo assim você burlou a fila de entrada e só não correu risco de vida por causa de uma gordaça que tava sentada ao seu lado. Ela fez você ficar tão apertado no assento que a chance de sair voando do brinquedo era completamente nula. Aconteceu comigo, mas dessa ocasião nem faço muita questão de lembrar. Vamos às outras, com mais um post-coletânea nostálgica.

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Postado em 06-07-2008
Categoria(s) ( Absurdo, Cotidiano, Culinária) por Jovas

Agora eu quero polêmica. Percebi que mesmo chamando Jesus de mágico no último post, surpreendentemente não veio uma alma aqui me acusar de mentiroso, caluniador, caluniador e mentiroso, por exemplo. Bom, fanáticos religiosos, perderam sua chance. Agora vamos falar de um assunto tema de um público também peixe grande. Peixe não, alface gigante seria mais adequado. Vamos falar sobre vegetarianos.

Muitas coisas me influenciaram a querer discutir sobre esse pessoal que prefere comer grama a um bom pedaço de carne sangrenta e quase viva. Uma das influências foi um post da beeanka que mostra quantos canibais/zumbis você pode alimentar. Outra coisa foi que recentemente almocei por acidente num restaurante vegetariano. Faço questão de grifar a palavra acidentalmente. Explico mais além. E por último, agora nessa terça-feira, feriado estadual, vou fazer um CHURRASCO e tô bastante satisfeito em saber que semelhante aos deuses, vou me alimentar de uma das combinações mais perfeitas já obtidas: cerveja e CARNE.

Trás a cerveja, mulher

Tem coisa melhor, diz aí? (se você for mulher, não responda)

Mas vamos por partes.

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Postado em 01-07-2008
Categoria(s) ( Cotidiano) por Jovas

Voltei de viagem, minha gente.

Depois de um final de semana a ponto de literalmente dormir vendo tudo rodar e acordar e escovar os dentes gargarejando cerveja — pois na cidade que estava tinha migrado tanta gente que palavras como “água”, “acabou” e “FUDEU” eram as mais ditas nas ruas pelas pessoas que saiam de suas casas, na tentativa de ver se na moradia do vizinho tinha um mínimo H2O para pelo menos lavar o rosto — tô aqui novamente.

Como fiquei um dia sem trabalhar, já agora manhã (no momento que escrevo são 10:12 a.m) tô no trabalho pra cumprir as horas perdidas. Vou ficar o DIA INTEIRO por aqui. E cês lembram como foi a descrição desse maravilhoso lugar, né? Pois é. Mas como nada apareceu ainda pra ser feito, tava pensando em, daqui do trampo mesmo, escrever algum post ou até contar como foi a viagem que fiz e experiência de ver como o ser humano consegue se juntar em bandos e esvaziar garrafas de cerveja como russos esvaziam garrafas de vodka.

Mas fui forçado a desistir, porque NÃO DÁ.

Já é a terceira vez que começo a escrever e a estagiária da manhã desliga o estabilizador dela, que também é o meu já que ligaram dois PCS em um estabilizador só, e perco TODO o texto que havia escrito. Só que o motivo de ela ter desligado o PC três vezes, é que, na concepção dela, isso é o que se chama “reiniciar a máquina“. Sério. É nessas horas que você vê a influência do meio no tipo de idéias que uma pessoa obtem. Por exemplo, nunca pensei em implantar um pacotinho de C-4 numa cadeira com uma garota sentada, mas depois de hoje julgo que seria algo apropriado.

Depois escrevo algo melhor pra colocar aqui, só vim deixar um “Olá, garotada” mesmo. =D