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	<title>Recomendo, Com Cerveja! &#187; Cotidiano</title>
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		<title>Ganhei um cachorrinho</title>
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		<pubDate>Fri, 24 Oct 2008 09:28:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jovas</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Nunca fui muito ligado a animais. Por motivos de diferença de espécies, conviver com um bicho que não tenho absolutamente idéia do tipo de raciocínio que ele possui, é algo que não me agrada muito. Pode acontecer algum infortúnio &#8212; enquanto você faz um mimo no pitbull &#8220;dócil&#8221; que seu amigo diz ter e pensa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><script type="text/javascript"><!--
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<p style="text-align: justify;">Nunca fui muito ligado a animais. Por motivos de diferença de espécies, conviver com um bicho que não tenho absolutamente idéia do tipo de raciocínio que ele possui, é algo que não me agrada muito. Pode acontecer algum infortúnio &#8212; enquanto você faz um mimo no pitbull &#8220;dócil&#8221; que seu amigo diz ter e pensa <em>&#8220;Olha como ele é carinhos&#8230;&#8221;</em>, adeus antebraço pois o pitbull acabou de arrancá-lo, já que o pensamento dele consistia em <em>&#8220;Carinhoso é o caralho, não fui com sua cara&#8221;</em>.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas o fato é que, ganhei um cachorrinho.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" title="Luke" src="http://i285.photobucket.com/albums/ll45/Jovas-RCC/lukito.jpg" alt="" width="300" height="374" /></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: center"><span style="font-size: 10pt; font-family: Bookman Old Style;">Não confiem nessa carinha adorável<br />
</span></p>
<p style="text-align: justify;">Aconteceu que a cachorra que é da minha avó, da raça <a title="Jack Russel Terrier" href="http://www.dogtimes.com.br/jackrussel.htm" target="_blank">Jack Russel Terrier</a> (saca aquele cachorro do Máskara, o Milo?), encontrou o <a title="Que Poodles HORRENDOS" href="http://www.dogtimes.com.br/poodle.htm" target="_blank">Poodle</a> vagabundo da vizinha e eles decidiram fornicar. Não sei exatamente o tempo de gestação canina, mas alguns meses depois nasceram uns filhotinhos. Minha avó não sabia o que fazer com eles, perguntou se minha mãe queria algum, ela aceitou e neste exato momento que escrevo o texto, tenho uma bola de pêlos dormindo entre meus pés.</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-1356"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Depois de ver uma foto do bicho, constatar que ele não era filhote de alguma raça de cão assassino e minha progenitora me dizer que queria ter um novo animalzinho de estimação (já tive passarinhos, mas nem conta), achei que a idéia até que não era tão ruim. Pra ter certeza, nesse mesmo dia fui ver pessoalmente o cachorrinho, que tinha poucas semanas de nascido. Quando o peguei no colo pareceu bastante quieto, não latia, não mordia, nada. Parecia de pelúcia. Com pulgas, mas de pelúcia.</p>
<p style="text-align: justify;">Como uma das minhas maiores aversões em relação aos cachorros é o barulho, e definitivamente não sei o motivo de um bicho ter que exercitar as cordas vocais com tanta intensidade, quando vi que o filhote parecia ser calmo, pensei <em>&#8220;Opa, esse é tão tranquilo, acho que vai ser legal criá-lo&#8221;</em>. E vou lhes falar, meus amigos, <strong>QUE FAIL</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas antes quero dizer como o nome dele foi escolhido.</p>
<p style="text-align: justify;">Voltava do trabalho de carona com minha mãe quando ela começou a contar a história de como vendeu há algumas semanas o nosso carro anterior. A parte que interessa da história é quando ela me falou o nome do comprador &#8212; e daí surgiu a idéia pro nome do cachorro:</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;"><em>O nome do rapaz que comprou o carro é Waldeck, sabe? Então.. EI! O nome do cachorrinho podia ser <strong>Luke</strong>, não acha?<br />
</em></p></blockquote>
<p style="text-align: justify;">No primeiro momento que ouvi a frase, meu cérebro não acompanhou como minha mãe conseguiu associar o nome do comprador do carro ao do filho do <a title="Lord Vader" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Anakin_Skywalker" target="_blank">Anakin</a> &#8212; na verdade até agora não entendi bem como ela conseguiu mandar uma dessas —, mas mesmo assim gostei. Então, num raciocínio desconexo da minha mãe, o nome do filhote estava selecionado.</p>
<p style="text-align: justify;">Retomando a parte que precedeu a explicação do nome, aí vai um conselho grátis: <strong>NUNCA</strong> acreditem numa carinha inocente e fofa, só porque <strong>aparentemente</strong> é uma carinha inocente e fofa.</p>
<p style="text-align: justify;">Desde o início da semana, que foi quando ele veio para cá, cuidar do cachorro se tornou uma tarefa árdua. Depois que ele chegou aqui em casa, se revelou um animal que tem como descrição a mais pura definição de &#8220;absolutamente selvagem&#8221;. Esse pequeno detentor de caninos afiados e pequenas unhas igualmente cortantes e escondidas em patinhas peludas, já me fez alguns bons arranhões nos dedos das mãos. Depois que conheci essa miniatura de lobo da Península Ibérica, posso dizer que já sei porque um dos nomes para designar o Satanás também é <strong>Cão</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">A rotina do Luke basicamente segue quatro hábitos:</p>
<p style="padding-left: 30px; text-align: justify;"><strong>1)</strong> Acordar<br />
<strong>2)</strong> Comer, beber água e segundos após cagar e mijar o que tinha comido na vez anterior<br />
<strong>3)</strong> Mastigar <strong>TUDO</strong> que está presente na casa<br />
<strong>4)</strong> Dormir</p>
<p style="text-align: justify;">Vamos focalizar nos itens 2 e 3.</p>
<p style="text-align: justify;">Sinceramente não sei como um bicho de meio quilo consegue evacuar o dobro do seu peso em ração digerida. Sério mesmo. E como ele é macho, sei que é de sua natureza urinar em várias locais distintos na tentativa de marcar território, mas até na <strong>minha cama, porra?</strong><strong> </strong>Perdi a conta de quantas vezes tive que dar <em>pause</em> no vídeo-game e imediatamente correr pra limpar o xixi e/ou cocô feitos por este pequenino em algum novo canto, na tentativa de não deixar que toda a casa ficasse empestada com um odor de agradabilidade similar ao que exala de um caminhão de lixo compressor de restos de detritos radioativos do Tietê.</p>
<p style="text-align: justify;">Em relação ao item 3, literalmente o cachorrinho mastiga (e destrói) <strong>TUDO</strong> que encontra. Desde os alvos tradicionais; chinelos, tênis, meias sujas; até os mais inusitados; caixinha de DVD, controle do PS2, fone de ouvido, estabilizador, frasco de desodorante, e mais recentemente, notas de 10 reais provindas da minha carteira.</p>
<p style="text-align: justify;">Esse demônio de quatro patas não dá uma mínima trégua. Até o ursinho de pelúcia que minha mãe comprou &#8212; com o intuito de o brinquedo fazer companhia ao cachorro enquanto não houver ninguém em casa &#8212; o bicho destruiu. Conseguiu esquartejar o ursinho e arrancar olhos, braços e por fim a cabeça em menos de um dia. Acho que mesmo que eu colocasse nele uma focinheira de titânio, esse filhote conseguiria destruí-la tão fácil quanto um analfabeto funcional aceita um depoimento que contém links de fotos da amiga nua tomando banho numa caixa d&#8217;água.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas nem tudo são camas encharcadas de xixi e ursos estraçalhados. Brincar com o cachorrinho até que é bastante legal. Mesmo eu não conseguindo correr o tanto que ele corre, pois se conseguisse acho que também adquiriria uma parada cárdio respiratória, dá pra se divertir. E dá pra se divertir mais ainda quando você tá passeando com ele pela vizinhança e aquela ruiva gostosa que segue pela mesma calçada solta um <em>&#8220;Oh, que bonitinhooo!&#8221;</em>.</p>
<p style="text-align: justify;">Devo admitir que o Luke realmente tem a <a title="Again: &quot;um campo de energia criado por todas as coisas vivas: ela nos cerca, nos penetra; ela mantém a galáxia coesa&quot;" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/For%C3%A7a_(Star_Wars)" target="_blank">Força</a>. (Sacou? <img class="alignnone" src="http://i285.photobucket.com/albums/ll45/Jovas-RCC/sacou.gif" alt="" width="18" height="21" />)</p>
<p style="text-align: justify;">E também não dá pra ficar o tempo todo irritado com essa carinha:</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" title="ÔoOOôOÔooÔO Mô Deus!" src="http://i285.photobucket.com/albums/ll45/Jovas-RCC/lolke.jpg" alt="" width="450" height="274" /></p>
<p style="text-align: justify;">Agora, ficaria muito grato se alguém me respondesse uma dúvida que estou tendo: como ensinar a esse safado a abrir a geladeira e me trazer uma cerveja?</p>
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		<title>Manias irritantes de usuários da internet</title>
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		<pubDate>Thu, 16 Oct 2008 09:11:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jovas</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Se o seu PC for desses, saia deste site AGORA Uma das coisas que mais me irrita na internet são as manias que certos usuários tem. Usuários n00bs, pra ser mais exato. Também me irrito com vocês que não compram tanto quanto eu gostaria pelo link do Submarino que tem aqui, mas não vamos fugir [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><!--adsense--></p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" title="Realidade de muitos malditos" src="http://i285.photobucket.com/albums/ll45/Jovas-RCC/pcdenoob.jpg" alt="" width="264" height="300" /></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: center"><span style="font-size: 10pt; font-family: Bookman Old Style;">Se o seu PC for desses, saia deste site <strong>AGORA</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;">Uma das coisas que mais me irrita na internet são as manias que certos usuários tem. Usuários n00bs, pra ser mais exato. Também me irrito com vocês que não compram tanto quanto eu gostaria pelo link do Submarino que tem aqui, mas não vamos fugir do assunto.</p>
<p style="text-align: justify;">Dia desses me adicionou no <a title="Nem tente me achar" href="http://www.orkut.com" target="_blank">Orkut</a> uma tal de &#8220;Marcinha&#8221;. Essa moça &#8212; acredito que seja uma moça, mesmo aparentando ser um traveco profissional &#8212; adicionou o meu perfil nos seus amigos e de quebra mandou a seguinte mensagem:</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;"><em>Oi sou a Marcinha. Goxtei do seu perfil e keria faze novos amigus na nets. me add aih&#8230; ass: marcinha</em></p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;">Além do português absolutamente assassinado a golpes fulminantes de tacape aborígene, o que irrita é o seguinte: no profile da mulher já consta o nome dela (como disse, Marcinha) e em seguida ela me manda um recado que apresenta novamente seu nome na frase de início. Tudo bem, podemos chamar isso de apresentação oficial, pois vai que o nome dela é <a title="Site da Morróida" href="http://www.morroida.com.br" target="_blank">Fabião</a>, mas ela quer que eu a conheça pelo nome que mais gosta? Vou dar esse desconto. Entretanto, temos no final um &#8220;<em>ass: marcinha</em>&#8220;. Porra, tem o nome no seu perfil, você já se apresentou e ainda põe uma assinatura que mostra novamente o diabo do nome? <strong>PRA QUE ISSO, PORRA?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-1342"></span></p>
<p style="text-align: justify;">E outra, essa história de &#8220;quero fazer amigos na internet&#8221;, de quem foi essa idéia?</p>
<p style="text-align: justify;">Quem é que usa a internet pra começar uma amizade e acha isso <strong>NORMAL</strong>? Sim, porque realmente há gente que busca isso. Tenho amizades que fiz pela internet, mas eu não fui atrás disso, foi algo que aconteceu naturalmente. Talvez você não consiga fazer amigos na sua rua porque dança Macarena enquanto lava o carro e simultaneamente peida o hino nacional, mas vou te falar, a não ser que você tenha coisas bastante em comum com a pessoa que deseja propôr uma relação de laços cordiais, buscar amizade na internet, principalmente em sites de relacionamento, <strong>NÃO</strong> é normal. A não ser também que essa pessoa seja aquela vizinha peituda que trabalha como stripper numa churrascaria e tem webcam. Aí tudo bem. Diria que manter um vínculo como esse é um objetivo nobre.</p>
<p style="text-align: justify;">Ainda sobre situações no Orkut, outra coisa que me dá vontade de dar um tiro no cérebro como tentativa de igualar minha capacidade mental à de certos tipos de pessoas, é quando vejo um scrap/depoimento/comentário em comunidade com a seguinte estrutura: <strong>TODAS</strong> as palavras do texto com letra minúscula, mesmo a da primeira palavra das frases, exceto quando o fulano cita o nome de alguém &#8212; e aí sim põe a letra maiúscula. Os erros de gramática são presentes, evidente, nem as mais sábias entidades cósmicas conseguem entender o motivo de alguém escrever &#8220;não&#8221; como &#8220;naum&#8221;  &#8212; economia de caracteres é que não é &#8211;, mas isso já virou um tipo de padrão analfabeto. Agora, o que me deixa a ponto de querer lançar uma maldição diabólica pra cima desse indivíduo é ver que o cara sabe que as frases estão erradas, que as letras maiúsculas deveriam ser usadas, que a mensagem que ele quer passar está extremamente mal escrita, e mesmo assim ele ainda tem a preocupação de deixar nomes de pessoas com as iniciais em caixa alta. Pra que essa preocupação formal se você já estragou o texto todo, seu maldito?</p>
<p style="text-align: justify;">No <strong>MSN</strong> a situação também atinge níveis de bizarrice que se Deus tivesse conhecimento, arrancaria sua cabeça e jogaria no fundo de um pântano como tentativa de&#8230; alívio.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas antes, uma confissão: eu odeio MSN. Uso esta porra em virtude de três objetivos:</p>
<p style="padding-left: 30px; text-align: justify;">1) Falar rapidamente com amigos coisas que tenham uma mínima relevância<br />
2) Falar rapidamente com amigos a fim de descobrir se vai haver aula na faculdade no dia seguinte<br />
3) Mandar o <a title="Que Diabos?" href="http://que-diabos.blogspot.com" target="_blank">Luke</a> carinhosamente se foder</p>
<p style="text-align: justify;">Não consigo manter uma conversa por um longo tempo e não ficar logo de saco cheio. Prefiro me encontrar pessoalmente com a pessoa, conversar, e, se tiver sorte, encher a cara. Claro que de vez em quando dá pra manter um diálogo &#8212; caso a pessoa não seja n00b. Porque se a pessoa for esse tipo de usuário miserável, não há como não querer mandar o meliante a casa de um enorme (pense num palavrão) e em seguida excluí-lo do conversador com o desejo de que esse ato também deletasse sua existência no mundo.</p>
<p style="text-align: justify;">Nem reclamo da abreviação das palavras, pois isso facilita a uma digitação rápida. Mas tem gente que usa mais gifs animados que sites de 1997, fala coisas sem graça, acha graça dessas mesmas coisas e no final usa um &#8220;rsrsrs&#8221;. Desculpa se você também ri assim, mas que risada <strong>horrorosa</strong>. Tem uma menina nos meus contatos que nem isso usa, coloca um &#8220;(risos)&#8221; como sinal de que achou agradável alguma coisa. Porra, <strong>(RISOS)</strong>? Se você é a garota que citei e está lendo isso neste momento, me bloqueie <strong>AGORA</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">Por favor.</p>
<p style="text-align: justify;">Pra finalizar, quero mostrar outra mania que é filhadaputamente incomodativa:</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" title="Olha, eu não sei tirar Print Screen" src="http://i285.photobucket.com/albums/ll45/Jovas-RCC/albumdoorkut.jpg" alt="" width="400" height="300" /></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: center"><span style="font-size: 10pt; font-family: Bookman Old Style;">Fotu legau do meu album do orcut!!11! rsrsrsrsrsrsrsrs<br />
</span></p>
<p style="text-align: justify;">O maluco quer compartilhar uma foto da tela do computador dele, seja do recorde que teve no Paciência, seja de um site de cadáveres que quer mostrar ao amigo necrófilo, seja de qualquer coisa &#8212; principalmente do seu álbum de fotos &#8212; e aí o cara faz o quê?</p>
<p style="text-align: justify;">Pega a câmera de 0.3 megapixels do celular adquirido na feira de trocas e <strong>tira uma foto da tela</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">Agora, se você já fez isso na vida, que os céus tenham piedade da sua alma e segue a dica: vá ao <a title="GOD" href="http://www.google.com.br" target="_blank">Google</a> e escreva exatamente isso: <strong>PRINT SCREEN</strong> &#8212; e vire gente.</p>
<p style="text-align: justify;">(risos)</p>
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		<title>Fim de dia memorável</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Oct 2008 15:30:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jovas</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Nota: os acontecimentos que relatarei a seguir seguem de forma cronológica e aconteceram no final de um dia de trabalho, como posso falar&#8230; interessante. Antes, quero dizer que hoje tenho consciência de 3 certezas infindáveis da vida: Velhos que tem audição equivalente à de um tamanduá surdo são fdps Mendigos poderiam ser uma excelente raça [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><!--adsense--></p>
<p style="text-align: justify; padding-left: 30px;"><strong>Nota:</strong> os acontecimentos que relatarei a seguir seguem de forma cronológica e aconteceram no final de um dia de trabalho, como posso falar&#8230; interessante.</p>
<p style="text-align: justify;">Antes, quero dizer que hoje tenho consciência de 3 certezas infindáveis da vida:</p>
<ol style="text-align: justify;">
<li>Velhos que tem audição equivalente à de um tamanduá surdo são fdps</li>
<li>Mendigos poderiam ser uma excelente raça de políticos</li>
<li style="text-align: justify;">Fingir outra identidade é uma coisa legal <strong>APENAS</strong> nos filmes</li>
</ol>
<p style="text-align: justify;">Tudo teve início no final do dia (Sacou? Início, fim <img src="http://i285.photobucket.com/albums/ll45/Jovas-RCC/sacou.gif" alt="" />&#8230;Tá, deixa pra lá).</p>
<p style="text-align: center;"><strong></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>17:48</strong><br />
Faltando poucos minutos para o expediente do trabalho terminar, a João &#8212; pra quem não lembra, é uma das moças que trabalha comigo &#8212; me passa uma tarefa, digamos, gratificante: carregar pilhas maciças e pesadaças de documentos para setores <strong>EXTREMAMENTE</strong> distantes do meu. Devo ressaltar que esse seria um trabalho apropriado para dois Robocops, mas como sempre fui o escolhido para fazê-lo. Como aparentemente a véia me odeia, não me perguntem por que, creio que o objetivo dela ao me passar tal atividade nada mais era que o óbvio: me foder. O transporte manual dos papéis, destruiria todos os ligamentos da minha coluna com uma eficácia similar ao efeito que um arrastão de praia faria caso passasse por cima da minha pessoa, comigo sendo pisoteado duramente enquanto minha face entra em contato com uma areia repleta de cocô fresco de cachorro.</p>
<p style="text-align: justify;">Por algum motivo sádico, de uns tempos pra cá essa véia não me dá mais moleza. Como vi que não tinha muita opção, fiz duas pilhas com os documentos e fui entregá-los. Na primeira viagem sigo a um setor qualquer, coloco a pilha na mesa do estagiário de lá, o maluco assina o papelzinho de confirmação do recebimento e agora faltava só entregar a segunda pilha de documentos para eu poder ir embora. Volto à minha sala, pego o segundo lote e vou no outro setor determinado.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>17:54</strong><br />
Adentro na sala e percebo que ali só havia uma pessoa, um véio no auge dos seus 60<span style="text-decoration: line-through;">0</span> anos, mexendo num computador.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" title="Véio doidão" src="http://i285.photobucket.com/albums/ll45/Jovas-RCC/oldguy.jpg" alt="" width="450" height="325" /></p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-1010"></span></p>
<p style="text-align: justify;">O senhor obeso está olhando pra na tela do PC como se ali houvesse algum hieroglifo de uma cultura maia desconhecida, cujo segredo era a resposta de como deixar de ser brocha  utilizando supositórios e chá de caules de bambu.</p>
<p style="text-align: justify;">Pois bem, quando chego na entrada da sala, dou uma batidinha na porta como aviso de que havia chegado. O véio não ouve e fica na dele. Novamente bato na porta, só que dessa fez com mais força. Nada do gordo me ouvir. Chego mais perto dele e mando aquela velha tossida que diz &#8220;Fdp tem gente aqui&#8221;, mas nada do maluco me olhar. Porra, eu queria demonstrar um mínimo de educação e anunciar que tava entrando na sala, mas o cara não facilitava. Peguei então a pilha de documentos, joguei na mesa e iniciou-se o diálogo:</p>
<p style="text-align: justify; padding-left: 30px;"><em>&#8211; Senhor, receba esses documentos aqui, por favor.<br />
&#8211; <strong>QUÉ ISSO, RAPAZ! </strong>Como você me dá um susto desse??<br />
&#8211; Eu lhe dei um susto?<br />
&#8211; Claro, chega que nem cobra de mato.<br />
&#8211; Eu bati na porta, meu senhor.<br />
&#8211; Bateu com mão de veludo?<br />
&#8211; Você é um filho da puta surdo? </em>&#8211; Não disse isso, mas pensei. Falei a frase abaixo.<em><br />
&#8211; Não, bati duas vezes até.<br />
&#8211; Eu não sou surdo. Você está achando que sou surdo?</em></p>
<p style="text-align: justify;">Tô achando que você é doido, seu fdp. Que situação maldita era aquela?<br />
<em></em></p>
<p style="text-align: justify; padding-left: 30px;"><em>&#8211; Não, mas agora eu tenho <strong>CERTEZA</strong> como os anos influenciam nas pessoas.<br />
&#8211; Isso mesmo, tem que ter respeito.</em> &#8212; me responde o senhor essa frase totalmente sem nexo.</p>
<p style="text-align: justify;">E nisso ele me dá o recibo e eu saio daquela sala um pouco impressionado com o nível surdez bizarra do cara e plena consciência de que nunca vou esquecer aquele diálogo miserável na vida.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>18:00</strong><br />
Volto à minha sala, me despeço da chefe e vou embora. Tinha marcado com a namorada de ela passar na esquina do quarteirão do trabalho e me buscar por ali. Sigo então até a esquina e me sento no murinho de uma casa que aparentemente só abriga headbangers adoradores do Satã &#8212; toda vez que passo por ali o metal come solto e tenho quase certeza que é no volume mais alto que as caixinhas de som do dono da casa conseguem aguentar.</p>
<p style="text-align: justify;">Fico esperando a namorada e nisso passa um mendigo. Não sei se vocês já notaram, mas mendigos são pessoas que não perdem uma oportunidade sequer. Pode estar passando outro mendigo por eles, mas mesmo assim os caras pedem algum dinheiro.</p>
<p style="text-align: justify;">Então esse cara me vê e vem falar comigo. O bafo de cana era nítido. Aposto que se riscasse um fósforo ali, uma explosão equivalente a uma mini bomba de hidrogênio aconteceria. Quando acabo de falar ao cara que não tinha grana nenhuma, seu radar aguçado de morador de rua captou uma velhinha que carregava compras de supermercado e que naquele momento dobrava a esquina. A esquina era um pouco longe, de início eu não vi a velhinha  aparecer. Nem se eu tivesse um cão farejador especializado em odor de velhinhas que carregam sacolas plásticas, o cachorro ia perceber aquela presença. Mas o mendigo percebeu.</p>
<p style="text-align: justify;">A cena que vi em seguida foi algo demonstrava toda habilidade política que uma pessoa poderia ter.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>18:06</strong><br />
Deveria estar meio puto pela namorada estar atrasada, mas a cena entre o mendigo e a velhinha começou a me entreter.</p>
<p style="text-align: justify;">Num primeiro momento, o mendigo chegou na senhora mandando aquele  clássico pedido protocolo e suas justificativas. Disse que morava longe, tinha 5 filhos pra alimentar e que tava precisando de uma ajudinha. A senhora, ainda segurando as compras, disse que não tinha nenhum trocado naquele momento. O mendigo não se deu por satisfeito e falou que estava &#8220;correndo atrás&#8221; e que até tinha parado de beber pra conseguir um emprego. Porra, das duas uma, ou aquela senhora não tinha olfato pra perceber o potencial etílico que havia naquele maluco, ou ele realmente não bebia e trabalhava numa fábrica cachaça como degustador de baldes de pura cana.</p>
<p style="text-align: justify;">Nesse momento a velhinha começou a ficar comovida. Colocou as compras no chão e começou a procurar na bolsa algum dinheiro sobrando. O mendigo viu que a senhora tinha abaixado a guarda e então deu início a uma distribuição sonora de frases desconexas e aleatórias. Seu objetivo era confundir mais a velhinha e arrecadar tudo que fosse possível dela. Vi quando o cara disse &#8220;Sou da igreja&#8221; e o diabo da velha começou a tirar algumas compras que ela tinha feito e encher o saco de entulhos que o malucão carregava. Acho que se ela não tivesse na menopausa, até absorvente o mendigo político tinha conseguido que ela lhe desse.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>18:10</strong><br />
Depois de praticamente dar 70% das compras ao mendigo, eles se separam e a velhinha segue para sua casa. Que eu não sabia, mas era a <strong>casa dos headbangers</strong>. A senhora me dá boa noite, eu retribuo e confesso que fiquei com vontade de pedir um pacotinho de Cheetos que eu vi numa de suas sacolas. A chance de ela me dar, pelo visto, eram imensas, mas nessa hora um carro pára ali perto de mim e dá uma buzinada. Detalhe, o carro era <strong>IGUAL</strong> ao da minha namorada. Mesma cor, vidro fumê, buzina parecida e tal. Pensei &#8220;É ela&#8221;. Sigo para o veículo e quando abro a porta e já vou entrando com um sorrisão, percebo que quem dirigia o carro era um cara. Um cara de cabeça raspada, orelha de lutador de jiu-jitsu e <strong>EXTREMAMENTE</strong> forte. Sim, eu tinha errado de carro.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" title="Clássico e OBS: ODEIO esse moleque do filme." src="http://i285.photobucket.com/albums/ll45/Jovas-RCC/sylvesterstallone-over-the-top.jpg" alt="" width="350" height="341" /></p>
<p style="text-align: justify; padding-left: 30px;"><em>&#8211; Quem é você, rapá?!111!!111! </em>&#8211; retruca o halterofilista.<em><br />
&#8211; &#8230;<br />
&#8211; TE CONHEÇO, RAPÁ???<br />
&#8211; Err&#8230; eu pensei que você fosse um conhecido meu. Sou o&#8230; Tobias.<br />
&#8211; Eu não conheço nenhum Tobias! E que conhecido seu, maluco??</em></p>
<p style="text-align: justify;">O cara estava realmente bravo. E eu me perguntava porque estava tão inspirado para conversar com pessoas cujo manter um diálogo não era exatamente uma boa idéia.</p>
<p style="text-align: justify; padding-left: 30px;"><em>&#8211; O&#8230; </em>(penso num nome de um pagodeiro frequentador de academia) <em>&#8230;Marcão.<br />
&#8211; Marcão?<br />
&#8211; Sim, rapá, Marcão. Não conhece?<br />
&#8211; Cê tá falando do Marcos, meu primo?<br />
&#8211; &#8230; Sim?<br />
&#8211; Ahh, rapaz, acho que você deve ter me confundindo com ele. A gente se parece mesmo. Toca aqui, Tobias!</em></p>
<p style="text-align: justify;">Nesse instante o cara apertou minha mão e doeu. Mas não é aquela dorzinha de quando você dá uma cabeçada na parede. Porque essa é uma dorzinha se você comparar com o aperto de mão que o cara me retribuiu.</p>
<p style="text-align: justify; padding-left: 30px;"><em><em>&#8211; Cara, mas é isso aí, vou ter que ir nessa! Manda um abraço pro Marcão!</em></em> &#8212; falei em seguida.<em><em><br />
&#8211; Pode deixar! De vez em quando ele pega carona comigo nesse horário e a gente passe aqui nessa rua. Com certeza a gente fala outro dia!</em></em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>18:16</strong><br />
Fui aguardar minha namorada em outra rua e hoje tenho certeza que vou evitar com todas as minhas forças ficar esperando carona naquela esquina, mesmo se a velhinha quiser me dar Cheetos diários.</p>
<p style="text-align: center"><!--adsense#Todos_os_posts_rodape--></p>
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		<title>Incompetência cotidiana</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Sep 2008 12:26:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jovas</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Vamos falar sobre uma coisa que está no mundo há muito tempo, mas desde que os seres humanos surgiram, se manifesta de uma maneira absurdamente forte: incompetência. Quando apenas havia na Terra os animais, esses que de um modo presunçoso chamamos de &#8220;irracionais&#8221;, era normal algum bicho fazer uma cagada aleatória, por exemplo. Mas, ei, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><!--adsense--></p>
<p style="text-align: justify;">Vamos falar sobre uma coisa que está no mundo há muito tempo, mas desde que os seres humanos surgiram, se manifesta de uma maneira absurdamente forte: <strong>incompetência</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando apenas havia na Terra os animais, esses que de um modo presunçoso chamamos de &#8220;irracionais&#8221;, era normal algum bicho fazer uma cagada aleatória, <a title="Cachorro doido. Cê já viu no Faustão" href="http://br.youtube.com/watch?v=XD4WnQ1pvMI" target="_blank">por exemplo</a>. Mas, ei, na escala evolutiva eles estão num nível, digamos,  inferior ao <em>homo sapiens</em> &#8212; e se você achou esse texto diretamente de uma lan house e essa informação sobre evolução foi algo que você até hoje não tinha notado, tenha pena da sua alma. Pelo menos alguma desculpa eles têm para não conseguir fazer certas tarefas. Agora, o ser humano não fazer atividades que até um esquilo sequalado faria&#8230; tem algo <strong>MUITO</strong> errado aí.</p>
<p style="text-align: justify;">Ontem, no meio do expediente do trabalho, achei entre os bilhetes de recados importantes este papel:</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" title="ÓTIMO passatempo" src="http://i285.photobucket.com/albums/ll45/Jovas-RCC/papelcarimbado.jpg" alt="" width="250" height="333" /></p>
<p style="text-align: justify;">Era um pedacinho de papel preenchido com tinta do carimbo que serve para fazer a enumeração de certos documentos. Estava na minha mesa, sendo que no dia anterior não. E a respeito dessa mesa, as únicas pessoas que a utilizam são o estagiário da manhã e eu. Concluí que quem deve ter deixado isso lá foi o estagiário matutino, pois estava numa das &#8220;nossas&#8221; pastas. Até aí, tudo bem.</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-1104"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Entretanto, logo percebi que aquele papel borrado não tinha sido usado para ver se o carimbo tinha tinta embutida, por exemplo. Porque ou o cara gosta <strong>MUITO</strong> de carimbar, ou essa foi a checada mais imbecil que já vi na vida, visto o abuso no gasto da tinta. Então pra mim ficou claro o seguinte: aquele pedaço de A4 tinha sido um <strong>passatempo</strong>. O cara não tinha o que fazer, borrou o papel. Quem nunca rabiscou um caderno durante uma aula chata, né verdade? Só que a não ser que você esteja numa aula de informática que está sendo dada por um professor cego, cê não tem <strong>internet ilimitada na sua frente</strong>. E esse meu amigo do turno da manhã tinha. Uma ferramenta que fornece desde <a title="Peça pra sua mãe fazer!" href="http://anamariabraga.globo.com/receitas.asp?id1=1960" target="_blank">receitas de bolo de mandioca</a> a manuais de <a title="Pra você é útil, eu sei." href="http://bobagento.com/tutorial-como-fazer-uma-vagina-artificial-caseira/" target="_blank">como fazer uma vagina artificial caseira</a>, e o maluco tava lá, em frente ao computador, com tudo disponível, mas fazendo uma pintura abstrata com tinta preta. Deve ser porque sites de relacionamento tem acesso  bloqueado.</p>
<p style="text-align: justify;">Definitivamente não me conformei com essa porra.</p>
<p style="text-align: justify;">Não é nada que se compare à minha chefe &#8212; que não sabe abrir emails &#8211;, mas como a internet está em todos os cantos&#8230; deixemos minha chefe de lado.</p>
<p style="text-align: justify;">A partir disso, comecei a lembrar de outros exemplos que fazem a raça humana ser uma espécie vergonhosa.</p>
<p style="text-align: justify;">Eu tenho um amigo &#8212; outro exemplo real &#8212; que no fim do período passado da faculdade, estava com notas bastante similares às minhas. Basicamente muito fudido. E uma das disciplinas em que faltávamos passar, exigia  como trabalho final uma matéria. Tipo essas de revista, sobre qualquer tema. Coisa simples, nada complicado. Mas eis que no dia anterior a entrega do trabalho, meu amigo aparece no MSN visivelmente sem saber o que fazer. Segue o diálogo:</p>
<p style="padding-left: 30px;"><em>&#8211; Cara, você já fez a matéria da Katrina? </em>&#8211; nome fictício da professora.<em><br />
&#8211; Já. Escrevi uma parada aqui </em>&#8211; respondi.<em><br />
&#8211; Puta merda, eu tô sem idéias. Diz aí o que faço&#8230;<br />
&#8211; Cara, não sei. Tô tentanto zerar Super Mario World e o bicho tá pegando.<br />
&#8211; Fudeu. E agora?<br />
&#8211; Sei lá, <strong>copia algo da internet</strong></em>.</p>
<p style="text-align: justify;">E nisso saí do MSN.</p>
<p style="text-align: justify;">Esse não foi um conselho muito exemplar a ser dado, mas era isso e acabava a conversa logo ou morria pra um Koopa Troopa. O que eu não sabia é que meu amigo ia ser incompetente.</p>
<p style="text-align: justify;">Dias depois de a professora receber as matérias, ela mandou emails individuais para cada aluno com suas devidas notas. Passei tranquilamente, mas meu amigo não. Por quê? A professora DESCOBRIU que ele tinha copiado a matéria. Puta que pariu, mas essa mulher é ninja, pensamos. Não. Eu não sabia, mas ele  me revelou depois de uns dias que havia copiado uma matéria do <a title="The Times" href="http://www.nytimes.com/" target="_blank">New York Times</a>, jogado no tradutor do Google e dado uma melhorada no texto final. Repetindo, o maluco copiou uma matéria do <strong>TIMES</strong> e entregou a uma professora de <strong>JORNALISMO</strong>. Nem fazer uma cola vagabunda o cara conseguiu.</p>
<p style="text-align: justify;">E no <strong>orkut</strong>?</p>
<p style="text-align: justify;">No orkut a galera consegue destruir a definição de &#8220;não acredito nesta porra&#8221; usando um computador pago em 72 vezes e uma câmera de celular roubado, em um tempo menor do que eles conseguem escrever &#8220;Saçi&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Usando um exemplo que vi dia desses no blog do Thomas, veja a figura abaixo:</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" title="Esperta" src="http://i285.photobucket.com/albums/ll45/Jovas-RCC/depoimento.jpg" alt="" width="450" height="231" /></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: center"><span style="font-size: 10pt; font-family: Bookman Old Style;">Post completo <a title="Cagadas no orkut" href="http://papodebar.brogui.com/2008/09/11/cagadas-do-orkut-3/" target="_blank">aqui</a></span></p>
<p style="text-align: justify;">Uma mulher mandou um depoimento para outra, com alguns links de fotos em que ela aparecia nua. Analisando cada uma delas, vemos o seguinte:</p>
<ul>
<li style="text-align: justify;">A moça que mandou os links é ignorante por duas razões: a primeira é que não se envia links com fotos de você em situações que podem lhe transformar numa pessoa extremamente zoada para toda eternidade. Principalmente se você tiver uma amiga burra. Mas como eu sei que sua amiga é burra? Olhei o perfil dela. A segunda razão do porquê de a peladona ser absolutamente sem noção é que ela disse <em>&#8220;(&#8230;) as fotos ficaram <strong>ótimas</strong>&#8220;</em>. <strong>CERTEZA?</strong></li>
<li style="text-align: justify;">Já a moça que aceitou o depoimento, certamente é a mesma que ao receber um email com o  assunto &#8220;Fotos da gente ontem em Búzios&#8221; e o nome do remetente é &#8220;Astolfo&#8221;, ela abre o email &#8212; mesmo que não conheça <strong>NENHUM</strong> Astolfo e que só tenha visitado Búzios no sonho que teve com aquele ator do Teste de Fidelidade.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Pra finalizar, assistam o clipe abaixo:</p>
<p align="center"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/9SVVKbfad_0&amp;hl=pt-br&amp;fs=1" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/9SVVKbfad_0&amp;hl=pt-br&amp;fs=1" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: center"><a title="Maravilha, rapaz!" href="http://www.youtube.com/watch?v=9SVVKbfad_0" target="_blank"><span style="font-size: 10pt; font-family: Bookman Old Style;">Link do vídeo pra galera do Feed</span></a></p>
<p style="text-align: justify;">Percebam a qualidade das rimas, métrica, melodia, fotografia, letra e &#8212; a parte que eu mais &#8220;gostei&#8221; &#8212; o momento que Kelly Key fala pra outra pessoa procurar neurônios. Puta merda.</p>
<p style="text-align: justify;">Só que ela é esperta, tá lucrando. Incompetente é quem consegue gostar.</p>
<p style="text-align: justify;">PS1: Kelly Key, se no futuro neurônio for vendido na feira e em seguida o pessoal se tocar da qualidade musical que você produz, certamente vão querer ir pro inferno por serem seus fãs, porém antes jogarão garrafas de 20L de coquetéis Molotov na sua cabeça.</p>
<p style="text-align: justify;">PS2: Só consegui assistir o vídeo até 1:04. Sério.</p>
<p style="text-align: justify;">PS3: Um fato que estou comprovando é que de algumas semanas pra cá, quanto mais publico posts, menos o pessoal tá comentando. Que porra é essa, minha gente? Vou parar de escrever. Mentira. Mas escrevam e me dêem um sorriso, malditos.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>[UPDATE]</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><em>&#8220;Comments Off&#8221;</em>?! Hackearam essa porra ou o quê? Durante quase todo o dia os comentários estiveram fechados. Não sei se foi incompetência minha ou do WordPress, mas <strong>AGORA</strong> tá tudo liberado!</p>
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		<title>[PROMOÇÃO] Conte a SUA História</title>
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		<pubDate>Thu, 04 Sep 2008 16:07:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jovas</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Ignorei todas as leis econômicas que um ser em sã consciência e em fase de semi-falência pessoal deve seguir e resolvi fazer uma PROMOÇÃO. Quem lê este blog sabe que gosto de contar coisas que se passaram comigo, histórias legais que me fazem pensar &#8220;PQP, esse dia foi realmente memorável&#8221; e aí mando pra cá [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><!--adsense--></p>
<p style="text-align: justify;">Ignorei todas as leis econômicas que um ser em sã consciência e em fase de semi-falência pessoal deve seguir e resolvi fazer uma <strong>PROMOÇÃO</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">Quem lê este blog sabe que gosto de contar coisas que se passaram comigo, histórias legais que me fazem pensar <em>&#8220;PQP, esse dia foi realmente memorável&#8221;</em> e aí mando pra cá e compartilho com vocês certas passagens que de alguma forma foram especiais. Ou não. Enfim, eu gosto dessa magia que o cotidiano pode passar.</p>
<p style="text-align: justify;">Então, a promoção é a seguinte:</p>
<p style="text-align: justify;">A melhor história cujo enredo gire em torno de <strong>bebida</strong> OU <strong>mulher</strong> (troque para &#8216;homem&#8217;, caso você seja uma fêmea) OU alguma <strong>situação constrangedora</strong> concorre ao prêmio.</p>
<p style="text-align: justify;">Se você tiver uma história com os três temas ditos acima juntos, melhor ainda. A coisa é MUITO abrangente, a história tanto pode falar de apenas um tema dentre esses três, como a vez que você <a title="Às vezes o dia da ressaca é melhor" href="http://www.recomendocomcerveja.com/2008/05/27/as-vezes-o-dia-da-ressaca-e-melhor/" target="_blank">bebeu e voltou pra casa a pé</a>, quanto a vez que você bebeu e deu vexame dançando nu, e ainda melhor se for sobre aquele dia que você bebeu, ficou com uma menina que a galera apelidava de &#8220;Mamute&#8221; e só por isso já passou pelos três temas, principalmente pela situação constrangedora.</p>
<p style="text-align: justify;">A melhor leva o quê? O livro <strong><a title="Boas histórias aqui também" href="http://www.spectroeditora.com.br/autores/bukowski/livros/fabulario.php" target="_blank">Fabulário Geral do Delírio Cotidiano</a></strong> do <a title="Velho Buk" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Charles_Bukowski" target="_blank">Charles Bukowski</a>. Já falei dele por <a title="5 pessoas que você gostaria de conhecer" href="http://www.recomendocomcerveja.com/2008/07/03/5-pessoas-que-voce-gostaria-de-conhecer/" target="_blank">aqui</a> e posso afirmar que é um EXCELENTE escritor.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" title="Corajoso" src="http://i285.photobucket.com/albums/ll45/Jovas-RCC/gordinha.jpg" alt="" width="397" height="300" /></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: center"><span style="font-size: 10pt; font-family: Bookman Old Style;">VOCÊ pode ganhar, meu amigo corajoso!</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-960"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Não importa o lugar que aconteceu, nem a época, mas seguindo pelo menos um desses temas, tá valendo. Caso você tenha um blog, publica a história nele, manda um link aqui pra este post enviando um pingback/trackback. Se o link não &#8216;vier&#8217;, comente para avisar sobre a participação. Se você não tiver um blog, escreva a história nos comentários mesmo e avisa da participação. PORÉM, tem que residir no Brasil, pois promoções mundiais vão ocorrer mais no futuro.</p>
<p style="text-align: justify;">O juri formado pela minha pessoa decidirá qual foi a melhor história e depois enviará o livro ao sortudo. Caso você já tenha tal exemplar, vemos outro para ser dado.</p>
<p style="text-align: justify;">A Promoção começa <strong>HOJE</strong> (4 de Setembro) e termina em 4 de Outubro. O resultado sai no dia 6.</p>
<p style="text-align: justify;">Então é isso, capricha na gramática (textos em <em>miguxês</em> nem vou fazer questão de ler) e conta sobre aquela vez que cê agarrou aquela banguela &#8212; principalmente tu que nem bebe.</p>
<p style="text-align: justify;">Você tem <strong>um mês inteiro</strong> para compartilhar suas memórias e de quebra concorrer a um livro excelente e totalmente de <strong>GRÁTIS</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">Divulguem e sejam felizes.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>[UPDATE]</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Ou quem quiser enviar alguma história nefasta e não quer escrever como comentário, envia um email pra <strong>jovas[arroba]recomendocomcerveja.com</strong> <img src='http://www.recomendocomcerveja.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: center"><!--adsense#Todos_os_posts_rodape--></p>
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		<title>Perguntas aleatórias difíceis</title>
		<link>http://www.recomendocomcerveja.com/2008/08/27/perguntas-aleatorias-dificeis/</link>
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		<pubDate>Thu, 28 Aug 2008 00:35:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jovas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
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		<description><![CDATA[Diariamente me deparo com certas situações que me deixam deveras confuso. Situações que parecem não ter uma resposta concreta e universal e me fazem exclamar mentalmente um &#8220;QUE PORRA É ESSA?!&#8220;. A respeito disso, formulei algumas perguntas sobre esses momentos que deixam encucado qualquer ser humano normal. Vamo lá. Qual olho de um vesgo deve-se [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><!--adsense--></p>
<p style="text-align: justify;">Diariamente me deparo com certas situações que me deixam deveras confuso. Situações que parecem não ter uma resposta concreta e universal e me fazem exclamar mentalmente um &#8220;<strong>QUE PORRA É ESSA?!</strong>&#8220;. A respeito disso, formulei algumas perguntas sobre esses momentos que deixam  encucado qualquer ser humano normal. Vamo lá.</p>
<p><img class="alignleft" style="float: left;" src="http://i285.photobucket.com/albums/ll45/Jovas-RCC/vesgao-2.jpg" alt="" width="107" height="160" /></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Qual olho de um vesgo deve-se olhar?</strong><br />
Tem um garçom &#8212; chamemo-lo de Camaleão &#8212; de um buteco que frequento que é zarolhaço, mas <strong>MUITO</strong> vesgo mesmo. Enquanto pessoas normais só conseguem manter seus globos oculares paralelos (não vale ficar zarolho de propósito) o tiozão consegue eternamente fazer um olhar cujo ângulo de alinhamento de seus olhos atinge, <strong>SEM BRINCADEIRA</strong>, uns 90º.<br />
Quando vou fazer um pedido, encaro sempre a parte acima do nariz, entre os dois olhos.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p><img class="alignright" style="float: right;" src="http://i285.photobucket.com/albums/ll45/Jovas-RCC/emails.jpg" alt="" width="158" height="210" /></p>
<p style="text-align: justify;">Outra coisa que não compreendo são aquelas pessoas que ainda hoje teimam em fazer <strong>emails com prazo de validade</strong>. Exemplo: Suponha que você estuda no colégio Sardinhas Peixoto. Um dos integrantes da sua sala é o Fabinho. Fabinho, 19 anos, é um daqueles seus colegas de turma que é estranho a beça, não fala com ninguém, usa mullets e é fã ardoroso do Christian &amp; Ralf. Eis que num certo dia uma das professoras resolve passar um trabalho para ser feito em dupla e, por algum motivo não dito, ela é quem decide escolher as pessoas que farão essas duplas. Por você ter rido dos <a title="TUDO é diabólico" href="http://www.recomendocomcerveja.com/2008/08/13/vamos-brincar-de-viajar/" target="_blank">vídeos do Pastor Josué Yrion</a>, Deus resolve sacanear e faz a professora escolher o Fabinho pra ser seu par. Você então vai atrás do cara pra agilizarem a produção da bagaça e segue o diálogo:</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-889"></span></p>
<p style="text-align: justify; padding-left: 30px;"><em>&#8211; Fabinho, err&#8230; cara, estudo com você há 5 anos, mas a gente não tem nenhum contato. <span style="text-decoration: line-through;">Cê tem vida?</span> Cê tem email? Pra gente resolver do trabalho e tal&#8230;<br />
&#8211; Tenho sim. Anotaí: <strong>fabinho_14_speixoto@email.com</strong>.<br />
&#8211; Ah&#8230; beleza.</em></p>
<p style="text-align: justify;">O email tem a idade do cara de 5 anos atrás e ainda nome do colégio. A idade passou mas ele continua usando o email. Provavelmente quando sair do colégio, continuará usando esse mesmo endereço. Mas o que custa fazer um email apenas com seu nome e sobrenome, putaquepariu?!</p>
<p><img class="alignleft" style="float: left;" src="http://i285.photobucket.com/albums/ll45/Jovas-RCC/gordaa-1.jpg" alt="" width="140" height="210" /></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Como descobrir se aquela gordaça na fila do banco ou em pé dentro do busão lotado é apenas uma gordaça ou uma gorda grávida?</strong><br />
Vi uma dessas cenas hoje. Estava num ônibus entupido indo para a faculdade a fim de assistir uma das últimas aulas desse período que me toma um tempo miserável, quando sobe mais uma remessa do gado universitário no busão e uma dessas cabeças é uma moça na casa dos seus 30 anos. E 30 arrobas. A cena era eu sentado e a moça gorda em pé logo a frente. Pra mim estava tudo normal, até que o cara que tava do meu lado levantou e ofereceu o assento para que a mulher descansasse pois, eu não tinha notado, mas ela era uma <strong>gorda grávida</strong>. Porra, não tem como saber. NÃO TEM. A não ser que exista uma fórmula para distinguir uma barriga nutrida a base de gordura e um ventre com um ser humano em formação embutido.</p>
<p style="text-align: justify;">Pior que notei que logo após ela sentar ao meu lado começou a encher as bochechas de ar, como se o chacolejar do ônibus estivesse lhe provocando algum enjôo. Por sorte desci antes da mulher chegar no ponto de regurgitar.</p>
<p><img class="alignright" style="float: right;" src="http://i285.photobucket.com/albums/ll45/Jovas-RCC/tapete.png" alt="" width="150" height="114" /></p>
<p style="text-align: justify;">E sabe aqueles <strong>programas que passam na madrugada, que trabalham com leilões e venda direta por TV</strong> com jóias notavelmente caras e tapetes persas made in China? <strong>ALGUÉM COMPRA AQUILO?</strong><br />
Pelo estilo das mercadorias, o público que aqueles caras querem atingir são as aposentadas que não tem mais onde gastar o dinheiro da pensão e, por consequência, comprariam alguma pequena pedra de topázio ou ametista por um preço equivalente a de um rim fresco no mercado negro. Mas eles realmente acham que essas coroas vão estar acordadas às 4 da madrugada? Talvez aquelas velhinhas que acordam cedo pra se exercitar na avenida&#8230; Bom, vocês entenderam.</p>
<p style="text-align: justify;">E uma última dúvida.</p>
<p style="text-align: justify;">Desde os primórdios do capitalismo, homens não tão desenvolvidos visualmente, mas possuidores de carteiras recheadas, conseguem mulheres gostosas para que sejam suas por um preço que pra eles é basicamente baixo. Com o passar dos anos essa rotina de casais continuou e hoje, com uma pequena andada na rua,  vemos tranquilamente seres bizarros acompanhados de mulheres que sabem que eles são bizarros, mas por também saberem que eles podem comprar diversas coisas que elas não comprariam se continuassem trabalhando de manicure, continuam fornecendo a esses caras. Vide <a title="Ronaldão and Cica" href="http://i285.photobucket.com/albums/ll45/Jovas-RCC/cicarelliRonaldo.jpg" target="_blank">Seu Ronaldão</a>.</p>
<p style="text-align: justify;">E não tem essa de <em>&#8220;Ah, mas e se o cara for legal?&#8221;</em>. Não, ele não é legal. Você pode até conhecer algum, mas esse do meu exemplo não é legal. Ele gosta de Faustão e de peidar no almoço o resultado da buchada do café da manhã. Então, como $abemos, essa não é uma pergunta dificilmente de ser respondida o porquê.</p>
<p style="text-align: justify;">PORÉM, <strong>alguém me explique isso</strong>:</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" title="WTF?" src="http://i285.photobucket.com/albums/ll45/Jovas-RCC/wtffffffff-1.jpg" alt="" width="575" height="373" /></p>
<p style="text-align: justify;">EU NÃO ENTENDO.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>[update]</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Pros que não sacaram, a figura do meio da foto acima é uma <a title="Zolha no Google" href="http://www.google.com.br/search?hl=pt-BR&amp;client=firefox-a&amp;rls=org.mozilla%3Apt-BR%3Aofficial&amp;hs=uV5&amp;q=Samantha+Ronson&amp;btnG=Pesquisar&amp;meta=" target="_blank">mulher</a>.</p>
<p style="text-align: center"><!--adsense--></p>
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		<title>Esperando o ônibus com o bebum</title>
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		<pubDate>Thu, 21 Aug 2008 10:16:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jovas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bizarro]]></category>
		<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[ônibus]]></category>
		<category><![CDATA[bêbado]]></category>
		<category><![CDATA[constrangedora]]></category>
		<category><![CDATA[fdp]]></category>
		<category><![CDATA[Paul Sênior]]></category>
		<category><![CDATA[Seu Madruga]]></category>
		<category><![CDATA[situação]]></category>
		<category><![CDATA[terminal]]></category>

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		<description><![CDATA[Você certamente já teve um dia em que estava andando na rua sem querer nada e então é parado por algum ser fora de suas faculdades mentais. Você se vê num quadro nada interessante, pois tem um doido na sua presença. Ou nunca passou por isso? Pois eu JÁ. Passei por uma situação inédita ontem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><!--adsense--></p>
<p style="text-align: justify;">Você certamente já teve um dia em que estava andando na rua sem querer nada e então é parado por algum ser fora de suas faculdades mentais. Você se vê num quadro nada interessante, pois tem um doido na sua presença. Ou nunca passou por isso? Pois eu JÁ.</p>
<p style="text-align: justify;">Passei por uma situação inédita ontem quando estava indo ao trabalho.</p>
<p style="text-align: justify;">Saí da faculdade depois de fazer uma prova miserável e me dirigi ao terminal de ônibus, que é um lugar em que estudantes desprovidos de motor lutam por suas vidas ao mesmo tempo em que tentam subir nos busões &#8212; veículos que carinhosamente gosto de definir como &#8220;paus-de-arara urbanos&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Então, adentro no terminal e fico esperando meu transporte, de braços cruzados e olhando o horizonte, atento à chegada do bus e já calculando onde me posicionar quando ele chegasse. Era um típico dia de stress pré-work quando, <strong>DO NADA</strong>, me aparece um bêbado (era 13h da tarde e o maluco tava bebaço já) e começa a falar comigo palavras que só agora ao escrever e puxando pela memória,  pude traduzir de uma forma fiel.</p>
<p style="text-align: justify;">Vale lembrar que o  indivíduo era um desses malucos com cara de pedreiro, meio parrudo (não desmerecendo a classe trabalhadora dos tijolos, mas vocês são assim mesmo, cês sabem), e mesmo sem muitos músculos você sabe que no quesito força bruta um cara desses é alto nível. Veja bem, uma pessoa que mesmo não sendo visualmente musculosa, mas que carrega 18 vezes o seu peso quando transporta sacos de cimento é MUITO forte se você comparar com qualquer pitboy de academia. Pitboys querem parecer fortes, mas não são. Pedreiros querem ter dinheiro, mas são extremamente fortes.</p>
<p style="text-align: justify;">O cara então começa a falar:</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" title="Fortão mal encarado" src="http://i285.photobucket.com/albums/ll45/Jovas-RCC/PaulSenior.jpg" alt="" width="272" height="300" /></p>
<p style="text-align: center;"><em>&#8211; Amigo&#8230; você é alto e forte mas você tem que considerar as pessoas.</em><em>..</em></p>
<p><span id="more-832"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Pausa aí. Alto eu sou, mas mais forte que você, nem fudendo, meu amigo. Eu não costumo derrubar muros usando as mãos limpas.</p>
<p style="text-align: justify;">E quando ele falou &#8220;&#8230;<em>mas você tem que considerar as pessoas&#8221;</em>, imaginei que o maluco não tinha ido com minha cara, já que eu tava lá na minha de braços cruzados e tal. Então era isso, um bêbado estilo Wolverine não tinha ido com minha cara. <strong>ÓTIMO</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">Continuemos.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>&#8211; É isso mesmo, cara, tem que considerar</em> &#8212; respondo enquanto olho pros lados e MUITA gente vê minha situação nada atrativa.<br />
<em>&#8211; Então&#8230; tem que me considerar, meu patrão&#8230;<br />
&#8211; Ué, e eu considero.</em><br />
Nisso o cara segura minha mão aplicando aproximadamente 800 newtons de força e confesso que imaginei que alguma merda iria acontecer.<br />
<em>&#8211; Então cê considera&#8230; Ainda bem, pensei que não. Depois daquele dia no bar pensei isso&#8230;</em></p>
<p style="text-align: justify;">Puta merda, o cara tinha me confundido com algum bêbado derretedor de fígado conhecido dele.</p>
<p style="text-align: justify;">Que bar, seu filho da puta? O bar que eu frequento vende cerveja gelada e aperitivos cheios de colesterol. Nos que você vai, cê toma álcool etílico absoluto, seu maldito.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>&#8211; Cara, cê tá me confundindo.<br />
&#8211; Tô NÃO! </em>&#8211; 2500 newtons colocados em minha mão.</p>
<p style="text-align: justify;">Pensei então que se seguisse o protocolo anti-doido e empurrasse o maluco poderia me safar daquela situação, mas e se eu não tivesse força suficiente para fugir do raio de alcance do cara e ele quisesse <em>fight</em> ali no meio do terminal? Seria um azar do caralho. Como o cara nem piscava, imagine cambalear, julguei que os reflexos dele estavam aptos a uma briga até a morte.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>&#8211; Amigo</em> &#8212; falei &#8212; <em>mas eu te considero. PRACARALHOMERMÃO!</em> &#8212; apertando a mão dele em 8 newtons, que era a força máxima que eu estava conseguindo aplicar.<br />
<em>&#8211; Opa, taí, gostei de você!</em> (?)<br />
<em>&#8211; É, tem que considerar.<br />
&#8211; Então, meu chegado patrão&#8230; tem uma ajuda aí pro considerado aqui encher a tarde no passatempo?</em> &#8212; perguntou.</p>
<p style="text-align: justify;">Como eu ACHAVA que estava sem dinheiro (que erro), falei:</p>
<p style="text-align: justify;"><em>&#8211; Cara, eu não tenho nada na carteira. Como você é chegado e quero que vá pedir  ajuda pro passatempo pra algum outro chegado, vou te mostrar e você vaza.<br />
&#8211; Cadê&#8230;</em> &#8212; 8000 newtons em minha mão já com ossos dilacerados.</p>
<p style="text-align: justify;">Abri a carteira e tinha uma nota de 10 reais. Quase o bêbado via, mas fechei rapidamente a parte das notas e fui ao compartimento das moedas. Tinha duas de 25 centavos. Tirei uma.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>&#8211; Porra, pra sua sorte tenho 25 centavos, malucão </em>&#8211; já apelidando o cara pois vi que, como ele disse, eu era considerado (?) e já defini que tinha essa liberdade<em>.<br />
&#8211; Tem mais ali&#8230;<br />
&#8211; Mas ali é pro almoço, cara</em> &#8212; nem era, mas não queria dar mais dinheiro pro bebum.<br />
<em>&#8211; CHEGADO, VOCÊ NÃO ME CONSIDERA??!</em> &#8212; nessa hora eu perdi a mão.<br />
<em>&#8211; CONSIDERO, PORRA, TOMAQUI!</em> &#8212; me impondo. Eu tinha um certo medo, mas demonstrar isso, nunca.</p>
<p style="text-align: justify;">Prezei por não sair rolando pelo chão e alegrei o cara dando os outros 25 centavos.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" title="Pedreiro feliz" src="http://i285.photobucket.com/albums/ll45/Jovas-RCC/paul_sr2.jpg" alt="" width="378" height="250" /></p>
<p style="text-align: justify;">O doidão fez uma cara de feliz, sorriu mostrando sua falta de dentes e algum esmalte marrom nos que ainda ali ainda existiam e virou de costas, se encaminhando ao bar mais próximo. Pude perceber que o cara tinha uma tatuagem borrada na parte de trás do braço, tipo <a title="Tatuagem do Madruguete" href="http://i285.photobucket.com/albums/ll45/Jovas-RCC/SeuMadrugaechaves.jpg" target="_blank">aquela do Seu Madruga</a>.</p>
<p style="text-align: justify;">E nesse tempo todo meu ônibus não tinha passado. Chegou quando o tiozão já devia estar gastando meus 50 centavos em alguma dose de veneno de alambique. Aprecio bêbados e as pessoas que segue a arte do embebedamento, mas nesse nível atômico não.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas fiquei com uma dúvida, com quem será que esse maldito me confundiu?</p>
<p style="text-align: center"><!--adsense#Todos_os_posts_rodape--></p>
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		<title>Propaganda que gostaria de ver</title>
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		<pubDate>Thu, 21 Aug 2008 10:05:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jovas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[Culinária]]></category>
		<category><![CDATA[Imagens]]></category>
		<category><![CDATA[comida]]></category>
		<category><![CDATA[cozinhar]]></category>
		<category><![CDATA[Engraçado]]></category>
		<category><![CDATA[imagem]]></category>
		<category><![CDATA[mastercard]]></category>
		<category><![CDATA[mãe]]></category>
		<category><![CDATA[não sabe]]></category>
		<category><![CDATA[propaganda]]></category>
		<category><![CDATA[tadinha]]></category>

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		<description><![CDATA[Eu sempre achei que minha mãe não cozinhava muito bem. Ela sempre se irrita se eu reclamo que algo não tá muito mastigável e bonito de comer, rebatendo ao dizer  que está bom. Mas quando num certo dia ela me disse que não gostava muito de pilotar um fogão, tive a quase certeza que estava [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><!--adsense--></p>
<p style="text-align: justify;">Eu sempre achei que minha mãe não cozinhava muito bem. Ela sempre se irrita se eu reclamo que algo não tá muito mastigável e bonito de comer, rebatendo ao dizer  que está bom. Mas quando num certo dia ela me disse que não gostava muito de pilotar um fogão, tive a quase certeza que estava certo. Depois do que vou lhes mostrar,  tive certeza total.</p>
<p style="text-align: justify;">Fui à cozinha tentar encontrar algo pra comer e acabei achando um bilhete.</p>
<p style="text-align: justify;">Enquanto escrevo outro post, fiquem com a propaganda que eu adoraria ver por aí.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://i285.photobucket.com/albums/ll45/Jovas-RCC/Propagandinha.jpg" alt="" width="375" height="600" /></p>
<p style="text-align: justify;">P.S.: <a title="Olhômetro" href="http://olhometro.com" target="_blank">Ana</a>, endereço na imagem. Vamo ver o que acontece. =D</p>
<p style="text-align: center"><!--adsense#Todos_os_posts_rodape--></p>
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		<title>Infância Traumática &#8211; Parte 2</title>
		<link>http://www.recomendocomcerveja.com/2008/08/05/infancia-traumatica-parte-2/</link>
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		<pubDate>Tue, 05 Aug 2008 11:18:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jovas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[Nostalgia]]></category>
		<category><![CDATA[acarajé]]></category>
		<category><![CDATA[bicicleta]]></category>
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		<category><![CDATA[histórias]]></category>
		<category><![CDATA[infância]]></category>
		<category><![CDATA[traumas]]></category>

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		<description><![CDATA[Depois de passar uma semana sem atualizar essa joça — fui pecador —, estamos de volta com a programação normal e para compensar trago um post que continua uma saga que por motivos vergonhosos não ia continuar, mas para a alegria de VOCÊS vamos a segunda parte da antologia Infância Traumática. No primeiro post contei [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><!--adsense--></p>
<p style="text-align: justify;">Depois de passar uma semana sem atualizar essa joça — <a title="Você também é que eu sei" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Pregui%C3%A7a_(pecado)" target="_blank">fui pecador</a> —, estamos de volta com a programação normal e para compensar trago um post que continua uma saga que por motivos vergonhosos não ia continuar, mas para a alegria de VOCÊS vamos a segunda parte da antologia <strong>Infância Traumática</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">No primeiro post contei os pequenos traumas sofridos pela minha pessoa no período infantil: a menina-Cloverfield, causadora da minha aversão à quadrilhas juninas; a embalagem de brinquedo com letras de tamanho bacteriano e o boneco piratão dos Cavaleiros, que fez até as crianças da minha classe terem compaixão comigo. Relembre <a title="Infância Traumática - Parte 1" href="http://www.recomendocomcerveja.com/2008/06/11/infancia-traumatica-parte-1/" target="_blank">aqui</a>.</p>
<p style="text-align: justify;">Pois bem. Agora apresento os dias em que, como já falei no link anterior, comi <strong>acarajé estragado</strong>; a vez que <strong>caí de bike e rasguei a bermuda</strong> e o dia em que <strong>tentei burlar o fliperama e me dei mal</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial;">Acarajé de beira de estrada</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;">Meu pai tem um sítio no interior do estado. Ele sempre gosta de ir para lá nos finais de semana, pois julga que aquele terreno no meio do mato é um local que serve para a busca de descanso e oportunidades fabulosas, como colher jacas de tamanhos mutantes para alimentação mútua familiar. Enquanto isso eu tenho consciência de que ir pra o centro de um denso matagal interiorano e ficar em contato apenas com minha família e vacas, é um roteiro que pessoas como eu e certamente você não apreciam muito. Mas quando se é alguém com menos de dois dígitos de idade, não há muitas opções. Ou eu ia ou ficava semanas sem o vídeo-game, por causa do castigo posterior.</p>
<p style="text-align: justify;">Não sei a distância exata entre a minha cidade e o pasto, mas o percurso é longo. Sempre passamos por lugares de população cada vez mais isolada do mundo urbano, até chegar a cantos em que não havia mais gente viva. Certo dia visitamos uma vila que não tenho noção alguma do nome, mas denominemo-la de <strong>Acarajé City</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">Logo na entrada da cidade, Jovas Senior estacionou o carro numa pracinha do local e disse que íamos parar por meia-hora até voltarmos à viagem. Eu, além de estar puto por ir visitar os mosquitos campestres, nessa hora também estava com fome. Reclamei ao meu velho, que me deu então a opção de fazer um lanche rápido, coisa pouca. Mal sabia literalmente a CAGADA em que ia me meter.</p>
<p style="text-align: justify;">Na praça havia três opções de cunhos nutritivos: um tio que vendia sorvetes, outro que comercializava pipocas doces de confecção suspeita e a tia do acarajé. Como eram boas opções, fiquei como aqueles moleques que iam ao programa do Sérgio Mallandro e participavam da &#8220;<a title="É a Tiazinha logo no início?" href="http://br.youtube.com/watch?v=M5G2LUPPL_8" target="_blank">Porta dos Desesperados</a>&#8220;, que ficavam alucinados na dúvida de qual cabine escolher para ganhar aquela Calói nervosa. Depois de pensar, escolhi minha porta &#8212; que era a porta do monstro.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" title="Tia maldita" src="http://i285.photobucket.com/albums/ll45/Jovas-RCC/tiadoacaraje.jpg" alt="" width="300" height="297" /></p>
<p style="text-align: center"><span style="font-size: 10pt; font-family: Bookman Old Style;">&#8211; Se fudeeeeeu, moleque!<br />
</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-732"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Como moro no Nordeste, sempre foi presente a existência por aqui dessa iguaria de massa de feijão mergulhada no dendê. Como nunca tive problemas digestivos com tal especiaria pedi à tia um acarajé no capricho. Mal sabia eu que havia assinado minha sentença de problema intestinal satânico.</p>
<p style="text-align: justify;">Comi o acarajé em poucas mordidas e esse foi o tempo do meu pai resolver voltar à estrada. Como ainda estávamos longe de chegar ao sítio, o processo pelo qual o bolo alimentar chega ao intestino delgado foi acelerado devido a coliformes que certamente existiam naquela bomba baiana de plutônio. Nos poucos minutos que estava de volta à viagem, comecei a suar frio e escutar sons provindos da minha barriga nunca antes ouvidos. A parada estava assustadora. Comecei a dizer <em>&#8220;Pai, paraocarraê&#8230; para o&#8230; pa&#8230;&#8221;</em>, até que ele notou que se não parasse eu ia detonar numa explosão catastrófica aquele banco traseiro.</p>
<p style="text-align: justify;">Peguei o papel higiênico que fica estrategicamente armazenado no porta luvas e com minha família vendo comecei a mandar ver na beira da estrada. Me senti como um bicho do Animal Geographic que é observado por várias pessoas fazendo coisas básicas. Tudo correria bem se eu pelo menos não os visse ali me olhando.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando consegui me acostumar com os olhares da família, aconteceu o pior &#8212; e sim tem pior:</p>
<p style="text-align: justify;">Um <strong>ÔNIBUS</strong> lotado de <strong>PESSOAS COM CÂMERAS FOTOGRÁFICAS ESTACIONOU</strong> do outro lado do acostamento para trocar um pneu.</p>
<p style="text-align: justify;">Então essa é a cena: eu estava no acostamento duma estrada, suando frio, fazendo minhas necessidades a céu aberto e um ônibus de altura que permitia tranquilamente aos passageiros armados com máquinas fotográficas olharem por cima do meu carro, havia parado praticamente do outro lado do asfalto.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando vi o primeiro flash&#8230; Ah, esquece, é muito constrangedor. Mas aqui vai um conselho de graça: <strong>NUNCA</strong> COMAM ACARAJÉS.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial;">Rampa maldita</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;">Depois de voltar a vida urbana e passar por certos perrengues em beiras de estrada, ganhei uma bicicleta nova. Nem lembro a marca, mas era bonitona. Verde e preta. Não que essas sejam cores que combinem tão bem quanto <a title="Combinação bonita" href="http://i285.photobucket.com/albums/ll45/Jovas-RCC/peitos.jpg" target="_blank">preto, rosa e branco</a>, mas era uma bike maneira.</p>
<p style="text-align: justify;">Num dia ensolarado de azar resolvi dar uma volta pelo bairro quando notei que a academia que fica na esquina da minha rua tinha feito uma rampinha de cimento. Era uma rampa <span style="text-decoration: line-through;">MUITO</span> pouco alta e ligava a entrada do estabelecimento à rua. Não entendi bem o por quê de eles terem feito aquilo, pois acho meio difícil um deficiente resolver sair de casa e ir querer ficar marombado, mas tudo bem.</p>
<p style="text-align: justify;">De bicicleta nova e rampa nunca antes estreada por nenhum moleque das redondezas, por fatores do destino estava formado o desafio: subir aquele declive e sentir a adrenalina juvenil correr pelas veias. Além do mais, numa demonstração de n00bice, imaginava que se fizesse uma boa manobra, poderia impressionar as gostosas que malhavam nas bicicletas-ergométricas.</p>
<p style="text-align: justify;">Sem pensar duas vezes, comecei a pedalar como se fugisse de um bando de hooligans do tamanho de  Schwarzeneggers, portadores de olhares intimidantes e bastões de madeira com pregos acoplados. Logo cheguei à base da rampa e quando estava na metade do caminho da subida, simplesmente PERDI A FORÇA NAS PERNAS. A inclinação da rampa era tão próxima a de um ângulo reto que não consegui subir aquela merda.</p>
<p style="text-align: justify;">Sabe o <a title="Facão do Guile" href="http://i285.photobucket.com/albums/ll45/Jovas-RCC/Guile_flashkick.gif" target="_blank">facão do Guile</a>? Então, eu dei um tipo aquele, só que com uma BIKE e para TRÁS. Acabei sendo jogado de volta ao caminho original pela inércia.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" title="bike loka" src="http://i285.photobucket.com/albums/ll45/Jovas-RCC/bike2.jpg" alt="" width="400" height="304" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Bookman Old Style;">Foi mais ou menos assim </span></p>
<p style="text-align: justify;">Caí no chão e a bicicleta quase tombou por cima de mim, mas nada fisicamente grave aconteceu. Vamos frisar com todos os recursos que temos disponíveis a palavra <span style="text-decoration: underline;"><em><strong>FISICAMENTE</strong></em></span>, pois minha moral foi abalada. Na queda, a bicicleta acabou atingindo minha bermuda, rasgando-a e fazendo um buraco bem na região que fica o zíper da calça. E um pequeno detalhe, <strong>EU ESTAVA SEM CUECA</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">Nisso o guidão tinha se agarrado à minha roupa de forma que eu podia jurar que aquela porra era um simbionte alienígena e minha bermuda era o Peter Parker. Fiquei então em frente à academia, quase pelado e com uma bicicleta presa ao corpo. E sem dignidade, porque as gostosas das ergométricas ao verem a cena não entenderam bulhufas e me ignoraram completamente. Gostosas, espero que se vocês estiverem lendo isso tenham celulite hoje em 100% do corpo.</p>
<p style="text-align: justify;">Então tava lá eu na rua, simultaneamente tentando voltar pra casa, arrancar o guidão da bermuda e esconder minhas partes quando vejo no horizonte duas velhinhas vindo na minha direção. O horizonte era a 5 metros, isso foi só para embelezar o texto, mas só sei que quando me dou conta as velhinhas estavam paradas na minha frente, me olhando com cara de dó (menos mal) e automaticamente decidem me ajudar.</p>
<p style="text-align: justify;">Pensei que aquilo ia piorar a situação, pois se eu não tinha conseguido me livrar do guidão simbionte, como duas velhinhas iam conseguir? Pior que se elas conseguissem me livrar da bicicleta, minha própria consciência não iria me perdoar, pois eu teria sido passado para trás no quesito força bruta por duas pessoas que juntas somavam 180 anos.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas relevei esse fato e aceitei a ajuda. Sem brincadeira, no momento em que uma das senhoras segurou o guidão, deu uma puxadinha &#8212; puxadinha mesmo, de leve &#8212; e conseguiu arrancá-lo da bermuda, juntamente com um pedaço de tecido que era fundamental pra minha privacidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Como naquela altura já me sentia um verdadeiro naturista, nem me importei.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas vou falar a vocês, ou aquela velhinha era <strong>MUITO</strong> forte ou era&#8230; Deus. Creio que seja a segunda alternativa, pois depois da avacalhação de num dia apenas me fazer querer andar de bicicleta, subir numa rampa não subível, ficar pelado na frente da academia das gostosas e ainda ser desprezado, ele teria que ser <strong>EXTREMAMENTE</strong> sacana a ponto de me deixar ali ao léu esperando a Fébem chegar e me capturar por atentado ao pudor.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial;">Não confie em tutoriais da internet<br />
</span></strong></p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" title="fliperama" src="http://i285.photobucket.com/albums/ll45/Jovas-RCC/tekken6.jpg" alt="" width="300" height="454" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Bookman Old Style;">Máquina imburlável<br />
</span></p>
<p style="text-align: justify;">Calma, não vamos generalizar também. Há tutoriais excelentes como os do <a title="O Fim da Várzea" href="http://www.ofimdavarzea.com" target="_blank">Noronha</a>, os do <a title="Guia Nerd" href="http://www.guianerd.com/" target="_blank">Guia Nerd</a> e também o excelente <a title="Manual do Pirata Contemporâneo" href="http://atoouefeito.com.br/conta-gotas/manual-do-pirata-contemporaneo-introducao" target="_blank">Manual do Pirata Contemporâneo</a> (que por sinal tem certos bugs, consertem), para você que se for meu fiel leitor, EXIJO que leia. Mas veja bem, esses são sites de qualidade, que você sabe que pode confiar e acessar alegremente todos os dias e sem medo de ser feliz.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas há certos manuais que não dá pra confiar, tipo aquele tutorial de como usar grafite e poderes telecinéticos para fazer o cartão telefônico discar infinitamente. Ou aqueles sites que ensinam a conquistar mulheres, apresentando uma básica introdução, pois o passo-a-passo custa 300 pilas.</p>
<p style="text-align: justify;">Porém quando você é jovem e acha na internet um manual de como burlar o cartão de fliperama e assim poder jogar INFINITAMENTE, cê acha que aquilo é real. Na verdade você reza pra que aquilo seja real e põe toda a sua fé num pedaço de plástico com fita magnética. E assim aconteceu comigo.</p>
<p style="text-align: justify;">Achei na internet um tutorial que dizia que se <strong>esmalte incolor</strong> fosse passado na parte na parte magnética do cartão de fliperama, suas chances de jogar aquele velho The King of Fighters até suas mãos perderem toda a sensibilidade para sempre eram grandes.</p>
<p style="text-align: justify;">No mesmo dia da descoberta do manual, fui ao shopping com meu irmão e tratamos de bolar um plano em que era preciso entrar numa loja feminina e comprar um esmalte e não ficar parecendo que éramos protótipos de anões gays. Fingimos que a parada era para nossa mãe, mesmo nenhuma vendedora se importando com isso, compramos, tudo correu tranquilo e fomos para a praça de alimentação.</p>
<p style="text-align: justify;">Na praça pegamos nossos cartões com apenas crédito necessário para jogar um game &#8212; se ia ficar infinito, bastava apenas crédito pra passar em uma máquina &#8212; e passamos nas barras magnéticas esmalte suficiente para que uma fina e mágica camada isolante fosse feita. Eu sentia que meu cartão era tipo aquele do <a title="Moleque do Blastoise" href="http://br.youtube.com/watch?v=q_phU1coQCU" target="_blank">moleque do Blastoise</a>. E se aquela merda de cartão de Pokémon aquático dava alegria ao garoto, imagina o meu, que me proporcionaria ANOS de jogo?</p>
<p style="text-align: justify;">Depois de esperar exatos 3 segundos para o esmalte secar, fomos ao arcades ver se a coisa funcionava. Escolhi <a title="Tekken 3" href="http://br.youtube.com/watch?v=sPAubUyL54g" target="_blank">Tekken 3</a>, o jogo mais avançado de luta da época, e passei o cartão na máquina. Na verdade tentei passar, pois no processo de retirada, ele NÃO SAIU DE DENTRO DO ARCADE. A tinta tinha virado uma gosma que havia grudado naquele localzinho que você desliza o cartão. A liga de grude era tão forte, que prendeu ali meu passaporte para felicidade ilimitada.</p>
<p style="text-align: justify;">Agora imagina você com um passaporte desses e alguém, mais precisamente alguém que engole cartões, chega e lhe diz <em>&#8220;Maluco, seu passaporte é FALSO&#8221;</em>. A casa cai. É sensação <a title="Moleque do fake X-box 360" href="http://www.youtube.com/watch?v=LV30Vd_CYqk" target="_blank">Fake Xbox 360</a> na certa.</p>
<p style="text-align: justify;">Fora que enquanto tentava tirar o cartão de dentro do fliperama, eu era constantemente observado pelas moças fiscais sorridentes do estabalecimento, fora as câmeras de segurança. Sofri o hit combo de decepção + stress + medo de ser pego.</p>
<p style="text-align: justify;">Deixei a máquina engolir meu cartão, resgatei meu irmão que passava pela mesma situação em outra, voltamos pra casa chateados e aprendi que se você não usar de um modo correto, esmalte de unha também serve como gosma de viscosidade excelente.</p>
<p style="text-align: justify;">Agora, se você já teve algum trauma quando criança, diz aí nos comentários. Né possível que só eu tenha me fodido quando pequeno.</p>
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		<title>Você lembra da sua 1ª vez?</title>
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		<pubDate>Fri, 11 Jul 2008 07:03:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jovas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
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		<description><![CDATA[Já pensou em sacanagem, né? Cara, fico impressionado como o mundo tá hoje em dia. Cadê a inocência desse povo? Entretanto, não falo daquela primeira vez que geralmente dois corpos nus e suados trocam fluidos corporais e fazem de uma cama &#8212; ou qualquer outro lugar que seja possível o encaixe humano &#8212; um local [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><!--adsense--></p>
<p style="text-align: justify;">Já pensou em sacanagem, né? Cara, fico impressionado como o mundo tá hoje em dia. Cadê a inocência desse povo?</p>
<p style="text-align: justify;">Entretanto, não falo daquela primeira vez que <strong>geralmente</strong> dois corpos nus e suados trocam fluidos corporais e fazem de uma cama &#8212; ou qualquer outro lugar que seja possível o encaixe humano &#8212; um local de gritos, puxões de cabelo e movimentos repetitivos e frenéticos até que um dos momentos ápices da existência seja atingido. Nem me refiro àquela vez em que você ficou numa conversa sensual e marota na primeira ligação que fez pro disk-sexo, nerd virgem. Porém, pode ficar despreocupado que esse texto ainda assim tem a ver com você.</p>
<p style="text-align: justify;">Falo das vezes em que situações que não envolvam camas ou telefones, foram realizadas por sua pessoa desde que você se entende como gente. Como a primeira ida a um parque de divesões, lembra? Sim, que escolheu um brinquedo ignorando os fatos de ele ficar de ponta cabeça a 20m do chão, ter uma placa  escrito &#8220;PERIGO&#8221; em letras garrafais na sua lateral e exigir altura mínima do usuário de 1.60m (sendo você um moleque de 1.50), e mesmo assim você burlou a fila de entrada e só não correu risco de vida por causa de uma <strong>gordaça</strong> que tava sentada ao seu lado. Ela fez você ficar tão apertado no assento que a chance de sair voando do brinquedo era completamente nula. Aconteceu comigo, mas dessa ocasião nem faço muita questão de lembrar. Vamos às outras, com mais um post-coletânea nostálgica.</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-506"></span></p>
<p><span style="color: #ffffff;">.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial;">Primeira vez no Cinema </span></strong></p>
<p style="text-align: justify;">O dia exato que sentei numa poltrona e vi passar um filme numa tela 427 vezes maior que a da minha TV, confesso que não lembro exatamente. Com certeza foi algum dos Trapalhões. Mas eles lançaram <a title="Filmografia dos Trapalhões" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Filmografia_dos_Trapalh%C3%B5es" target="_blank">tantos</a> &#8212; até 3 filmes ao ano &#8212; que ao mesmo tempo que faziam o povo brasileiro levar toda a família para o cinema, produziam uma confusão mental foda nas crianças.</p>
<p style="text-align: justify;">Porém, lembro com clareza do meu primeiro filme <strong>internacional</strong> que vi na telona.</p>
<p style="text-align: center;"><a title="Trétretchurugen!" href="http://i285.photobucket.com/albums/ll45/Jovas-RCC/StreetFighter-Movie.jpg" target="_blank"><img class="aligncenter" src="http://i285.photobucket.com/albums/ll45/Jovas-RCC/StreetFighter-Moviesmall.jpg" alt="Trétretchurugen!" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><em>(Clique para ampliar)</em></p>
<p style="text-align: justify;">Se você não viu esse filme, saia daqui AGORA e vá alugá-lo. Não tô recomendando, muito menos dizendo que é bom, mas vai que algum dia tê-lo assistido talvez lhe seja útil?</p>
<p style="text-align: justify;">Sabe quando você tá numa roda de amigos e a conversa chega no assunto sobre OS PIORES FILMES DO MUNDO? Então, cê tem que ter um de exemplo pra poder falar <em>&#8220;Mano, se filme ruim deixasse o cara louco, ontem eu teria vestido aquele <a title="O Segundo Melhor Repórter do Glorioso País Cazaquistão" href="http://i285.photobucket.com/albums/ll45/Jovas-RCC/maiborat.jpg" target="_blank">maiôzinho do Borat</a> e saido às ruas pra fazer malabarismos no sinal com minhas edições da Turma da Mônica, em troca de pedaços de cana-de-açúcar&#8221;</em>. Então, esse filme vai servir pra isso.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas vamos falar sobre o  dia que assisti tal maravilha.</p>
<p style="text-align: justify;">Descobri que o longa estava passando nos cinemas praticamente por acidente. Era tempo de férias escolares, estava no shopping com minha mãe e irmão, sendo que nós moleques estávamos com 7 e 5 anos respectivamente. Depois que lanchamos, passamos em frente ao cinema e vimos aquele nome gigante no letreiro: <strong>STREET FIGHTER &#8211; O FILME</strong>.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://i285.photobucket.com/albums/ll45/Jovas-RCC/uotz.png" alt="O_O" width="19" height="19" /></p>
<p style="text-align: justify;">Minha reação e do meu irmão foi de torrar o saco da nossa progenitora até ela ficar convencida de que valia a pena gastar seu dinheiro assistido aquele filme maldito conosco. Depois de vencê-la pelo cansaço, fomos em direção à fila para comprar os ingressos de entrada. Nesse momento nos deparamos com uma visão de medonhice equivalente a que uma pessoa pode ter caso esteja localizada no meio de uma praia de nudismo visitada por velhas que nunca se depilaram.  Pelo menos para mim era isso, pois aparentemente TODAS as crianças da cidade tinham resolvido ir ao cinema. Era o inferno juvenil em frente de uma praça de alimentação.</p>
<p style="text-align: justify;">Gurizada chorando, pedindo pizza, destruindo boneco do Jiraya, mães trocando fralda de bebê em cima das mesas. O caos dominava o shopping center. Depois de uns bons minutos esperando na fila, conseguimos comprar o ingresso e rapidamente entrar na sala do cinema. Percebi que igual a mim, muitos outros garotos tinham convencido seus pais a levá-los para ver mais uma adaptação tosca de games. Sala lotada, garotada gritando, começa o filme, silêncio absoluto e vamo lá.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando as primeiras falas foram ditas, os atores diziam uma língua estranha (pelo menos para mim), enquanto que na parte baixa da tela frases com letrinhas brancas apareciam e desapareciam rapidamente. O filme era <strong>legendado</strong>. Porra, eu tinha 7 anos, nunca tinha visto legendas na vida. Só conseguia acompanhar a primeira palavra de cada frase. Meu irmão idem. A solução foi minha mãe ler em voz baixa <strong>TODAS</strong> as falas do longa. O que produziu uma reação em cadeia quando, ao notar a dublagem materna em tempo real, outras mães começaram a fazer o mesmo, tornando sala de exibição o lugar com mais cochichos aleatórios que já vi na vida.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas as falas nem importavam tanto, eu queria mesmo era ver Hadoukens, Shoryukens e Trétretchurugens. O problema é que NÃO TEVE NADA DISSO no filme. Cara, que roteiristas miseráveis. O Guile-Van Damme era o  protagonista, Ryu e Ken passaram a ser vendedores de armas que disparavam bolinhas de tênis e o Blanka parecia um cosplay extremamente mal feito. Sério, não sei qual preferir pra ser pior, se é <a title="Blanka tosco 1" href="http://i285.photobucket.com/albums/ll45/Jovas-RCC/blanka_movie.jpg" target="_blank">esse</a> ou <a title="Blanka tosco 2" href="http://i285.photobucket.com/albums/ll45/Jovas-RCC/blanka.jpg" target="_blank">esse</a>.</p>
<p style="text-align: justify;">Enfim, o filme foi horrível, mas pelo menos descobri que também se podia &#8220;ler&#8221; no cinema.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial;">The first Playboy</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;">Quando eu tinha uns 13 anos, internet era uma ferramenta de poderes ainda desconhecidos. Não, deixa eu corrigir essa frase: o PORN da internet era algo ainda desconhecido. Como só fui ganhar meu primeiro PC no ano seguinte, então pelo menos para mim, basicamente o uso da internet se resumia em buscar dicas de jogos do PS1 durante a aula de informática da escola. Era uma época difícil para garotos que praticamente transpiravam hormônios.</p>
<p style="text-align: justify;">Um dos reflexos da escassez desse material de entretenimento foi visto nos colégios (pelo menos no meu), com um hábito peculiar: a galerinha exibia na segunda capa do caderno escolar, fotos das artistas que posaram nuas pra Playboy e/ou Sexy. Era uma forma de você dizer qual revista <strong>seu pai</strong> tinha em casa, e também de compartilhar fotos que provavelmente só você conhecia, pois eram poucos os que tinham essa chance de olhar uma mulher pelada sem ser sua própria mãe enquanto saia do banho.</p>
<p style="text-align: justify;">Cansado de tentar tirar fotos mentais das garotas dos cadernos dos colegas e de olhar as mesmas revistas velhas do meu pai, eu e mais dois amigos tivemos uma idéia até então nunca cogitada: Nós, moleques de 13 anos, iríamos tentar comprar uma Playboy, e quem sabe mostrar aos colegas de classe fotos mais atuais que aquelas da Maitê Proença que todos já tinhamos visto repetidas vezes.</p>
<p style="text-align: justify;">Juntando o dinheiro do lanche da cantina por uma semana, conseguimos a quantia necessária para que a edição do mês fosse comprada: <strong>A Playboy da Helen Ganzarolli</strong>.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://i285.photobucket.com/albums/ll45/Jovas-RCC/helenjz8.jpg" alt="Maravilha, rapaz!" width="300" height="400" /></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: center"><span style="font-size: 10pt; font-family: Bookman Old Style;">R$ 7,00. Hoje em dia tá quanto?</span></p>
<p style="text-align: justify;">Como você pode ver, a tenho até hoje. Edição de Setembro de 2000, com visual de quase nova ainda. Guardei bem essa revista, porque pra conseguí-la deu <span style="text-decoration: line-through;">MUITO</span> um pouco de trabalho.</p>
<p style="text-align: justify;">No dia da compra fui à casa de um dos meus amigos &#8220;fazer um trabalho de Geografia&#8221;. Precisava mandar aquela velha desculpa para os meus pais não desconfiarem de nada. E falando em geografia, realmente foi feita uma análise da região, pois contabilizamos todas as bancas de revista do bairro, para assim poder sairmos em busca da Playboy do mês, com celebridade nessa hora até então desconhecida por nós &#8212; não sabíamos que era a da  Helen. Tendo mulher pelada, poderia ser até a Hebe nua, pois se dependesse da seca da molecada tava tudo vendido.</p>
<p style="text-align: justify;">Lembro que fomos em umas duas bancas do bairro. Na primeira havia uma atendente mulher. Como éramos um trio e fizemos um pedido de três revistas IGUAIS, afirmando que tínhamos ido lá a pedido dos nossos velhos, e como estávamos nitidamente nervosos e aposto que com as pupilas dilatadas, acho que a moça claramente sacou que o material seria para uso exclusivo pessoal. No fim a miserável não quis vender as revistas.</p>
<p style="text-align: justify;">Na segunda banca, um tiozão era o vendedor. Bom sinal.</p>
<p style="text-align: justify;">Como eu era o mais alto,  não custava tentar me passar por alguém que já podia dirigir e que também podia sair às ruas num dia ensolarado para simplesmente comprar uma revista de mulher nua. Fiz o mesmo pedido que tinha feito na banca anterior, só que dessa vez de uma forma mais elaborada:</p>
<p style="padding-left: 30px;"><em>&#8211; Moço, me vê três Playboys aí. As do mês.<br />
&#8211; Três da mesma? </em>&#8211; pergunta o tiozão, estranhando o pedido.<em><br />
&#8211; Er&#8230; É.<br />
&#8211; É pra vocês?</em> &#8212; falando numa entonação de quem já tinha sacado.<em><br />
&#8211; Não&#8230; é pro&#8230; </em>(silêncio de alguns segundos)<em> &#8230;meu tio</em>.</p>
<p style="text-align: justify;">Falei isso porque nessa hora vi que do outro lado da rua tinha um cara parado em frente a uma casa, aparentemente olhando pra banca. Arrisquei e disse ao vendedor que aquele cara que estava lá longe parado era o meu tio. Em seguida acenei pro cara como se o conhecesse e, por sorte, né que o viado acenou de volta?</p>
<p style="text-align: justify;">Não sei se o vendedor acreditou, mas vendeu as revistas. Perguntou até se nós queríamos que ele as colocasse num saco plástico preto ou no convencional branco. Escolhemos o preto por questões de discrição.</p>
<p style="text-align: justify;">Voltei pra casa com a revista na mochila e só fui retirá-la durante a madrugada, tal qual um ninja tomado no jiraya  para ninguém ver. A escondia na gaveta dos quadrinhos e por meses se tornou uma leitura paralela entra as HQs do Batman e do Homem-Aranha.</p>
<p style="text-align: justify;">Depois que o tempo foi passando, comprei mais algumas revistas, e quando a internet enfim chegou e o <em>free porn</em> também, fui gastar dinheiro noutra maneira que direi a seguir.</p>
<p><span style="color: #ffffff;">.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial;">O Porre Número 1 </span></strong></p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://i285.photobucket.com/albums/ll45/Jovas-RCC/porreprecoce.jpg" alt="Porre precoce" /></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: center"><span style="font-size: 10pt; font-family: Bookman Old Style;">Vida mardita</span></p>
<p style="text-align: justify;">Antes vou explicar uma coisa: não sei se você sabe, mas este blog leva o nome que tem por três motivos.</p>
<p style="text-align: justify; padding-left: 30px;"><strong>1.</strong> Eu gosto de cerveja (duh)<br />
<strong>2.</strong> E talvez seja porque eu recomende que você beba enquanto lê aqui<br />
<strong>3.</strong> Ou também pode ser um trocadalho</p>
<p style="text-align: justify;">Não recrimino quem não beba, isso é besteira. Só gosto de enaltecer as coisas que aprecio. Mas, para eu começar a apreciar o hábito de misturar etanol ao sangue, tive que um dia dar <em>start</em> nesse processo. E junto com esse início, veio o <strong>primeiro porre</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">Nessa época estava com 17 anos, quase 18, e julgava que praticamente já podia beber. Sinto que estou passando um mal exemplo aos menores de idade, mas saibam que fiz isso por uma boa causa. Havia sido convidado pra uma festa que o potencial de putaria estava num nível altamente interessante. Não era uma daquelas festas que você ia quando adolescente, pensando <em>&#8220;Vou tentar ficar com Fulana&#8221;</em> e no final nem ficava. Era uma festa que você dizia mentalmente <em>Vou ficar bom Ci&#8230;</em> e acabou a fala, porque alguém tinha te agarrado. A coisa parecia ser boa.</p>
<p style="text-align: justify;">Semanas antes tinha ido com uns amigos a um show e tínhamos experimentado de uma maneira quase respeitável, os primeiros drinks alcoólicos de nossas vida. Se não me engano eram algumas caipirinhas feitas com vodka vagabunda. Nada de exagero, ficamos &#8220;alegrinhos&#8221; e tudo beleza. Porém, ao sabermos que uma festa das boas iria acontecer, adolescentes inconsequentes que éramos, decidimos descobrir também como era <strong>encher a cara</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando o dia da festinha &#8212; que por sinal era na casa de um desses meus amigos, uma festa da irmã dele &#8212; chegou, saímos em busca de venda fácil de álcool para menores. Repito, menores MUITO próximos de se tornar cidadãos em idade suficiente para serem presos. Faltava pouco. Voltando ao assunto, em vez de irmos aos supermercados, onde o plano poderia não funcionar perfeitamente, saímos pelo bairro do meu amigo a procura de bares cujo dono ou fosse cego ou bêbado suficiente para achar que já tínhamos idade para sermos veteranos de alguma guerra.</p>
<p style="text-align: justify;">Encontramos um buteco qualquer e fizemos negócio rápido: escolhemos 4 garrafas de bebidas diferentes e pagamos o preço acertado. Porém, não sei que merda tínhamos na cabeça em comprar quantidade de cachaça que ao dividir daria um litro por homem.</p>
<p style="text-align: justify;">Devidamente abastecidos, voltamos à casa do meu amigo e a festa já havia começado. Pra não perder tempo, comecei a beber em super goles a fim de acabar a vodka (que por sinal era uma bebida no extremo da vagabundice, pois a sua garrafa era de PLÁSTICO) e já pular para a de <a title="Afrodisíaco líquido" href="http://www.imigrantesbebidas.com.br/catalog/product_info.php?products_id=5401" target="_blank">Catuaba Selvagem</a>. Quando essa acabou, já estava falando como alguém que havia tomado 13 doses de anestesia na língua, e mesmo nesse estado fui pegar a <a title="Isso MATA" href="http://desciclo.pedia.ws/wiki/51" target="_blank">51</a>.</p>
<p style="text-align: justify;">Veja bem, a gente também tinha comprado Caninha 51. Caras que nunca tinham bebido na vida, estavam misturando diversos tipos de líquidos que somados tinham potência necessária para fazer um carro andar 400 quilômetros. Mas o destaque mesmo vai pra 51, pois é uma substância que você toma um gole, abre a boca e o vapor do seu bafo é algo suficiente para que uma pequena explosão aconteça &#8212; caso alguém esteja telefonando pro disk-sexo e surja alguma faísca no raio de 50 metros, por exemplo. Mas fazer o quê, como ninguém tinha grana e era uma das bebidas mais baratas do buteco, compramos sa merda.</p>
<p style="text-align: justify;">Logo após umas doses da cachaça, lembro que DO NADA estava andando sozinho pela cozinha do  cara e, sei lá por que, resolvo subir para o andar de cima da casa. Ao chegar no quarto do meu amigo, vejo os outros caras lá, todos devidamente bêbados, mas principalmente eu e o dono da casa. Estávamos numa situação bizarramente crítica. Eu só não gritava <em>&#8220;GLICOSE, NOW!&#8221;</em>, porque a essa altura minha língua era apenas um pedaço de carne na boca.</p>
<p style="text-align: justify;">No quarto havia duas camas, a do cara e uma extra, uma em cada extremidade do cômodo, deixando um &#8220;corredor&#8221; entre as duas camas. Ao entrar no cômodo, vejo meu amigo deitado na cama dele e os outros em pé, cambaleando freneticamente. Como não tinha ninguém na cama extra, sentei nela com o propósito inocente de esperar a tonteira passar. Ledo engano. Nessa hora minha barriga deu uma reviravolta e surgiu uma vontade automática de expelir todo o meu conteúdo gástrico. Um dos caras me viu mal e falou, colocando a mão no meu ombro, uma frase que lembro como hoje:</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;"><em>Rapaz, se quiser vomitar, <strong>vomite</strong>&#8230;</em></p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;">Logicamente que ele sugeriu que eu vomitasse no banheiro, mas aquilo me pareceu uma autorização para que eu pudesse mandar ver ali mesmo, no chão, entre as duas camas. Não deu outra. Chamei o Hugo e, não sei se influenciei, mas meu amigo, que estava na cama a minha frente, começou fazer o mesmo.</p>
<p style="text-align: justify;">Fazendo um desenho sem muito capricho, a cena era essa:</p>
<p style="text-align: center;"><a title="Chamando o Hugo" href="http://i285.photobucket.com/albums/ll45/Jovas-RCC/quarto-1.jpg" target="_blank"><img class="aligncenter" src="http://i285.photobucket.com/albums/ll45/Jovas-RCC/quartosmall-1.jpg" alt="Chamando o Hugo" width="450" height="300" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><em>(Clique para ampliar)</em></p>
<p style="text-align: justify;">Trash.</p>
<p style="text-align: justify;">Ainda teve uns viados que bateram seguidas fotos. ¬¬</p>
<p style="text-align: justify;">Momentos após transferir tudo que estava no meu estômago para o chão do quarto do cara, apaguei. Acordei no outro dia, com um balde do lado da  cama, &#8220;caso fosse passar mais mal&#8221;, falaram. O chão estava completamente impossível de andar e quando levantei e fui em direção ao banheiro pisando num campo minado de substâncias líquidas, noto que&#8230; estava sem as calças.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>WTF?!</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Saí pela casa só de cueca e achei parte dos meus amigos dormindo em outro quarto. Quando pergunto a eles da calça, descubro que os caras a haviam tirado, pois além de eu ter vomitado no chão, tinha deixado cair um pouco na calça também. Ah, tá explicado.</p>
<p style="text-align: justify;">Como efeito colateral, meu corpo doía como se 2 lutadores de sumo tivessem me esmagado com o objetivo de fazer farinha. Voltei pra casa e decidi nunca mais beber. Até a festa da semana seguinte&#8230;</p>
<p style="text-align: center"><!--adsense#Todos_os_posts_rodape--></p>
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		<title>Vegetarianismo é pros fracos</title>
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		<pubDate>Sun, 06 Jul 2008 23:16:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jovas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Absurdo]]></category>
		<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[Culinária]]></category>
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		<category><![CDATA[zumbis]]></category>

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		<description><![CDATA[Agora eu quero polêmica. Percebi que mesmo chamando Jesus de mágico no último post, surpreendentemente não veio uma alma aqui me acusar de mentiroso, caluniador, caluniador e mentiroso, por exemplo. Bom, fanáticos religiosos, perderam sua chance. Agora vamos falar de um assunto tema de um público também peixe grande. Peixe não, alface gigante seria mais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><!--adsense--></p>
<p style="text-align: justify;">Agora eu quero polêmica. Percebi que mesmo chamando Jesus de mágico no último post, surpreendentemente não veio uma alma aqui me acusar de <a title="Quércia deu a birolha" href="http://www.youtube.com/watch?v=7E4bl1TIZp4" target="_blank">mentiroso, caluniador, caluniador e mentiroso</a>, por exemplo. Bom, fanáticos religiosos, perderam sua chance. Agora vamos falar de um assunto tema de um público também peixe grande. Peixe não, alface gigante seria mais adequado. Vamos falar sobre <strong>vegetarianos</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">Muitas coisas me influenciaram a querer discutir sobre esse pessoal que prefere comer grama a um bom pedaço de carne sangrenta e quase viva. Uma das influências foi um <a title="Quantos canibais você pode alimentar?" href="http://semcriatividade.com/203/quantos-canibais-voce-pode-alimentar" target="_blank">post da beeanka que mostra quantos canibais/zumbis você pode alimentar</a>. Outra coisa foi que recentemente almocei por acidente num restaurante vegetariano. Faço questão de grifar a palavra <span style="text-decoration: underline;">acidentalmente</span>. Explico mais além. E por último, agora nessa terça-feira, feriado estadual, vou fazer um <a title="picanha" href="http://www.flickr.com/photos/alline/819824620/" target="_blank">CHURRASCO</a> e tô bastante satisfeito em saber que semelhante aos deuses, vou me alimentar de uma das combinações mais perfeitas já obtidas: cerveja e CARNE.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://i285.photobucket.com/albums/ll45/Jovas-RCC/Churrasco.jpg" alt="Trás a cerveja, mulher" width="450" height="348" /></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: center"><span style="font-size: 10pt; font-family: Bookman Old Style;">Tem coisa melhor, diz aí? (se você for mulher, não responda)</span></p>
<p style="text-align: justify;">Mas vamos por partes.</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-505"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Como já falei, feriado chegando e resolvi fazer um churras básico na casa da muié. Coisa pouca, só pra não passar o dia em branco; vamos até usar uma <a title="Compre Churrasqueira Elétrica" href="http://www.submarino.com.br/homeappliances_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=34&amp;ProdId=21318398&amp;ST=SR&amp;=franq261470" target="_blank">churrasqueirinha elétrica</a> que, diferentemente do que você que gosta de CARNE pode estar pensando, faz um CHURRASCO bom, sim. É, também pensei &#8220;<em>Porra de churrasqueira elétrica, CHURRASCO tem que ser no carvão devidamente acendido sem proteções corporais e com querosene&#8221;</em>, mas a churrasqueirinha quebra um galho legal pela praticidade e rapidez.</p>
<p style="text-align: justify;">Poderei então saborear o gosto de uma bela CARNE, que não é apenas gostosa, mas, de acordo com o Google, é uma excelente forma de proteínas, contento todos os nutrientes importantes para a saúde humana, como ferro e zinco. E ainda tem uma bela variedade de vitaminas e tudo o mais. Coisas que um vegetariano precisa fazer receitas com folha de goiaba misturada com leite de soja e pedaços de beringela para poder encontrar igual valor nutritivo. É triste.</p>
<p style="text-align: justify;">Mais triste ainda é você estar assando aquela picanha e ao oferecer a um conhecido, o seguinte dialogo acontecer:</p>
<blockquote><p><em>&#8211; Vai uma picanha aí?<br />
&#8211; Não, valeu&#8230; vou ficar no <strong>VINAGRETE COM FAROFA</strong>&#8230;<br />
&#8211; &#8230;</em></p></blockquote>
<p style="text-align: justify;">Que merda, cara.</p>
<p style="text-align: justify;">No máximo rola aquele queijinho assado no espeto, mas, novamente: QUE MERDA, cara. Abandone essa vida. Sério.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Mas você pode dizer <em>&#8220;Ah, mas a cozinha vegetariana é ótima&#8221;</em>. Não, não é.</p>
<p style="text-align: justify;">Como já falei lá em cima, almocei num restaurante vegetariano a pouco tempo. Sem querer, mas almocei.</p>
<p style="text-align: justify;">No <a title="Rapidinha" href="http://www.recomendocomcerveja.com/2008/07/01/rapidinha/" target="_blank">dia em que passei quase 24h de agonia ficando os 2 turnos no trabalho</a>, durante o intervalo pro almoço minha estimada mãe apareceu pelo meu setor oferecendo pagar uma refeição pra nós dois. Desde pequeno me eduquei a se alguém que não seja eu se oferecer a pagar algo, eu tenho que aceitar e aproveitar ao máximo. No caso de comida não é diferente. Ao entrar num restaurante sabendo que posso comer de tudo sem gastar um centavo, praticamente transformo meu sistema digestivo no de um urso que está prestes a entrar no estado de hibernação. Já que o bicho não consegue comida no inverno, come em excesso tudo que vê pela frente, pois aquela pode ser sua última chance de uma boa alimentação durante um período. Como não sei quando vou poder comer de graça de novo, aproveito sempre me empanturrando com tudo que meu estômago puder suportar sem explodir.</p>
<p style="text-align: justify;">Pois bem, depois de demorar um pouco para escolher, minha mãe decidiu ir a um restaurante com uma faixada peculiarmente verde, perto do meu local de trabalho. Ignorei a cor do lugar e entrei no recinto indo direto à ala das comidas. Era um restaurante a quilo, então comecei a olhar o que parecia mais gostoso e a logicamente procura de alguma CARNE. Ao ver pratos como <strong>lasanha de legumes, abobrinha gratinada e strogonoff de carne de soja</strong>, meu cérebro começou a indagar que diabos eu tava fazendo num lugar daquele e minha vontade de perguntar se eles alimentavam gente de verdade ficava cada vez maior. Mas, como sempre, nunca julgo algo sem ao menos ter alguma espécie de conhecimento sobre a coisa, então resolvi experimentar os pratos e descobrir se eram comestíveis.</p>
<p style="text-align: justify;">Bom, comestíveis eram, mas bons..? Não, bons NÃO eram. E olhe que eu peguei uma bela variedade e tava com uma fome de viking, mas mesmo assim, só uma guisado de batatas me agradou. Como estava num restaurante, ou seja, um lugar que tem que se esforçar pra oferecer algo melhor que aquela panqueca de carne moída que sua mãe faz em casa, fica evidente minha tese que aquela comida sem graça era o melhor da cozinha herbívora podia oferecer. Faltava algo tipo&#8230; CARNE.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://i285.photobucket.com/albums/ll45/Jovas-RCC/Comparao.jpg" alt="Eu x Você" /></p>
<p style="text-align: justify;">Como suspeitava, me perguntei, se a comida nem é tão gostosa, POR QUE COMEM?</p>
<p style="text-align: justify;">Você, herbívoro que deu grito rebelde aí em frente a tela do computador cuspindo alguma frase como <em>&#8220;Pra não matar os animais! Não fazer eles sofrerem, ué&#8230;&#8221;</em>, me responda uma coisa, cê realmente não quer que eles sofram?</p>
<p style="text-align: justify;">Devo <strong>esclarecer</strong> que de certa forma considero os <a title="vegans" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Veganismo" target="_blank">vegans</a>, mesmo achando que são pessoas que seguem uma causa meio impossível de ser realizada pelo ser humano contemporâneo. Mas os admiro. Não é qualquer um que não consome nada originado de animais, mesmo algo que nem seja um derivado alimentar, e também não anda de bikes porque macacos de circo dão umas pedaladas nas apresentações dos espetáculos. Isso sim é seguir a risca uma causa.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas o problema mesmo é com você, vegetariano que não come nem um filé de peixe pro bicho &#8220;não sofrer&#8221; e só fica na beringela frita com OVO e MANTEIGA. É de você que reclamo. Vai que você não sabe, mas ovo, leite, manteiga, etc, vem dos animais e não das fábricas. Agora mentalize a cena: você é uma vaca ou uma galinha gordaça. Tá lá no (a) estabulo/granja sendo empanturrado de ração anabolizante para dar mais leite/ovos e sua vida se resume a ser visitada diariamente um maluco que todo dia coloca sanguessugas de metal nas suas tetas e tira uma dúzia de ovos do seu rabo a cada meia hora. Cê estaria FELIZ por estar vivo? A vaca/galinha/tamanduá, enfim, todos os animais que são mantidos em agrupamentos monstruosos a fim de dar ovo e leite pra VOCÊ estão sofrendo. Pessoas como eu é que dão a passagem pro céu rural, a partir do momento que um churrasco é feito.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">E sobre o post no <a title="Sem Criatividade" href="http://www.semcriatividade.com" target="_blank">blog da beeanka</a>, depois que fiz o teste e vi que eu poderia alimentar 14 canibais/zumbis, fiquei pensando o seguinte: se o mundo fosse formado só por vegetarianos e afins, o que seria dos zumbis? Não existiriam.</p>
<p style="text-align: justify;">Definitivamente, vocês herbívoros são muito sem graça.</p>
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		<title>Rapidinha</title>
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		<pubDate>Tue, 01 Jul 2008 15:27:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jovas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[estágio]]></category>
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		<category><![CDATA[retorno]]></category>
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		<description><![CDATA[Voltei de viagem, minha gente. Depois de um final de semana a ponto de literalmente dormir vendo tudo rodar e acordar e escovar os dentes gargarejando cerveja &#8212; pois na cidade que estava tinha migrado tanta gente que palavras como &#8220;água&#8221;, &#8220;acabou&#8221; e &#8220;FUDEU&#8221; eram as mais ditas nas ruas pelas pessoas que saiam de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><!--adsense--></p>
<p style="text-align: justify;">Voltei de viagem, minha gente.</p>
<p style="text-align: justify;">Depois de um final de semana a ponto de literalmente dormir vendo tudo rodar e acordar e escovar os dentes gargarejando cerveja &#8212; pois na cidade que estava tinha migrado tanta gente que  palavras como &#8220;água&#8221;, &#8220;acabou&#8221; e &#8220;FUDEU&#8221; eram as mais ditas nas ruas pelas pessoas que saiam de suas casas, na tentativa de ver se na moradia do vizinho tinha um mínimo H2O para pelo menos lavar o rosto &#8212; tô aqui novamente.</p>
<p style="text-align: justify;">Como fiquei um dia sem trabalhar, já agora manhã (no momento que escrevo são 10:12 a.m) tô no trabalho pra cumprir as horas perdidas. Vou ficar o DIA INTEIRO por aqui. E cês lembram como foi <a title="Trabalho Mardito" href="http://www.recomendocomcerveja.com/2008/06/22/trabalho-mardito/" target="_blank">a descrição desse maravilhoso lugar</a>, né? Pois é. Mas como nada apareceu ainda pra ser feito, tava pensando em, daqui do trampo mesmo, escrever algum post ou até contar como foi a viagem que fiz e experiência de ver como o ser humano consegue se juntar em bandos e esvaziar garrafas de cerveja como <a title="O_O" href="http://www.recomendocomcerveja.com/2008/05/09/sexta-feira-5/" target="_blank">russos esvaziam garrafas de vodka</a>.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas fui forçado a desistir, porque NÃO DÁ.</p>
<p style="text-align: justify;">Já é a terceira vez que começo a escrever e a estagiária da manhã desliga o estabilizador dela, que também é o meu já que ligaram dois PCS em um estabilizador só, e perco TODO o texto que havia escrito. Só que o motivo de ela ter desligado o PC três vezes, é que, na concepção dela, isso é o que se chama &#8220;<strong>reiniciar a máquina</strong>&#8220;. Sério. É nessas horas que você vê a influência do meio no tipo de idéias que uma pessoa obtem. Por exemplo, nunca pensei em implantar um pacotinho de <a title="Sifour" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/C-4" target="_blank">C-4</a> numa cadeira com uma garota sentada, mas depois de hoje julgo que seria algo apropriado.</p>
<p style="text-align: justify;">Depois escrevo algo melhor pra colocar aqui, só vim deixar um &#8220;Olá, garotada&#8221; mesmo. =D</p>
<p style="text-align: center"><!--adsense#Todos_os_posts_rodape--></p>
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		<title>Trabalho Mardito</title>
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		<pubDate>Sun, 22 Jun 2008 15:47:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jovas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
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		<description><![CDATA[Graças aos festejos juninos, amanhã nem terça-feira eu trabalho. Que maravilha. Só que tava pensando aqui, não sei se já falei aqui o suficiente para detalhar como é o meu emprego. Meu estágio, na verdade. Faço faculdade de Jornalismo e estagio numa empresa que vamos evitar nomes para também evitar demissões. Porém, minha função não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><!--adsense--></p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://i285.photobucket.com/albums/ll45/Jovas-RCC/trabalhomaldito.jpg" alt="Trabalho maldito" width="450" height="300" /></p>
<p style="text-align: justify;">Graças aos festejos juninos, amanhã nem terça-feira eu trabalho. Que maravilha. Só que tava pensando aqui, não sei se já falei aqui o suficiente para detalhar como é o meu emprego. Meu estágio, na verdade. Faço faculdade de Jornalismo e estagio numa empresa que vamos evitar nomes para também evitar demissões.</p>
<p style="text-align: justify;">Porém, minha função não tem nada  a ver com às artes milenares do jornalismo. Passa longe disso. Nada relacionado a pauta, reportagem, apuração, mídia, ingressos pra assistir filme de graça no cinema, nada. Apenas mexo com documentos; redijo, carimbo, localizo, guardo uns e entrego outros nos devidos setores. É um trabalho relativamente fácil, a grana que recebo é razoável, e há alguns meses não tinha queixa alguma. Releia, por favor, a parte do &#8220;não <strong>tinha</strong>&#8220;. As coisas não estão boas como eram.</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-499"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Mas antes, vamos começar do início.</p>
<p style="text-align: justify;">Em pouco mais de um ano trabalhando na empresa, já passei por três setores; o número <strong>1</strong> não teve muita relevância, a não ser que o fato de naquela época eu ter zerado todos os Donkey Kongs de SNES no período de uma semana; o número <strong>2</strong>, o do chefe gente boa e estagiário duvidoso; e o setor atual, o número <strong>3</strong>. Minha alegria vespertina. Falarei e compararei esses dois últimos setores a seguir.</p>
<p style="text-align: justify;">Você deve saber que um dos quesitos básicos para satisfação de uma pessoa durante sua jornada de trabalho, é um ambiente agradável. Aposto um tamagotchi que nenhum cobrador de ônibus, por exemplo, depois de trabalhar o dia inteiro vendo TODOS os tipos de suvacos existentes na natureza, sai no fim do expediente e diz ao colega <em>&#8220;Cara, vou te falar, hoje foi bom. Aqueles suvacos, aquele fedor, o calor infernal&#8230; nada melhor!&#8221;</em>.</p>
<p style="text-align: justify;">Pois bem, no setor 2 eu podia dizer meu ambiente de serviço era bom. Era MUITO bom, pra ser sincero. Meu trabalho consistia em três ações básicas: entrar na sala, ligar o computador e respirar. Mais NADA. Trabalhávamos lá eu, meu chefe e o estagiário duvidoso. Já falei dele <a title="Gambiarras no trabalho" href="http://www.recomendocomcerveja.com/2008/02/19/gambiarras-no-trabalho/" target="_blank">por aqui</a>. O local era bastante tranquilo, quase nada chegava nada para ser feito. Só pra você ter uma idéia, uma das dificuldades máximas que eu tinha era tentar descobrir que horas a tia do andar de baixo ia trazer o cafezinho.</p>
<p style="text-align: justify;">Até meu posicionamento na sala era bastante favorável: ficava no fundo do setor, lá no fundão, e a porta de entrada/saída ficava no extremo oposto. Podia olhar os <a href="http://hbdia.com/wordpress/2008/06/20/festinha-animada/" target="_blank">novos posts do Kid</a> sem problema algum.</p>
<p style="text-align: justify;">Vamos a um desenho para uma melhor compreensão.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://i285.photobucket.com/albums/ll45/Jovas-RCC/setor-2-1.jpg" target="_blank"><img class="aligncenter" src="http://i285.photobucket.com/albums/ll45/Jovas-RCC/setor-2-small-.jpg" alt="Bons tempos" width="257" height="400" /></a></p>
<p style="text-align: center;">(clique para ampliar)</p>
<p style="text-align: justify;">Quem chegava ao setor via logo a tela do PC do outro estagiário, que com certeza deveria estar rolando algum clipe da Britney ou Mariah Carey. Já eu ficava lá embaixo, perto do banheiro entupido, mas na mais plena paz. Como a mesa do meu chefe ficava de frente para a minha, uma das poucas distrações que tinha era quando de vez em quando ele soltava alguma de suas histórias &#8212; como a da vez em que estava fornicando com uma dona e o cachorro dela resolveu brincar de zoofilia grupal. Quase todos os dias alguma coisa, digamos, MUITO BIZARRA era passada em forma de fábula à minha pessoa. Mas nada que incomodasse.</p>
<p style="text-align: justify;">Certo dia estava lá na minha mesa tentando adivinhar quem tinha colocado um <a title="Sério, esse foi um print da minha tela O_O" href="http://i285.photobucket.com/albums/ll45/Jovas-RCC/queporraessa.jpg" target="_blank">wallpaper de bovinos</a> no computador que eu usava, quando meu chefe me comunica que vou ter que trocar de setor, por causa de uma reformulação geral. Me avisou que eu ia pro setor do andar de baixo. O setor que era conhecido como &#8220;A Feira&#8221;. Pelo menos que eu o denominava assim. Sem brincadeira, eu podia embebedar um filhote de <a title="Abomination" href="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/en/9/99/MovieAbomination.jpg" target="_blank">Abominável</a> e soltar lá dentro que o pessoal não iria sequer notar. Todos seriam desmembrados e  paralelamente continuariam conversando sobre o capítulo da novela do dia anterior. É, aquele não era um bom setor.</p>
<p style="text-align: justify;">Na tarde seguinte não subi as escadas como faria normalmente e fui direto para minha nova mesa de trabalho. Eis minha nova sala:</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://i285.photobucket.com/albums/ll45/Jovas-RCC/setor-3-1.jpg" target="_blank"><img class="aligncenter" src="http://i285.photobucket.com/albums/ll45/Jovas-RCC/setor-3-menor-.jpg" alt="Novo setor" width="450" height="300" /></a></p>
<p style="text-align: center;">(clique para ampliar)</p>
<p style="text-align: justify;">O novo setor se divide em três sub-salas: a de entrada/saída, onde eu fico; a sala da chefe, à direita; e o Inferno, à esquerda. E em vez de três, são dez pessoas no setor. A privacidade de ter uma mesa em posição estratégica, foi totalmente anulada. Agora até a que traz a água vê o que eu faço.</p>
<p style="text-align: justify;">Minha atual convivência é principalmente com a Maria e a João, duas senhoras de certa forma simpáticas. A Maria é evangélica, e seu hobby é tentar converter qualquer pessoa que passe a 1 metro do seu raio. A  João dá em cima da Maria de maneiras tão sutis quanto uma bomba nuclear caindo exatamente em cima da sua cabeça. Às vezes ouço frases como <em>&#8220;Garoto </em>(se referindo a mim)<em>, diz aí se a Maria não é uma mulher organizada? Seria a esposa perfeita&#8221;</em>, e a Maria achando que a João apenas tem um bom coração. É, de vez em quando me divirto.</p>
<p style="text-align: justify;">Nada a reclamar da minha chefe. Logicamente. Ou você acha que eu ia reclamar da minha nova chefe num meio que qualquer pessoa do MUNDO pode acessar?</p>
<p style="text-align: justify;">Ah, faltou falar sobre a salinha da esquerda, <strong>o Inferno</strong>. É composta por 6 pessoas, cada uma no seu devido PC com Windows 98, e a mesinha do café. Chamo esse lugar de moradia do capeta porque esse foi o primeiro termo que surgiu na minha cabeça, mas não é a forma mais correta de designação, pois garanto que nem o diabo viveria lá. Cara, o pessoal não pára de falar um minuto. Mesmo quando eu tento PENSAR, as vozes dos seres da sala ao lado invadem meus ouvidos, causando um stress tamanho que de vez em quando me pego formulando técnicas de como fazer coquetéis Molotov utilizando canetas, tinta para cartucho e copinhos descartáveis.</p>
<p style="text-align: justify;">Falando nisso, pra conseguir um pouco de cafeína agora preciso ultrapassar uma barreia de som fiadaputa. Saca a <a href="http://www.youtube.com/watch?v=GFj2Sh7kDdw" target="_blank">Sindel, do Mortal Kombat</a>, com aquele golpe super sônico? Pois então. Não estou exagerando. Até no telefone eu vejo maluco falando em decibéis equivalentes ao barulho feito por hienas sequeladas. É foda.</p>
<p style="text-align: justify;">E sobre minhas tarefas atuais? Esqueci de falar que sou o único estagiário do setor, então me pedem para  fazer funções que vão desde carimbar manualmente documentos com 300 folhas a contar essas mesmas 300 folhas carimbadas e contá-las, para ver se realmente são 300 folhas. E geralmente são.</p>
<p style="text-align: justify;">De vez em quando também preciso anexar certos documentos noutros documentos. Detalhe que todos os funcionários do setor trabalham com uma papelada variada, transformando todo o local num armazém de arquivos perdidos. Sendo assim, para anexar certos papéis a outros, o primeiro ato é ACHAR o documento matriz, que pode estar em <strong>qualquer canto</strong> da sala. Saca caça ao tesouro?</p>
<p style="text-align: justify;">Resumindo, eu tenho que olhar todas as pastas de arquivos, que estão por toda a sala, para achar UM documento apenas, percorrendo assim <strong><a title="Caminho miserável" href="http://i285.photobucket.com/albums/ll45/Jovas-RCC/caminhodabusca.png" target="_blank">esse caminho</a></strong>. Que beleza, não?</p>
<p style="text-align: justify;">Enfim, tô tentando me acostumar, mas tá difícil.</p>
<p style="text-align: center"><!--adsense#Todos_os_posts_rodape--></p>
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		<title>Desktop</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Jun 2008 12:21:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jovas</dc:creator>
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		<description><![CDATA[É, acho que tá na hora de fazer uma faxina.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><!--adsense--></p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://i285.photobucket.com/albums/ll45/Jovas-RCC/desktop-1.jpg" alt="Desktop" width="450" height="360" /></p>
<p style="text-align: justify;">É, acho que tá na hora de fazer uma faxina.</p>
<p style="text-align: center"><!--adsense#Todos_os_posts_rodape--></p>
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		<title>Perdi o strip, mas&#8230; GANHEI OS LIVROS!</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Jun 2008 19:54:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jovas</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Num post passado contei a história de como num único dia ganhei a oportunidade mágica de ter exibições de strip online DE GRAÇA, porém a perdi com a devida ajuda do meu estimado irmão mais novo. Releia adentrando neste maravilhoso link. Mas acho que a Força Onipresente que fez essa brincadeira de EXTREMO mau gosto, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><!--adsense--></p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://i285.photobucket.com/albums/ll45/Jovas-RCC/oooooooooooooololco.jpg" alt="Ooooooololco!" width="270" height="369" /></p>
<p style="text-align: justify;">Num post passado contei a história de como num único dia ganhei a oportunidade mágica de ter exibições de strip online DE GRAÇA, porém a perdi com a devida ajuda do meu estimado irmão mais novo. Releia adentrando <a title="Véi, foi FODA." href="http://www.recomendocomcerveja.com/2008/05/14/o-dia-que-ganhei-e-perdi-um-strip-gratis/" target="_blank">neste maravilhoso link</a>.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas acho que a Força Onipresente que fez essa brincadeira de EXTREMO mau gosto, percebeu a filhadaputagem que fez e pensou &#8220;<em>Não, não vou acabar com as esperanças desse jovem rapaz no mundo e pelo menos vou fazer ele se tocar de que essa pegadinha que fiz, asskahsausakshaush, rendeu uma boa história pra ser contada&#8221;</em>.</p>
<p style="text-align: justify;">Ajeitando algumas linhas do plano divino, o Amigo Imaginário Supremo me fez relembrar dessa história justamente quando o <a title="Promoção d'A Grande Abóbora" href="http://grandeabobora.com/promocao-de-aniversario.html" target="_blank">Marcus fez a excelente promoção de 5 anos d&#8217;A Grande Abóbora</a>, cujo melhor post contando a maior roubada ou mico já pago, ganharia como prêmio <strong>dois livros</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">Contei a história e&#8230; <strong><a href="http://grandeabobora.com/e-os-ganhadores-dos-livros-sao.html" target="_blank">GANHEI OS LIVROS!</a></strong></p>
<p style="text-align: justify;">Enfim, pelo menos o fato de perder a alegria onanística máxima do nerd de computador não foi completamente em vão. <img src='http://www.recomendocomcerveja.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p style="text-align: center"><!--adsense#Todos_os_posts_rodape--></p>
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		<title>OWNED</title>
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		<pubDate>Mon, 12 May 2008 20:23:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jovas</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Depois de ter sido ownado pelo host e passar quase todo o domingo e praticamente metade da segunda em slow motion, o site parece ter voltado ao normal. Eu mal tava conseguindo logar no blog, postar algo então, impossível. E devido a essa impossibilidade de escrever pra vocês, fiquei hoje na fábrica praticamente o tempo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><!--adsense--></p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://i285.photobucket.com/albums/ll45/Jovas-RCC/owned_BSOD_1.png" alt="OWNEEEED" /></p>
<p style="text-align: justify;">Depois de ter sido ownado pelo host e passar quase todo o domingo e praticamente metade da segunda em <em>slow motion</em>, o site parece ter voltado ao normal.</p>
<p style="text-align: justify;">Eu mal tava conseguindo logar no blog, postar algo então, impossível.</p>
<p style="text-align: justify;">E devido a essa impossibilidade de escrever pra vocês, fiquei hoje na <em>fábrica</em> praticamente o tempo inteiro ouvindo a conversa de <strong>TODAS</strong> as mulheres do setor, que num espaço de 40m² conseguem soltar do mais agudo chiado de voz até risadas equivalentes à de um Coringa entorpecido.</p>
<p style="text-align: justify;">Agradecimentos à <a href="http://www.dreamhoststatus.com/" target="_blank">Dreamhost</a>, ironicamente o hospedeiro dos pesadelos.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify">
<p style="text-align: center"><!--adsense#Todos_os_posts_rodape--></p>
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		<title>Mudanças nem sempre são boas</title>
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		<pubDate>Tue, 29 Apr 2008 22:48:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jovas</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Avisei que às terças-feiras ia sempre ter aqui um novo texto, como se fosse uma coluna e coisa e tal. Você deve pensar que o texto é esse aqui, mas não é. Isso aqui é um protótipo mal feito de um texto que não consegue ser escrito devido a agentes externos que me incapacitam de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><!--adsense--></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.recomendocomcerveja.com/2008/04/22/novidade-de-hoje/" target="_blank">Avisei</a> que às terças-feiras ia sempre ter aqui um novo texto, como se fosse uma coluna e coisa e tal. Você deve pensar que o texto é esse aqui, mas não é. Isso aqui é um protótipo mal feito de um texto que não consegue ser escrito devido a agentes externos que me incapacitam de formular mentalmente uma frase sequer. <strong>Tô num novo setor do trabalho</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">Como ontem não pude parar em frente ao PC nem para ver pornografia, ou seja, a parada foi <strong>séria</strong>,  tô exatamente agora no trabalho tentando escrever algo, mas não consigo. Posso dizer que meus novos colegas de setor tem autoridade suficiente para peitar qualquer feirante e dizer &#8220;- EU FALO MAIS ALTO QUE VOCÊ QUANDO GRITA ANUNCIANDO PROMOÇÃO DE TOMATE&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Mudei de setor da <em>fábrica</em> semana passada. Do anterior, aquele do meu chefe malandro e estagiário alegre, fui praticamente chutado para esse novo local de trabalho em que as diferenças relação ao anterior são apenas <strong>muito</strong> grandes. Vejamos uma tabela comparativa:</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://i285.photobucket.com/albums/ll45/Jovas-RCC/tabela.png" alt="" /></p>
<p style="text-align: justify;">Devo admitir que no antigo setor era pago para praticamente atender telefone e falar &#8220;Oi&#8217; para as pessoas que chegavam à sala, mas no novo a situação caminha para a mão-de-obra real. Não que ache que ser vagal esteja certo, mas o trabalho que me passavam no local anterior era quase nenhum, então entre um setor mais calmo e um mais agitado e cheio de coisas pra fazer, ia preferir o quê?  Me condicionaram a ficar um mal acostumado bebedor de café grátis.</p>
<p><span id="more-438"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Fora que nesse setor temos também figuras singulares; como a moça do &#8220;Senhor Jesus&#8221; , chamemo-la de Maria, e a parruda, chamemo-la de João. Fico numa sala em que a circulação de pessoas gira em torno aproximadamente de 20 cabeças por hora, mas basicamente sempre estamos, eu, a Maria e a João. O diálogo de todas as tardes é mais ou menos assim:</p>
<p style="text-align: justify; padding-left: 30px;"><strong>Maria:</strong> <em>- Garoto, (se referindo a mim, ser aparentemente sem nome), pegue aquele documento ali. Senhor Jesus que me ajude a terminar esse relatório logo!</em><br />
<strong>João:</strong> &#8211; <em>Mas a Maria sabe fazer as coisas, eim? Nunca vi tanta competência numa mulher! (</em>dando em cima descaradamente da fã de Jesus)<br />
<strong> Eu:</strong> &#8211; &#8230; (ouço essa merda e tento não me distrair)</p>
<p style="text-align: justify;">Mas me distraio. Ouvir uma pessoa falar &#8220;Senhor Jesus&#8221; e &#8220;Amém&#8221; em cada frase com mais de duas palavras e ver outra dando em cima dessa primeira como uma típica aprendiz de pedreiro tarado e não perder a atenção, é pedir demais.</p>
<p style="text-align: justify;">Como não consigo me concentrar e fazer nada que preste, fiquemos com o vídeo do Nicholas White, estagiário de um setor barulhento, que resolveu ir para outro andar arejar a cabeça e ficou preso no elevador durante 41 horas.</p>
<p align="center"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="355" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="wmode" value="transparent" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/CgqV-m_Xxck&amp;hl=pt-br" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="355" src="http://www.youtube.com/v/CgqV-m_Xxck&amp;hl=pt-br" wmode="transparent"></embed></object></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify">
<p style="text-align: center"><!--adsense#Todos_os_posts_rodape--></p>
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		<title>Droga de tecnologia</title>
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		<pubDate>Tue, 22 Apr 2008 12:19:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jovas</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Sempre gostei de tecnologia. E quanto mais as coisas vão evoluindo e aparecendo, mais eu fico abismado. Por exemplo, na época em que os celulares estavam começando a ser fabricados com câmeras embutidas, quando soube da notícia fiquei lôco. Cara, um celular que bate foto? Veja bem, leia comigo, ce-lu-lar que bate FOTO? Pirei. Era [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><!--adsense--></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana;">Sempre gostei de tecnologia. E quanto mais as coisas vão evoluindo e aparecendo, mais eu fico abismado. Por exemplo, na época em que os celulares estavam começando a ser fabricados com câmeras embutidas, quando soube da notícia fiquei lôco. Cara, um celular que bate foto? Veja bem, leia comigo, ce-lu-lar que bate <strong>FOTO</strong>? Pirei. Era o auge do avanço tecnológico cabível na palma da mão. E se com o lançamento do telemóvel fotógráfico fiquei doido, imagina com o resto.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana;">Jogar pela primeira vez num PS1 tendo a infância baseada no conhecimento avançado e único em SNES, saber que para conectar à internet era pela linha telefônica, testar um gravador de CD (na época que fiz isso DVDs nem existiam no mercado), descobrir o mouse óptico, saber da existência do wireless, testar o Bluetooh, enfim, todos as novidades que acompanhei foram mágicas. Fora avanços que não são digamos tão tecnológicos assim, mas de importância extrema para a humanidade, como <a href="http://melhoragora.org/2007/04/27/tecnologia-em-cerveja-essa-e-mais-que-boa" target="_blank">cervejas que com uma simples batida, gelam sozinhas</a>, por reações químicas do próprio néctar e <a href="http://www.digitaldrops.com.br/drops/2006/05/o_usb_beverage_chiller_gela_su.html" target="_blank">USB que gelam qualquer bebida</a>. Descobertas como essa me deixam cada vez mais com o pensamento “Carro voador modelo 2030, estarei te esperando!”.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana;">Atualmente as coisas estão melhores ainda &#8212; vide um dos meus <a href="http://www.submarino.com.br/games_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=12&amp;ProdId=21363936&amp;franq=261470" target="_blank">sonhos de consumo</a> &#8212; mas ainda é lembrando de como conheci e testei os trecos, que fico realmente animado. Mas esse post não é para refletir em relação ao avanço tecnológico atual e em como tudo isso é impressionante. Não. Esse post é para falar das nocividades desse mal necessário que corrompeu toda a tradição que é viver como humanos originais, em que o máximo de avanço evolutivo em ferramentas seria fazer fogo utilizando varetas e pedaços de madeira seca, e o gadget mais potente era o couro de um javali utilizado para fazer sinais de fumaça.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana;">A tecnologia é praticamente uma <strong>droga</strong>. Se você não a usa, fica dependente. Percebi isso baseado em fatos reais dos últimos dias.</span></p>
<p><span id="more-426"></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana;">Durante o final de semana &#8212; mais precisamente no domingo &#8211;, passei o dia na casa da patroa. Lá, além de haver a muié, a cunhada rebelde e uma poodle que pensa que é macho (explicarei no fim do post*), encontram-se 2 notebooks e uma rede wireless que me permite de vez em quando postar até da varanda do apê. Numa certa hora do dia, depois de a cachorra ter tentado me comer, aproveito o conforto do wi-fi e escolho algum canto da casa para usar um dos notebooks e conectar-me a internet. Enquanto isso a mulé assiste alguma das 28 temporadas de Sex and the City que ela tem. Impressionante.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana;">Ao tentar ler meus feeds, noto um pequenino problema: a internet não funcionava. Fazendo alguns testes descobri que o login e password do provedor para conectar à Velox não estavam funcionando. Tentei então colocar os meus login e senha, mas pra isso tinha que modificar algo na configuração do modem. Aparentemente, o conjunto modem + roteador faziam uma rede de conexão alien que um leigo nesse assunto como eu não saberia mexer. Tentei, tentei e nada. Culpa do Gordão.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana;">OBS: Gordão era um técnico de informática de fundo de quintal que fez a rede wi-fi e toda configuração da internet da patroa. Pra você ver como ele era um bom profissional da área, desistiu da carreira para se tornar um pastor missionário convertido. Sério. Que beleza, né?</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana;">Ele fez uma gambiarra tão zoada na rede , que nem com milhares de tutoriais que encontrei na internet, consegui alguma alteração. Sendo assim eu não tinha como entrar na configuração do modem e roteador, a não ser que desse um reset geral na bagaça. Achei melhor deixar isso pra quem sabia e resolvi esperar a ajuda que viria no dia seguinte. Na  segunda um <a href="http://www.nacaolivre.net" target="_blank">amigo</a> que hackeia até celular pra fazer ligação gratuita via satélite da NASA viria dar uma olhada. Balanço geral do dia? <strong>Ficar sem internet durante todo o domingo.</strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: center;"><img src="http://i285.photobucket.com/albums/ll45/Jovas-RCC/darth_vader_nooo.jpg" alt="NOOOOOOOOOOOO!" width="383" height="263" /></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: center;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Bookman Old Style;">NOOOOOOOOOOOO!</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana;">Foi aí que percebi como a tecnologia deixa a pessoa dependente dela. Sem poder usar a internet, fiquei como um maluco viciado em hentais que tenta comprar alguma revistinha de gráficos para maiores de 18 através do mercado negro e não consegue. Aquilo não era de suma importância, mas era preciso. Não que eu não conseguisse ficar sem internet por um minuto, mas naquela hora, naquele domingão, ela era necessária. Ou era aquilo ou Faustão. Me compreende agora? </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana;">A 1ª dama também mostrava traços da dependência. Estava ansiosa, andava de um lado ao outro do apartamento, falava que não sabia como passaria a madrugada sem olhar o orkut. Cogitou até em ir numa <a href="http://novo-mundo.org/log/2008/04/19/lan-house-e-o-point/" target="_blank">lan house</a> para isso. O caso de abstinência dela era grave.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana;">Mas fazer o quê, o jeito era esperar meu amigo aparecer no dia seguinte e tentar resolver o problema.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana;">Na segunda-feira (ontem), ainda sem internet na casa, meu amigo aparece lá pelas 15h. Detalhe importante: às 14:50h falta eletricidade no prédio(!). Outra coisa que a pessoa fica dependente. Precisamente às 15:10h estávamos no apartamento eu, a mulé e meu amigo esperando a energia voltar, para assim poder ligar o computador e então ajeitar a internet, para finalmente ficarmos sossegados e seguir com a vida. Enquanto isso nos víamos numa situação diferente; passar uma tarde inteira sem ligar uma luz, ver TV ou ouvir música alguma do Créu ser tocada por nenhum dos moradores do condômino. Mesmo sendo uma situação que todos já passamos &#8212; que é a de ficar sem eletricidade por umas horas &#8211;, a sensação era estranha, desconfortável. A energia só voltou lá pras 18h e tranquilamente meu amigo desfez o trabalho miserável do Gordão.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana;">Com a eletricidade e a internet funcionando, tudo tinha então voltado ao normal. E a definição de “normal” nesse caso é que é preocupante, pois é aí que vemos quão dependente somos de certas <strong>coisas</strong> que há algumas décadas não existiam e que atualmente sem elas parece <strong>nós</strong> somos capazes de não existir.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><strong><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana;">* Breve explicação do caso Poodle Hermafrodita:</span></strong></p>
<p><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana;">Não tem explicação. Ela é uma poodle fêmea que quando vê uma perna, agarra e faz movimentos repetitivos e sincronizados pra frente e pra trás, numa alusão a oscilação ancestral que todos os machos vivos possuem. Nunca vi isso.</span></p>
<p><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana;">Veja com seus próprios zolhos:</span></p>
<p style="text-align: center;"><img src="http://i285.photobucket.com/albums/ll45/Jovas-RCC/cachorracomcrise.jpg" alt="A Poodle Hermafrodita" width="450" height="600" /></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana;">Vai entender.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify">
<p style="text-align: center"><!--adsense#Todos_os_posts_rodape--></p>
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		<title>Tutorial de como engordar</title>
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		<pubDate>Fri, 28 Mar 2008 06:57:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jovas</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Como já ia escrever sobre isso e o Slonik deu a deixa, faço um texto que também vale como resposta e digo como mantenho minha pessoa viva e saudável com uma dieta básica. Num post passado disse minha altura e o quanto pesava na época. Notei que de lá pra cá já engordei uns 3 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><!--adsense--></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana;">Como já ia escrever sobre isso e o <a href="http://novo-mundo.org/log/2008/03/27/dieta-saudavel-para-um-organismo-sedentario/" target="_blank">Slonik deu a deixa</a>, faço um texto que também vale como resposta e digo como mantenho minha pessoa viva e saudável com uma dieta básica.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana;">Num <a href="http://www.recomendocomcerveja.com/2008/02/13/gordos-fiquem-felizes/" target="_blank">post passado</a> disse minha altura e o quanto pesava na época. Notei que de lá pra cá já engordei uns 3 quilos. É basicamente um peso de uma <a href="http://super.abril.com.br/superarquivo/1995/conteudo_114474.shtml" target="_blank">rãzinha</a>, mas o fato é que ganhei peso. E pior que sei a resposta do motivo desse resultado: sigo uma rotina alimentar que possui a definição mais próxima possível de seu conceito, ou seja, todo o dia como praticamente as mesmas coisas nas mesmas refeições. Bom, isso vem acontecendo faz umas 2 semanas, pra ser mais exato.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana;">Acordo, vou pra faculdade e por lá como algum salgadinho pela manhã. Na hora do almoço como no próprio restaurante da universidade pratos que variam de frango assado à bife de carne de gato com pedaços algum outro animal doméstico morto. Tantos churrasquinhos devorados em saídas de shows que o reconhecimento do gosto de carne felina é imediato. No restaurante da UFS (minha universidade), a tia que regula a comida às vezes é bondosa e geralmente capricha colocando muito daquela gororoba melequenta e especiaria deliciosa.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana;">Durante a tarde não como quase nada, a não ser quando alguém compra algo lá na <a href="http://www.recomendocomcerveja.com/2008/02/19/gambiarras-no-trabalho/" target="_blank"><em>fábrica</em></a> e aí aproveito.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana;">Mas a hora do rango principal, meus amigos, é quando chega a noite. Saindo do trabalho vou à casa da patroa e aí se inicia o processo de destruição avançada do sistema alimentar. Há 2 semanas eu e minha companheira de bons momentos e deglutição só comemos porcaria: salgadinhos de festa, pizza, hambúrguer ou qualquer outra coisa que tenha calorias suficientes pra deixar um cavalo correr a 40km/h um percurso equivalente a uma São Silvestre e ainda estar saciado quando acabar o exercício. Juntou nós dois, fudeu.</span></p>
<p><span id="more-387"></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana;">Já que comer esse tipo de aperitivos me faz gastar uma grana estúpida, resolvi dar um tempo na comida e me manter praticamente apenas de cerveja, unindo assim o útil ao agradável.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana;">Mas o fato que realmente me levou a escrever esse post de como é minha dieta atual, foi uma coisa que vi <strong>hoje</strong>, logo após comer algum hambúrguer do Mc Donalds que esqueci o nome.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify">Bem, <span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana;">a sacola de papelão em que eu carregava meu optimizador de adiposidade continha ilustrações de cada lado que me deixou pensativo. As veja abaixo e clique para ampliar:<br />
</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify">
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; padding-left: 30px;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana;">A primeira foto mostra que os <a href="http://i285.photobucket.com/albums/ll45/Jovas-RCC/Massacration.jpg" target="_blank">metaleiros</a>, pessoas que aparentam ser adoradores do Tinhoso e vestem uma única cor de vestimenta black, </span><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana;">diferentemente do que são taxados, </span><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana;">na verdade louvam a filosofia paz &amp; amor.</span></p>
<p style="text-align: center"><a href="http://i285.photobucket.com/albums/ll45/Jovas-RCC/mclado1.jpg" target="_blank"><img src="http://i285.photobucket.com/albums/ll45/Jovas-RCC/mclado1small.jpg" alt="" width="300" height="400" /></a></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; padding-left: 30px;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana;">Já no outro lado da sacola, na segunda ilustração, vemos que o Mc Donalds apoia os transsexuais na prática dos esportes radicais.</span></p>
<p style="text-align: center"><a href="http://i285.photobucket.com/albums/ll45/Jovas-RCC/mclado2-1.jpg" target="_blank"><img src="http://i285.photobucket.com/albums/ll45/Jovas-RCC/mclado2small.jpg" alt="" width="300" height="400" /></a></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana;">Interessante&#8230;</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify">
<p style="text-align: center"><!--adsense#Todos_os_posts_rodape--></p>
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		<title>Nota</title>
		<link>http://www.recomendocomcerveja.com/2008/03/25/nota/</link>
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		<pubDate>Tue, 25 Mar 2008 06:43:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jovas</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Faculdadeprovasúltimasemanatrabalhosnãofeitostôferradomasvolto. &#160;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><!--adsense--></p>
<p style="text-align: center"><img src="http://i285.photobucket.com/albums/ll45/Jovas-RCC/muitascoisas.jpg" alt="Muitas coisas" height="352" width="265" /></p>
<p><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana">Faculdadeprovasúltimasemanatrabalhosnãofeitostôferradomasvolto.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify">
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify">&nbsp;</p>
<p style="text-align: center"><!--adsense#Todos_os_posts_rodape--></p>
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		<title>Fatos rápidos #2</title>
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		<pubDate>Wed, 12 Mar 2008 20:41:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jovas</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Hoje descobri que o nome de uma lanchonete do terminal de ônibus da faculdade, é o mesmo de um puteiro do centro da cidade (Pipo&#8217;s. Nunca fui). Coincidentemente, a frase de slogan da lanchonete também pode ser aplicada ao puteiro: &#8220;Coma aqui!&#8221; O pior é que é verdade. Como coloquei no Diário no dia 26/02 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><!--adsense--></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana;">Hoje descobri que o nome de uma lanchonete do terminal de ônibus da faculdade, é o mesmo de um puteiro do centro da cidade (Pipo&#8217;s. Nunca fui). Coincidentemente, a frase de slogan da lanchonete também pode ser aplicada ao puteiro: </span></p>
<p align="center"><span style="font-size: 14pt; font-family: Arial;">&#8220;Coma aqui!&#8221;</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana;">O pior é que é verdade.</span></p>
<p style="text-align: center"><img src="http://www.recomendocomcerveja.com/wp-content/uploads/2008/03/cervinha.jpg" alt="cervinha" /></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana;">Como coloquei no <span style="text-decoration: line-through;"><a href="http://recomendocomcerveja.com/diario/" target="_blank">Diário</a></span> no dia 26/02 (tenho que melhorar esse &#8220;recurso&#8221;, mas sei lá como), os bancos me odeiam. Primeiro, o Bradesco não disponibiliza Cartão Internacional para pessoas com renda abaixo a 1.200 contos. Como falei, sou estagiário, minha gente. Se eu ganhasse um salário de 1200 mil-réis, eu tava gastando em cerveja, não aqui escrevendo, sem grana e pensando em como vou pagar o que devo aos meus amigos. Recado aos amigos: Deus lhes paguem.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana;">Então fiz o cartão no Banco do Brasil, que depois de 16 dias úteis &#8212; foram 20 normais &#8212; finalmente me ligaram pra dizer que meu fazedor de dívidas chegou. Detalhe que eles <strong>garantiram</strong> quem em menos de 10 dias chegava. ¬¬<br />
</span></p>
<p style="text-align: center"><img src="http://www.recomendocomcerveja.com/wp-content/uploads/2008/03/cervinha.jpg" alt="cervinha" /></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana;">Você sabia que certos locais já registraram quedas de peixes, sapos e rãs durante chuvas? Segundo cientistas, essas chuvas de animais são provocadas quando tornados ou trombas d&#8217;água excepcionalmente fortes sugam peixes de um lago ou mar, atirando-os ao alto em direção à cidade.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana;">Vi na <a href="http://pt.wikipedia.org/" target="_blank">Wikipédia</a>.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana;">Finalmente entendi aquele final de <a href="http://www.imdb.com/title/tt0175880/" target="_blank">Magnólia</a>. Aquele fim sempre me deixou com o pensamento &#8220;Que porra é essa, uma metáfora?&#8221;.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><strong>[UPDATE - 29out08]</strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify">Que post HORRENDO.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify">
<p style="text-align: center"><!--adsense#Todos_os_posts_rodape--></p>
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		<title>O dia que gostei de conhecer a ignorância</title>
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		<pubDate>Tue, 11 Mar 2008 05:37:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jovas</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Quando o Brasil foi descoberto, sabemos que os portugueses se encontraram com os índios e trocaram umas idéias. Durante esse contato houve também algumas trocas de muambas intercontinentais; nossos tupiniquins ficaram ensandecidos com os gadgets importados da terra dos Manoéis. Queriam até oferecer algumas horas de trabalho por uns simples espelhinhos de camelô. Os portugas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><!--adsense--></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana;">Quando o Brasil foi descoberto, sabemos que os portugueses se encontraram com os índios e trocaram umas idéias. Durante esse contato houve também algumas trocas de muambas intercontinentais; nossos tupiniquins ficaram ensandecidos com os gadgets importados da terra dos Manoéis. Queriam até oferecer algumas horas de trabalho por uns simples espelhinhos de camelô. Os portugas acharam essa troca muito satisfatória, e assim há mais de 1500 anos eles então presenciaram o valor da ignorância alheia. Semana passada passei pelo mesmo. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana;">Estava na <em>fábrica</em> jogando <a href="http://img141.imageshack.us/img141/4730/linktothepastmj8.jpg" target="_blank">The Legend of Zelda: A Link to the Past</a> e logo quando eu tava quase matando a centopéia de 8 vidas</span><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana;">, um dos meus chefes me convoca para ajudar na digitação de uns documentos. Pausei o jogo e fui à mesa dele ajudar. &#8220;Como faz uma tabela?&#8221; &#8211; foi a primeira pergunta. Expliquei calmamente que indo no Word era possível fazer uma tabela do jeito que quisesse, bastava seguir o caminho dificílimo de ir na aba &#8220;Tabela&#8221;. Fiz uma de exemplo, ele me falou como queria que fosse desenhada, não demorei muito e acabei a missão. Tabelinha concluída, em seguida ele me pede pra copiar o que eu havia feito para um fluxograma de um outro documento. Tabela, ctrl+c, ctrl+v, fluxograma, tabela colada, terminei.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana;">Meu chefe, percebendo que eu tinha um pouco mais de habilidade com o PC do que o estagiário-Britney-fan, aproveitou pra pedir preu pesquisar algo sobre imposto de renda. Entrei no site da Receita, ctrl+f e achei rapidamente o assunto que ele queria. Poucos segundos após fazer isso, escuto um:</span><br />
<em><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana;">- Mas você é um expert dos computadores, rapaz! Tá de parabéns! Nem sabia que você sabia mexer tanto assim nesse treco!<br />
</span></em></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify">
<p><span id="more-233"></span></p>
<p style="text-align: center"><img src="http://www.recomendocomcerveja.com/wp-content/uploads/2008/03/geek-crianca-2.jpg" alt="Prodigio" width="445" height="333" /></p>
<p style="text-align: center"><span style="font-size: 10pt; font-family: 'Bookman Old Style';">Young Padawan<br />
</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana;">Depois dessa apologia aos mesmos conhecimentos que qualquer garoto de 8 anos hoje em dia tem, o chefe pediu ao ouvinte da Britney que fosse em cada setor do prédio entregar os documentos finalizados. Geralmente dividiríamos o serviço, mas hoje não. Hoje as digitações e criação das papeladas ficariam pra mim. E o dia inteiro foi assim; eu digitando algumas poucas coisas, e o outro estagiário imprimindo e entregando tudo. Quase fiquei com pena de ver o rapaz de mau gosto indo pra lá e pra cá, toda hora. Quase.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana;">Como pelo visto ninguém do setor sabe criar uma tabela com mais de 3 colunas (!) ou achar algo rapidamente num site, parece que me tornei importante. Agora não me pedem mais pra ir tirar xérox dois setores abaixo ou ir atrás de Cicrano. Parece que o melhor é eu ficar no setor pra fazer tabelas, de vez em quando jogando Zelda quando não tiver o que fazer. Achei isso uma beleza.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana;">E a ignorância alheia que me ajudou, pois consegui esse pequeno conforto mesmo sem saber nada de muito essencial. Mesmo sem ter um gadget português. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify">
<p style="text-align: center"><!--adsense#Todos_os_posts_rodape--></p>
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		<title>Bagunça Evolutiva</title>
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		<pubDate>Mon, 03 Mar 2008 19:31:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jovas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
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		<description><![CDATA[Quando era pequeno, lá pros meus 8 anos, a vida se resumia em algumas coisas básicas: ir ao colégio, voltar pra casa e fazer a lição que exigia menos de meio neurônio para ser feita, ver tv, jogar vídeo-game ou destruir uns Comandos em Ação até que a hora de dormir chegasse. Nada de correria, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><!--adsense--></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana;">Quando era pequeno, lá pros meus 8 anos, a vida se resumia em algumas coisas básicas: ir ao colégio, voltar pra casa e fazer a lição que exigia menos de meio neurônio para ser feita, ver tv, jogar vídeo-game ou destruir uns <a href="http://www.recomendocomcerveja.com/wp-content/uploads/2008/03/gi-joe.jpg" target="_blank">Comandos em Ação</a> até que a hora de dormir chegasse. Nada de correria, tudo tranqüilo. Meu quarto era bagunçado apenas pelos bonecos triturados pelo chão.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana;">Como se tivesse pego uma carona num DeLorean, passam-se 10 anos. Deixei os brinquedos de lado &#8212; menos o vídeo-game, que é <strong>muito</strong> mais que um brinquedo </span><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana;">—</span><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana;">, as lições estão um pouco mais complicadas e os dias se resumem a novas coisas básicas: cerveja, festas e amnésias alcoólicas. Nada mais saudável. Meu quarto agora tem uma desorganização ainda aceitável; na mesa livros de matemática que desejo incinerar, apostilas desgrampeadas, um <a href="http://www.recomendocomcerveja.com/wp-content/uploads/2008/03/nokia_3310.jpg" target="_blank">Nokia 3310</a> e uma carteira com dinheiro suficiente para pegar <strong>um</strong> ônibus. Tudo podia ser achado facilmente apenas olhando para o móvel.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana;">Mais uns anos passam, agora estou na faculdade. Paralelamente começo a trabalhar, sendo assim ficar fora de casa praticamente 83% do dia é algo absolutamente normal. Os 10% restantes do tempo uso para dormir, 5% para fazer as necessidades (comer, Nº1, Nº2, banho, sexo e jogar) e os 2% finais sobram pra entrar na internet para  <span style="text-decoration: line-through;">jogar e ver pornografia</span> estudar. Só que passando todo esse tempo fora, quando volto pra casa meu quarto tá a maior zona foda. Sem tempo para organizar as coisas, a minha mesa já antiga, tá mais entupida que lotação de meio-dia. No exato momento que escrevo este post, temos amontoados no espaço circular (a mesa é redonda) suficiente para um bêbado deitar e dormir: muitas apostilas <strong>essenciais</strong> para provas futuras, DVDs, CDs de Playstation, mochila, desodorante, perfume, um disquete, carregador do celular, mp4, um band-aid (?), </span><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana;">um panfleto de Santo Expedito e </span><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana;">a carteira &#8212; que agora tem em seu interior dinheiro suficiente para pegar nenhum ônibus. Isso é o que eu posso VER. Mais objetos ainda habitam o subterrâneo desse ecossistema de materiais particulares. Vou em suas buscas.<br />
</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span id="more-198"></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><a title="bagunçaa" rel="attachment wp-att-209" href="http://www.recomendocomcerveja.com/2008/03/03/bagunca-evolutiva/guilhotina/"></a></p>
<p style="text-align: center"><img src="http://www.recomendocomcerveja.com/wp-content/uploads/2008/03/bagunca2.jpg" alt="Bagunça" /><a title="bagunçaa" rel="attachment wp-att-209" href="http://www.recomendocomcerveja.com/2008/03/03/bagunca-evolutiva/guilhotina/"></a></p>
<p style="text-align: center"><span style="font-size: 10pt; font-family: 'Bookman Old Style';">Quarto mais ou menos assim</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana;">Coloco minha máscara anti-bactérias mutantes e começo a ajeitar as tralhas. Não sabia se meu cérebro ainda se lembrava desse ato; a chance de a parte da minha massa cinzenta que comanda a organização estar atrofiada era grande. Mas o importante era tentar.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana;">Descobertas começam a serem feitas: embaixo dumas 18 apostilhas empilhadas estava um exemplar de uma Veja, de 6 de Fevereiro. A revista tem praticamente 1 mês de publicação, foi colocada na minha mesa por sei lá quem, só que fui jogando tanta coisa em cima que a soterrou completamente. Só agora fui ver que tinha chegado. Também encontrei um bilhete de um amigo do meu pai, que me pedia para emprestar para ele os CDs de &#8220;Zé Pagodinho, Timaia, Dijavan, Sandra Sá, Zé Cabalero e Wagner&#8221;. Sério. Como não sei quem são esses, não posso ajudar. Taquei o bilhete no lixo.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana;">Na minha mochila achei meio pacote aberto de biscoito. Não sei desde quando estava ali dentro, mas era tempo suficiente para ficarem meio &#8220;fofos&#8221;. Com a técnica que eu mesmo desenvolvi de trazer os biscoitos de volta a sua consistência original &#8212; ande no sol de 1 da tarde durante meia-hora e sua mochila se torna um forno portátil, cozinhando o que tiver dentro </span><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana;">—</span><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana;">, guardei novamente para comê-los no futuro. Embaixo da mochila estava uma calça que usei numa formatura há 1 semana. Olhei os bolsos, apostando na loteria pessoal de talvez achar dinheiro, mas encontrei só um guardanapo da festa. <strong>Um</strong> guardanapo. Bêbado é foda. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana;">Por fim, achei um alicate de unhas que fazia tempo que procurava e assim finalmente voltou ao mundo dos utensílios. Agora posso usar a mão esquerda para cortar as unhas da outra mão, sem precisão de retalhar os dedos no processo.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana;">Quarto um pouco mais arrumado, sem parecer que passou pela 2ª Guerra, não dou 20 minutos para que minha progenitora me dê os parabéns por deixar tudo limpo e agradável aos olhos. Em compensação dou menos de 10 minutos para que minha pessoa inicie uma nova bagunça e foda tudo novamente.</span></p>
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		<title>Você quis dizer&#8230;</title>
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		<pubDate>Fri, 29 Feb 2008 07:51:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jovas</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Uma das coisas interessantes de fazer um blog é descobrir como as pessoas encontraram o link dele. Eu fico imaginando como aquelas suecas seminuas, que porfavorDeus não existam só na minha imaginação, acham por acaso do destino desse site. Descobri que funciona assim: dependendo da pesquisa feita nos sites de busca, links de outros sites [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><!--adsense--></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana;">Uma das coisas interessantes de fazer um blog é descobrir como as pessoas encontraram o link dele. Eu fico imaginando como aquelas suecas seminuas, que porfavorDeus não existam só na minha imaginação, acham por acaso do destino desse site. Descobri que funciona assim: dependendo da pesquisa feita nos <a href="http://www.google.com" target="_blank">sites de busca</a>,  links de outros sites são disponibilizados de acordo com as palavras chaves da pesquisa. Supostamente, se elas estiverem no conteúdo do site ou blog, eles serão linkados na lista de pesquisa. E se seu endereço é acessado através de um clique em um link, dá pra saber por meios de ferramentas de estatística.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify" align="center">
<p style="text-align: center"><img src="http://www.recomendocomcerveja.com/wp-content/uploads/2008/03/internet.jpg" alt="internet!" /></p>
<p style="text-align: center"><span style="font-size: 10pt; font-family: 'Bookman Old Style';">Dá pra saber como chegou até aqui, pequeno nerd! </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana;">Sim, dá pra saber como chegam ao blog. Por exemplo, no post fake sobre <a href="http://www.recomendocomcerveja.com/2008/02/26/exclusivo-sexo-no-big-brother-8/" target="_blank">sexo no BBB</a>, a visitação diária bombou que nem a audiência do extinto <a href="http://www.youtube.com/watch?v=L1WlU5qUv1k" target="_blank">Teste de Fidelidade</a>. Conclusão? Sexo vende, <strong>pra caralho</strong>. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span id="more-184"></span><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana;">Abaixo estão alguns dos conjuntos de termos que fizeram certos vagais acharem por acaso o link de endereço daqui e assim finalmente terem encontrado um sentido para a vida. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify">
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana;"><strong>diário do programa &#8220;fantasia&#8221;</strong> &#8211; Ótima busca por informação que alguém que tem um computador com internet pode fazer.<br />
<strong>o que é bom para dor nas costas</strong><span> </span>- Talvez a velha técnica milenar de deitar?<br />
<strong>em quais cinemas posso assistir rambo 4</strong> &#8211; Se você entrar no cinema e ver a tela com as cores vermelho-sangue e  cinza-explosão e gritos de pessoas que preferiam ver o diabo em pessoa em vez do Stallone, está na sala certa.<br />
<strong>putas brasilianas</strong> &#8211; Gringo safado.<br />
<strong>muita gente tem, mas nem sempre é útil</strong><span> </span>- Alguém sabe a resposta?<br />
<strong>nao se faz mais historia como antigamente</strong> &#8211; Realmente. Nos velhos tempos o bom mesmo era entrar num <em>Saloon</em> e no mínimo quebrar uma garrafa de whisky na cabeça do primeiro que olhasse torto.<br />
<strong>cachassa violenta</strong> &#8211; Cachassa? Esse já tava bêbado.<br />
<strong>onde estou?</strong><span> </span>- Neste blog?<br />
<strong>calculo de cerveja para festa</strong> &#8211; Ainda não fiz um post sobre isso. Valeu pela idéia. Porém o tempo para fazer esse cálculo requer extrema habilidade técnica, meditação e prática. Vou ter que fazer uma festa para me empenhar melhor nessa finalidade.<br />
<strong>imagem olho de tandera</strong> &#8211; Experimenta &#8220;thundera&#8221; que acho que dessa vez você encontra.<br />
<strong>babar durante o sono</strong> &#8211; Quando sonho que troquei de vida com Hugh Hefner isso geralmente acontece.<br />
<strong>o que dizer nos primeiros minutos de conversa</strong> &#8211; Conversando com uma garota de bons dotes, começa com um &#8220;Oi, vocêélindaquerotecomertopas?&#8221; e já é um início.<br />
<strong>bolo de maracuja politico</strong> &#8211; Não sei mesmo o que essa pessoa procurava.<br />
<strong>promoção pastel igreja</strong> &#8211; </span><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana;">Não sei mesmo o que essa pessoa procurava [2].</span><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana;"><br />
<strong>you tube bolos de izopor </strong>- Realmente não entendo que porra essa gente procura.</span></p>
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		<title>Gambiarras no trabalho</title>
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		<pubDate>Tue, 19 Feb 2008 21:01:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jovas</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Quando fico sem ter o que fazer aqui no trabalho a solução é passar o tempo com a invenção máxima e prova da dominação mundial nerd, a internet. Aqui ela é foda. Foda de ruim, não de boa. Vários sites e aplicativos úteis bloqueados; Orkut, MSN, Youtube, Gtalk, Torrent, Rapidshare, Megaupload, e afins. Acesso restrito [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><!--adsense--></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana;">Quando fico sem ter o que fazer aqui no trabalho a solução é passar o tempo com a invenção máxima e prova da dominação mundial nerd, a internet. Aqui ela é foda. Foda de ruim, não de boa. Vários sites e aplicativos úteis bloqueados; Orkut, MSN, Youtube, Gtalk, Torrent, Rapidshare, Megaupload, e afins. Acesso restrito a todos. O interessante é que bloquear acesso a sites de mp3, pra estagiário &#8220;alegre&#8221; não baixar mais músicas da Britney Spears &#8212; e só assim não ouvir isso ABSOLUTAMENTE TODO SANTO DIA </span><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana;">—</span><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana;">, que é bom, nada. É uma beleza.<br />
</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana;">Desculpe o desabafo. Aqui no setor divido espaço com um estagiário duvidoso e só não rola <em>fight</em> musical entre Britney e <a href="http://www.matanza.com.br" target="_blank">Matanza</a> porque perderia. Não tenho mais de 150 músicas dos caras aqui no PC. Se a briga começasse, depois que minhas músicas acabassem de tocar, as do estagiário gazela tocariam ainda por 3 dias seguidos. <strong>Sem repetir</strong>.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><a title="Vida de Estagiário" href="http://ondeestou.files.wordpress.com/2008/02/estagiario044.jpg"></a></p>
<p style="text-align: center"><img src="http://www.recomendocomcerveja.com/wp-content/uploads/2008/03/estagiario044.jpg" alt="vida de estagiário" /><a title="Vida de Estagiário" href="http://ondeestou.files.wordpress.com/2008/02/estagiario044.jpg"></a><span style="font-size: 10pt; font-family: 'Bookman Old Style';"><br />
Pesadelo real</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span id="more-111"></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana;">Aí quando não tem trabalho a ser feito, ou meu chefe não decide contar pela 4ª vez a história do dia que ele catou a empregada de casa e arrastou pra garagem, tenho que procurar o que fazer. Cansei de zerar Street Fighter Alpha 2 pelo <a href="http://www.zsnes.com/" target="_blank">Zsnes</a>; ficar tirando printscreen do desktop do pc do estagiário, depois esconder os ícones da área de trabalho e deixar ele clicando nos ícones “falsos” de papel de parede; e ficar usando as cadeiras com rodinhas para apostar corrida comigo mesmo, perdeu a graça e empolgação quando no meio de um “rally”, um chefe de outro setor abre a porta daqui da sala e me vê na mais alta velocidade (0,5km/h. Pra uma cadeira com rodinhas é rápido. Acredite). Nesse lembro que fingi que aquilo era coisa mais normal do mundo, e dando uma espécie de cavalo-de-pau giratório e perguntando de imediato <em>“Opa&#8230; Quer falar com quem?”</em>, mas depois da cena o cara não deve ter me levado a sério e apenas me olhou, fechou a porta e saiu sem falar nada.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify">
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana;">Mas eis que então fuçando na internet alguns sites até então desconhecidos, com os serviços que justamente estava precisando:</span></p>
<ul>
<li><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana;"><a href="http://flick.im" target="_blank">Flick.IM</a> &#8211; Você se cadastra e poderá acessar contas do MSN, Live Messenger, AIM, Google Talk, ICQ e Jabber.</span></li>
</ul>
<ul>
<li><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana;"><a href="http://surfall.net/" target="_blank">SurfAll.net</a> &#8211; Coloquei no Google “top proxies” e apareceu este site <span style="text-decoration: underline;"><a href="http://www.http.ws/">www.http.ws</a></span>. Nele há uma lista com o endereço de alguns proxys e esse foi primeiro que consegui acesso ao Orkut e Youtube. Quando bloquearem, testo os outros. Outro proxy muito bom é o <a href="http://www.123321.info" target="_blank">123321.info</a>.<br />
</span></li>
</ul>
<ul>
<li><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana;"><a href="http://www.rom-world.com" target="_blank">ROM-World.com</a> – Um dos melhores sites já feitos de emuladores e roms. Cansou de zerar Alex Kid pela 8ª vez? Evolua e baixe um emulador de Megadrive e conheça Sonic, seu atrasado.</span></li>
</ul>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify">
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana;">Agora duvido que alguém consiga me bloquear.<br />
</span></p>
<p><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana;">P.S.: Caro Administrador, se estiver lendo isso, favor não bloquear os novos sites que acesso. Tenho uma prima gostosa que estaria disposto a te apresentar caso me atendesse. Grato.</span></p>
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