Com todos os virais e sites a respeito, acho que todo mundo sabe que Batman - The Dark Knight estréia essa semana. Ou não, já que depois que coloquei por uns instantes no subnick do MSN a frase “WHY SO SERIOUS?”, um número significativo de pessoas veio me perguntar o que significava aquilo. Enfim, hereges.
Porém, o que talvez ninguém tenha percebido é que esse fenômeno se dá por conta de outras adaptações já lançadas. Filmes que quando deram as caras nas telonas, os fãs saíram de suas casas ensandecidos deixando de lado seus Hentais suas HQ’s, achando que tal entretenimento cinematográfico valeria a pena, mas que na realidade eram as maiores merdas protagonizadas com pessoas vestindo roupas coloridamente ridículas. Roteiros mal trabalhados, histórias extremamente alteradas em relação às originais, cenas que fazem automaticamente a pessoa que assiste dizer frases como “Tomarnocu!QUEPORRESSAMALUCO?!11!!”. Em suma, filmes que nunca deveriam ter sido feitos, mas por alguma estão aí pra quem quiser ver — e provar que existe auto-tortura.
Já pensou em sacanagem, né? Cara, fico impressionado como o mundo tá hoje em dia. Cadê a inocência desse povo?
Entretanto, não falo daquela primeira vez que geralmente dois corpos nus e suados trocam fluidos corporais e fazem de uma cama — ou qualquer outro lugar que seja possível o encaixe humano — um local de gritos, puxões de cabelo e movimentos repetitivos e frenéticos até que um dos momentos ápices da existência seja atingido. Nem me refiro àquela vez em que você ficou numa conversa sensual e marota na primeira ligação que fez pro disk-sexo, nerd virgem. Porém, pode ficar despreocupado que esse texto ainda assim tem a ver com você.
Falo das vezes em que situações que não envolvam camas ou telefones, foram realizadas por sua pessoa desde que você se entende como gente. Como a primeira ida a um parque de divesões, lembra? Sim, que escolheu um brinquedo ignorando os fatos de ele ficar de ponta cabeça a 20m do chão, ter uma placa escrito “PERIGO” em letras garrafais na sua lateral e exigir altura mínima do usuário de 1.60m (sendo você um moleque de 1.50), e mesmo assim você burlou a fila de entrada e só não correu risco de vida por causa de uma gordaça que tava sentada ao seu lado. Ela fez você ficar tão apertado no assento que a chance de sair voando do brinquedo era completamente nula. Aconteceu comigo, mas dessa ocasião nem faço muita questão de lembrar. Vamos às outras, com mais um post-coletânea nostálgica.
Não sei se foi muito CGI usado — porra, até pra explodir caixotes? —, se o Han Solo tá ficando véio e perdeu a mão, ou se o gordão que tava sentado atrás de mim no cinema e ficava chutando minha cadeira que foi o que me fez achar o filme não tão legal.
Foi bacana, mas podia ter sido melhor, sabe? Prefiro os primeiros. Eram mais “reais”.
Hoje tem Han Solo de chapéu e chicote e mais de 60 décadas no lombo, colocando agentes soviéticos para tomar noku e ensinar um protótipo de Robin a como ser fodão e ao mesmo tempo procurar uma caveira de cristal.
Como já falei, espero que os nerds aqui da província não tenham esgotados com todos os ingressos, para assim poder assistir na telona uma das continuações de filme dos anos 80 que mais esperava.
Há muito tempo atrás, numa galáxia distante, o Ronaldo “Fenômeno” era conhecido por jogar bem, ser rico para caralho e aparentemente ser hétero.
Nessa mesma época, surgiram as Maria-chuteiras-new-generation; moças que a partir de qualquer tipo de contato com um jogador de futebol famoso, de sexytime a um aperto de mão mais suado, automaticamente colocavam a mostra suas carinhas até então desconhecidas para que a mídia as divulgasse. Geralmente seus 15 minutos de fama e objetivo principal de lucrar em cima do nome dos outros eram razoavelmente alcançados.
Ronaldo teve no seu histórico a aparição das “Ronaldinhas“, e como exemplo dessa espécie empreendedora da fama instantânea, temos a Viviane Brunieri.
Se lembra?
E por que resolvi falar dela? Porque tudo indica que ela vai entrar pro time das super estrelas consagradas do pornô nacional!