Já pensou em sacanagem, né? Cara, fico impressionado como o mundo tá hoje em dia. Cadê a inocência desse povo?
Entretanto, não falo daquela primeira vez que geralmente dois corpos nus e suados trocam fluidos corporais e fazem de uma cama — ou qualquer outro lugar que seja possível o encaixe humano — um local de gritos, puxões de cabelo e movimentos repetitivos e frenéticos até que um dos momentos ápices da existência seja atingido. Nem me refiro àquela vez em que você ficou numa conversa sensual e marota na primeira ligação que fez pro disk-sexo, nerd virgem. Porém, pode ficar despreocupado que esse texto ainda assim tem a ver com você.
Falo das vezes em que situações que não envolvam camas ou telefones, foram realizadas por sua pessoa desde que você se entende como gente. Como a primeira ida a um parque de divesões, lembra? Sim, que escolheu um brinquedo ignorando os fatos de ele ficar de ponta cabeça a 20m do chão, ter uma placa escrito “PERIGO” em letras garrafais na sua lateral e exigir altura mínima do usuário de 1.60m (sendo você um moleque de 1.50), e mesmo assim você burlou a fila de entrada e só não correu risco de vida por causa de uma gordaça que tava sentada ao seu lado. Ela fez você ficar tão apertado no assento que a chance de sair voando do brinquedo era completamente nula. Aconteceu comigo, mas dessa ocasião nem faço muita questão de lembrar. Vamos às outras, com mais um post-coletânea nostálgica.
Agora eu quero polêmica. Percebi que mesmo chamando Jesus de mágico no último post, surpreendentemente não veio uma alma aqui me acusar de mentiroso, caluniador, caluniador e mentiroso, por exemplo. Bom, fanáticos religiosos, perderam sua chance. Agora vamos falar de um assunto tema de um público também peixe grande. Peixe não, alface gigante seria mais adequado. Vamos falar sobre vegetarianos.
Muitas coisas me influenciaram a querer discutir sobre esse pessoal que prefere comer grama a um bom pedaço de carne sangrenta e quase viva. Uma das influências foi um post da beeanka que mostra quantos canibais/zumbis você pode alimentar. Outra coisa foi que recentemente almocei por acidente num restaurante vegetariano. Faço questão de grifar a palavra acidentalmente. Explico mais além. E por último, agora nessa terça-feira, feriado estadual, vou fazer um CHURRASCO e tô bastante satisfeito em saber que semelhante aos deuses, vou me alimentar de uma das combinações mais perfeitas já obtidas: cerveja e CARNE.

Tem coisa melhor, diz aí? (se você for mulher, não responda)
Mas vamos por partes.
Voltei de viagem, minha gente.
Depois de um final de semana a ponto de literalmente dormir vendo tudo rodar e acordar e escovar os dentes gargarejando cerveja — pois na cidade que estava tinha migrado tanta gente que palavras como “água”, “acabou” e “FUDEU” eram as mais ditas nas ruas pelas pessoas que saiam de suas casas, na tentativa de ver se na moradia do vizinho tinha um mínimo H2O para pelo menos lavar o rosto — tô aqui novamente.
Como fiquei um dia sem trabalhar, já agora manhã (no momento que escrevo são 10:12 a.m) tô no trabalho pra cumprir as horas perdidas. Vou ficar o DIA INTEIRO por aqui. E cês lembram como foi a descrição desse maravilhoso lugar, né? Pois é. Mas como nada apareceu ainda pra ser feito, tava pensando em, daqui do trampo mesmo, escrever algum post ou até contar como foi a viagem que fiz e experiência de ver como o ser humano consegue se juntar em bandos e esvaziar garrafas de cerveja como russos esvaziam garrafas de vodka.
Mas fui forçado a desistir, porque NÃO DÁ.
Já é a terceira vez que começo a escrever e a estagiária da manhã desliga o estabilizador dela, que também é o meu já que ligaram dois PCS em um estabilizador só, e perco TODO o texto que havia escrito. Só que o motivo de ela ter desligado o PC três vezes, é que, na concepção dela, isso é o que se chama “reiniciar a máquina“. Sério. É nessas horas que você vê a influência do meio no tipo de idéias que uma pessoa obtem. Por exemplo, nunca pensei em implantar um pacotinho de C-4 numa cadeira com uma garota sentada, mas depois de hoje julgo que seria algo apropriado.
Depois escrevo algo melhor pra colocar aqui, só vim deixar um “Olá, garotada” mesmo. =D

Graças aos festejos juninos, amanhã nem terça-feira eu trabalho. Que maravilha. Só que tava pensando aqui, não sei se já falei aqui o suficiente para detalhar como é o meu emprego. Meu estágio, na verdade. Faço faculdade de Jornalismo e estagio numa empresa que vamos evitar nomes para também evitar demissões.
Porém, minha função não tem nada a ver com às artes milenares do jornalismo. Passa longe disso. Nada relacionado a pauta, reportagem, apuração, mídia, ingressos pra assistir filme de graça no cinema, nada. Apenas mexo com documentos; redijo, carimbo, localizo, guardo uns e entrego outros nos devidos setores. É um trabalho relativamente fácil, a grana que recebo é razoável, e há alguns meses não tinha queixa alguma. Releia, por favor, a parte do “não tinha“. As coisas não estão boas como eram.

É, acho que tá na hora de fazer uma faxina.