História de Carnaval - parte 2

Data: 13 mar 2009
Escrito por Jovas
Categoria: Bebedeiras
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Passe longe

Continuando o perrengue do Carnaval…

Então cheguei na cidade e como vi que a casa em que eu estava (com a capacidade máxima de hospedes saturada e apenas UM banheiro) era uma porcaria, coloquei fé na festa. Foda-se o conforto, tenho que aproveitar o que puder da farra, pensei. Mas aproveitar O QUÊ? — Que foi justamente isso que me perguntei nos dias seguintes.

Dos 4 dias que fiquei na cidade, durante 3 manhãs fui “curtir” o Carnaval de rua, seguindo o pessoal que acompanhava as bandas de frevo que subiam e desciam ladeiras paralelamente tocando marchinhas populares. Eu sabia que o calor de uma cidade nordestina nessa época estaria humanamente insuportável, mas pelo menos imaginei que, como em Olinda, iria me refrescar: na cidade Pernambucana é tradição pessoas molhares as outras durante a festa com água, utilizando armas d’água, baldes, mangueiras, etc. Resumindo, água é com o que você se “suja” por lá. Mas em Neópolis não.

Ao sair as ruas, logo notei que o costume do povo da então inédita cidade era a de sujar pessoas com TUDO que não refrescava, ao contrário, irritava profundamente o indivíduo alvo da brincadeira. Vi pessoas que nas portas de suas casas abriam sacos de farinha de trigo, colocavam um pouco de água (leia-se gotas), mexiam a mistura e aquela merda se transformava numa massa uniforme e argilosa que quando passada em qualquer coisa, principalmente em partes do corpo humano, com o calor escaldante presente se solidificava com a mesma eficácia que — tô falando sério — cimento de construção. Ao invés de uma água amigável no rosto, você recebia um bolo de massa de farinha na cara, que se demorasse muito para ser retirada, havia chances de a pessoa atingida sofrer de uma eterna paralisia muscular facial. Mesmo limpando aquela porcaria do rosto, ao sorrir dava pra sentir a crosta que sobrou da massa rachar no interior dos seus poros. Sabe Super Bonder quando gruda na pele? Aquilo não é NADA.

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História de Carnaval - parte 1

Data: 5 mar 2009
Escrito por Jovas
Categoria: Bebedeiras
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Fevereiro passou, o Carnaval enfim terminou e como a boa tradição brasileira comanda, é agora que o ano se inicia. Mas, falando em Carnaval,  como foi o de vocês, galerinha?

Quem ficou em casa? Quem viajou? E quem foi a outra cidade, foi a um lugar tranquilo ou procurou alguma festa ensandecida?

Eu viajei — e lhes conto agora como foi uma das PIORES viagens e festa que já participei na vida.

Faz uns 3 anos que vou sempre a Olinda/PE, aproveitar um dos melhores carnavais de rua que ainda são feitos com qualidade no país. Cidade histórica, bonita, muita gente boa, nada de brigas e tumultos durante a festa, resumindo, não tenho nada a reclamar. Porém, esse ano resolvi mudar os planos. Com a grana curta, decidi não viajar para fora do estado e optei por ficar por aqui mesmo, viajando para uma cidade do interior. A escolhida foi Neópolis.

Conhecida por ter o 2º melhor Carnaval de rua do mundo, perdendo apenas para o de Olinda (tem lá na Wikipédia, pode conferir), nunca tinha visitado a cidade, mas muita gente me recomendou viajar pra lá como opção de uma boa festa.

E é pra esse pessoal que me recomendou o Carnaval de lá que faço a seguinte pergunta:

– PERDERAM O JUÍZO, FDPS?

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A arte do teletransporte

Data: 12 nov 2008
Escrito por Jovas
Categoria: Bebedeiras
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Voltei, minha gente. Depois de tirar umas férias forçadas — correria entre faculdade/trabalho/limpar cocô do Luke — estamos de volta com a programação normal.

Agora, antes de me xingarem, me respondam uma coisa: quem não gostaria de ter super poderes? Uma visão raio X, pra poder tirar a dúvida se aquele relevo arredondado no sutiã da sua amiga gostosa é um piercing no mamilo ou uma verruga parasita; ou quem sabe conseguir usar a Força como um Jedi para quando um ladrão vier lhe roubar a carteira na rua, cê poder falar “Você não vai roubar a carteira. Você é vai enfiar esse revólver de espoleta no meio rabo e deixá-lo aí para todo o sempre”.

Parece uma utopia, porém eu acredito que todos os seres do planeta, não só os humanos, tem UM poder embutido em seus seres. É uma técnica similar à do Goku, com a única diferença que o saiyajin anabolizado executa o procedimento quando quer. Já para nós realizarmos o mesmo, temos que fazer uso do combustível preferido dos bêbados frequentadores de buteco, cujo chão tem contornos em giz de corpos de indivíduos que levaram facadas nas costelas por pedirem para beber leite quando chegaram no estabelecimento: o álcool.

Ao consumirmos litros desse líquido que apenas pessoas profissionalizadas na área de ingerir etanol em quantidades que encheriam caminhões pipa, e somente dessa maneira, pessoas como eu e você conseguem manifestar um resquício desse poder — e também sofrer o risco de transformar o próprio fígado em uma massa de carne acinzentada e putrefata.

Falo da técnica do TELETRANSPORTE.

É tipo isso aqui

Pra compensar a falta de postagens nos últimos dias, trago um post gigante (leia paulatinamente) com três histórias de bebedeiras em que ultrapassei as barreiras do espaço/tempo e me movi a longas distâncias ao mesmo tempo que tentava me manter em pé sem cambalear.

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Quem é vivo sempre… tem ressaca!

Data: 8 fev 2008
Escrito por Jovas
Categoria: Bebedeiras
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Depois de dias de muita cachaça e putaria água de coco e descanso, enfim, voltei, cambada.

Esse ano pra mim foi tranqüilo, mas teve muita gente que curtiu e caiu literalmente de boca na farra.

separa que é briga

Retrato do que a cachaça faz

Como esse carnaval que passou foi realmente mais calmo, tava aqui sem fazer nada e lembrando dos carnavais passados… Ah, carnavais passados!

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