Brincadeiras infantis (quase) letais

Data: 29 jan 2009
Escrito por Jovas
Categoria: Nostalgia
55 Comentários

Briga normal? Isso não é NADA

Voltei, minha gente! Sim, tô vivo. Isso quer dizer que pode guardar o barbeador Bic e deixar o suicído de lado. A temporada de férias do início de ano contagiou a minha pessoa e fiquei afastado do computador por um pequeno intervalo de tempo, que agora foi totalmente exterminado e eis que retornei à internerds.

Perdi alguma coisa?

Já até me perguntava que diabos iria escrever no próximo texto quando tive uma inspiração que não pôde ser ignorada: estava na casa de um amigo jogando “3000 jogos de SNES para PS2″ quando seu irmão mais novo, de  uns 9 anos, passa pela sala e percebi o pivete estava com dois roxos num dos braços. Suspeitei que o pequeno garoto era espancado diariamente pelos pais por  ser fã caloroso do High School Musical, entretando para tirar essa dúvida, perguntei a ele como havia ganho aqueles pequenos hematomas do tamanho de laranjas:

– Ô, moleque, que porra foi essa?
– Ah, nada não. Foi no colégio.
– Cê tava brincando de paintball com bolas de chumbo maciço lá?
– Nada. Tava jogando RIPA.

Nesse momento algumas das minhas lembranças da época de escola vieram à tona e comecei a relembrar das brincadeiras infantis que praticava. Brincadeiras que se continuassem existindo na maioria das escolas de hoje, pois duvido que existam, nos levariam a ver pelas ruas um número excessivo de menores de idade semi-aleijados. Falo das traquinagens de moleque que envolviam basicamente chutes, socos, voadoras, enfim, toda uma variedade de agressões físicas e violência gratuita entre amigos durante o recreio.

Inspirado pelo pequeno fã do musical afeminado, compartilharei com vocês as brincadeiras que eu participava quando garoto e que hoje em dia suspeito que era uma atividade similar ao treinamento de guerra dos soldados do Afeganistão.

RIPA

Não tenho idéia de como esse esporte medieval chegou ao conhecimento da minha turma de colégio, mas lembro exatamente como era.

Basicamente tudo se iniciava quando depois que um amiguinho havia acabado de comer algum lanche tenebroso da cantina, amassava sua latinha de refrigerante já vazia, fazia uma pequena “bola” com ela e gritava:

– Ééééé… RIPAAAAAA!

E esse era o aviso que iria começar uma das brincadeiras mais sangrentas que garotos sem medo de traumatismos cranianos gostavam de praticar.  A premissa da brincadeira era bastante simples: definiam-se uns poucos lugares do pátio ou quadra para servir de “locais de salvamento”, como as traves da quadra, bancos, etc. Chegando nesses lugares você estava salvo. Mas salvo de quê? Já conto. Definidos tais lugares, qualquer objeto chutável era escolhido para servir de bola. Geralmente era, como já disse, uma latinha de refrigerante amassada, ou uma tampinha de garrafa, ou até uma lancheira de algum garoto distraído. Tendo então a “bola” , locais para se salvar e uma manada de moleques sem medo da morte, o jogo consistia basicamente em chutar a bola com toda a violência que suas pernas franzinas poderiam exercer e esperar que essa bolinha atingisse efetivamente outro garoto. Tirando as pernas, se a bola topasse na região do tronco, cabeça, olho, mamilo, genitálias de qualquer moleque, todos os outros tinham o direito de descer a mão no garoto alvo até que ele topasse num dos locais de salvamento. E era isso.

Quando alguém se tornava o alvo, a cena vista na quadra era basicamente dezenas de moleques correndo atrás de apenas um infeliz — que recebia socos nas costas ao mesmo tempo que lutava pela vida. Quando o alvo topava no local de salvamento e desse modo deixava de ser um saco de pancadas móvel, as atenções voltavam-se novamente para a latinha amassada e outra bateria de chutes misturados com golpes capoeira se iniciava.

Quem via de fora podia até achar que era um esporte coletivo (geralmente as professoras achavam), já que são vários moleques participando juntos. Só que esse, meus amigos, é um dos jogos mais individuais que podem existir. Mais individual que as atividades marotas que você pratica no banheiro — já que nesse momento está acompanhado de pelo menos uma revista pornográfica. Na RIPA era cada  um por si. Você chutava a bolinha não para acertar alguém, mas para afastar aquela merda e assim não ser o diabo do alvo.

Um caso a parte era quando uma meia dúzia de garotos combinavam de chutar a bola em direção a algum moleque detestado pelo grupo, e então esse pivete apanhava como nunca.

Certa vez vi um garoto que recebeu tanto Roundhouse Kick das costas, que se o local de salvamento fosse uma ponte que portasse uma placa dizendo “Jogue-se daqui, quebre as pernas, perfure um pulmão e deixe de ser o alvo”, não duvido que ele se jogava duas vezes.

Vou te falar, crianças SABEM como ser cruéis.

CAMBURÃO

Diferentemente da Ripa, que creio que seja uma brincadeira antigamente cultivada em vários cantos do país, CAMBURÃO é um jogo que não sei se era tão conhecido assim — se estiver errado, me corrijam.

Essa brincadeira chegava a ser mais filha duma égua que a anterior citada. O nível de violência infantil era menor, pois geralmente menos crianças participavam, mas quando era aplicada, era extremamente, digamos, inesquecível.

Consistia no seguinte, a piveteda se reunia, geralmente o grupo de amigos mais próximos, e combinava de iniciar essa brincadeira. As regras eram que se nalgum momento da manhã, ou horário enquanto o indivíduo estivesse no colégio, fosse falado por ele algum xingamento particular (pense em 5 palavrões aí), essa pessoa receberia cascudos e afins até dizer a palavra chave que permitiria o cessamento das porradas alheias: que era, justamente, Camburão. Só que essa era uma brincadeira que se jogava em modo de hibernação. Logo nos primeiros dias que era combinado de praticá-la, todos os pivetes sabiam exatamente o que fazer para não se foder, então ninguém xingava nada. Como a brincadeira continuava no dias seguintes, ad infinitum, você deveria deixar embutido no cérebro que NUNCA deveria xingar aqueles palavrões escolhidos. Só que isso não acontecia, pois nego geralmente se esquecia. A brincadeira rolava por meses, pois a finalidade era que passado um bom tempo desde seu início, a chance de alguém esquecer que se falasse certa palavra e levaria socos desenfreados era maior.

Se você não entendeu, vamos a um exemplo prático. Imagine a cena: Cinco moleques estão sentado no banquinho que fica em frente a turma que tem as meninas mais gostosas da escola e todos participantes do Camburão. Até que então sai da sala a Dani Peitos, uma menina que tinha dotes que se eu realmente precisar explicar quais eram, você está com problemas, meu amigo. Nisso um moleque, esquecido da brincadeira iniciada há tempos, solta um:

Putzgrila, mano, preciso urgentemente de uma visão raio-X agora”

Nessa hora, o senso de foder o vacilão era ligado coletivamente pelo grupo e mal sabia o garoto esquecido que ele precisaria urgentemente era de um pronto-socorro. Não demorava mais que 2 segundos e a molecada se entreolhava  dando um START automático na seção de murros no infeliz xingador. O problema — nesse caso, do garoto — é que o fulano estava realmente esquecido que a brincadeira rolava eternamente, então para ele aqueles murros dados com soco inglês e peixeiradas no meio das costelas, eram dados sem razão alguma. Depois de meia hora apanhando a ponto de regurgitar pelo nariz o cereal ingerido ainda em casa antes de ir assistir as aulas, o pobre infeliz saltava um “Ei, lem-brei… Cam-cam… bur…ã…o!”.

Isso é, se ainda tivesse dentes.

CORREDORZINHO

Essa é clássica.

Corredorzinho, como o próprio nome quase explica, era uma atividade em que, como sempre, um moleque se fodia enquanto outros 40 se divertiam. Duas filas eram formadas paralelamente — formando assim um “corredor” — e o moleque infeliz pré selecionado tinha que passar por esse corredor ao mesmo tempo que recebia socos, chutes e cinturadas nas nádegas dos outros garotos.

Entretando o motivo pelo qual algum garoto era escolhido para passar pelo corredor mais temido que aqueles das prisões que tem como punição a cadeira elétrica, era uma razão que não sei se era particular da garotada do meu colégio (me corrijam novamente se em todo canto era assim), mas era o seguinte: tal qual o Camburão, a molecada combinava quem ia participar do Corredorzinho. Quem escolhesse participar, tinha que ter em mente que quem por acaso fosse sentar numa cadeira, num banco, no chão, no diabo que fosse, na presença dos outros integrantes da brincadeira, teria primeiramente que pedir licença. Caso a pessoa esquecesse desse hábito de educação social, teria que passar pelo corredor. Mas calma, essa porra não é tão cruel.

Havia uma outra opção caso você estivesse a esse ponto de se foder fisicamente. Em vez de passar pelo corredor, o indivíduo poderia escolher uma outra alternativa de punição também combinada previamente pelos participantes: dar 3 beijos, na bochecha mesmo, de uma das meninas da escola escolhida pelos outros integrantes da brincadeira. Sendo assim, o moleque ou tinha que passar pela surra de uma linha reta, ou topar os lábios molhadamente nas maçãs do rosto da Priscila Tonelada — ou Joana Três-Barrigas. Quem o pessoal escolhesse, o moleque tinha que beijar para fugir da surra.

Como nessa época todo garoto é absolutamente maluco, a grande maioria, eu digo uns 98%, preferiam passar pelo corredor.

Detalhe que dependendo do nível de agradabilidade do garoto a ser punido, os garotos postos a darem porrada se multiplicavam. Nego odiado pela sala recebia socos ocos nas costas de praticamente toda a sala, mesmo quem não participava entrava no corredor só para poder esmurrar.

Mas beijar a Priscila Tonelada? Jamais.

CUECÃO

Cuecão, Alargador de Ceroula, Chazão, O Máskara, Cuecão Atômico, Calcinhão. Talvez a brincadeira maldita mais famosa e divulgada do mundo. Cuecão é algo que 8 em cada 10 moleques de qualquer escola da vida já teve o azar de receber.

Dispensa explicações em palavras, assista o vídeo.

link do vídeo

Ignorem a edição porca do vídeo e atentem ao ato em si. A vítima desafortunada escolhida tem praticamente o corpo suspenso do chão ao ser levantado apenas pela cueca, agora transformada em fio dental, pelos seus colegas. Some o fato de você ter perdido toda sua capacidade de procriação e ter sua cueca favorita levada quase a cabeça à humilhação de ter passado por isso em frente à menina que tinha uma paixão platônica  — mas que depois dessa nunca mais te olhará sem lembrar de uma freiada de bicicleta —, é uma das perversões juvenis mais humilhantes.

Geralmente eram dados quando a pessoa fazia aniversário; e aí tinha maluco que para evitar o infortúnio se escondia no banheiro, saia antes da última aula terminar, jurava que tinha borrado as calças minutos antes, e alguns até que iam sem cueca para não terem as nádegas expostas ao público.

Essa merda era foda. E pode ter CERTEZA, se ainda não recebeu, um dia vai levar.

E vocês, quais e como eram as brincadeiras que havia na sua época de criança e que era preferível tomar um tiro de fuzil no joelho, que participar de uma bagaça dessas?

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    55 comentários em “Brincadeiras infantis (quase) letais”

    1. foxpv disse:
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      ahhah Excelente o post valeu!
      Na escola eu brincava das 4 modalidades, mas com algumas alterações. Aqui em MG, a primeira brincadeira não se chama “Ripa” e sim “Racha”, e em qualquer lugar que a bola atingir o adversário ele estava condenado às porradas, e, se a bola não pegar em ninguém, o infeliz que chutou seria o alvo, por isso era muito mais tenso, pois, a cada chute a porradaria comia solta hehee. O seu “Camburão” aqui se chama “Hoje não” e também é um pouco mais cruel, duas pessoas combinavam de brincar, e assim que as duas pessoas se viam pela primeira vez no dia, aquela que não falasse a palavra chave “hoje não” levava murros (e tinha que ser nas costas) até falar. O corredorzinho e o cuecão eram bastante parecidos, mas o corredorzinho (que aqui se chama corredor da morte), não se limitava em dar porrada a pessoas que não cumprissem algo combinado e sim a QUALQUER UM que viesse a cruzar aquelas terras malditas, acredite, muitas pessoas passavam. hehe Abraço.

    2. robson disse:
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      ahsaohsoahsoahsoahsohas, boua
      Aqui em Cuiabá Hell City tem (tinha?) umas brincadeiras como essas ai. Eu pelo menos, nunca ouvi falar da ripa nem semelhante, mas conheço a passou levou, onde em vez de ter que acertar os membros superiores e troco do indivíduo, o objetivo era passar a bola em questão entre as pernas de qualquer um, valendo os pontos de salvamento e tudo mais. Nessa, sempre tinha uns espertos que em vez de participar da brincadeira no meio dos hassans, ficavam grudados nos piques, só esperando que o alvo fosse se salvar pra dar um golpe finalizador nas costas do infeliz… a saldades da minha infância.

    3. Rafael Henrique disse:
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      Dentre todas, a brincadeira que sempre mais me irritava era o cuecão. Cuecão é a maldade humana-homem concentrada em uma só ação. Já vi neguinho tendo a cueca pendurada nos fios de alta tensão. Foda!

      Hey Jovas, bora fazer uma parceria ai.
      Estou de blog novo: proibidoler.com…

      Dê uma passada por lá.

      Flw. Keep ahead!

    4. Thiago Apenas disse:
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      Cara era assim mesmo.Estou montando um post sobre essas brincadeiras também, algumas são diferentes das citadas.Em breve.

    5. edujanu disse:
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      Conhecido com fute-porrada

    6. Vítor disse:
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      Cara, adorei teu blog =D
      A brincadeira do corredor eu fazia com meus amigos todos os dias, até que um dia resolveram fazer comigo xDDD

      Te indiquei pro selo “Olha que blog maneiro!”
      Segue o link com o selo e as regras.
      http://insanoraciocinio.blogspot.com/2009/01/primeiro-selo-d.html

      Espero que goste ;D
      Abraço

    7. Kazuya-kun disse:
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      Aqui tem duas brincadeiras desse tipo: Mancha Negra e Caju, só que como não tou a fim de apanhar, nem sei como são.

    8. Everton disse:
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      Esse RIPA aqui no ES a gente chama de porrão!

    9. Daniel disse:
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      Além destas que você mencionou, na minha escola “brincávamos” também de chapuletada.A molecada se reunia em circulo e começava a adedonha: escolhia-se a letra e o jogo poderia ser,por exemplo, dizer nomes de países com aquela letra. A brincadeira prosseguia até alguém não conseguir se lembrar de mais nenhum nome…então recebia no pulso uma chapuletada de cada participante da roda. Os pulsos da rapaziada ficavam preto de tanta pancada…

      *chapuleta, para quem não conhece,consiste em bater com toda a força que você puder com dois dedos estirados ( e as vezes o trato era com a mão aberta) no pulso de um infeliz.

      Curiosamente, nos lembramos destas coisas com muita nostalgia, não é mesmo?

    10. Daniela disse:
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      Meldels, esse assunto eu entendo em parte. :P

      Os meninos se matando e as meninas trocando papéis de carta no colégio muito singelamente. hahaha

    11. João Japa disse:
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      Ripa aqui era chamado de porradobol. Já rolou isso com bola de basquete no meu colégio, aehuaehae.
      E corredorzinho aqui era o famoso corredor polonês.
      Lembro que também brincávamos muito de garrafão. Era um jogo mais interativo e menos voltado à violência, mas o final era sempre o mesmo, algum desafortunado apanhando até cuspir sangue…

    12. Jennifer disse:
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      Pena que não posso dizer muito sobre isso pq meninas não tem brincadeiras assim divertidas (?!)!
      Claroooo que corredor e cuecão são cláááássicos! o corredor então, diariamente via os meninos “brincando” disso!
      hahahahahaha =D

      mas é aquilo, crianças SABEM como ser cruéis sim.. e MUITO!

    13. Jennifer disse:
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      Ihhh Daniel, já brinquei mto de chapuletada! mas não era esse o nome que recebia! Cansava de tentar explicar p/ minha mãe pq meu pulso vivia meio roxinho!!! =D

    14. Pritt disse:
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      Os nomes daqui de curitiba são diferentes, ripa é malha, ou malinha e camburão é verdurinha.. quando falar um palavrão qualquer leva porrada até contar até dez e depois falar verdurinha.
      Já quebrei meu dedão no tal RIPA :(

    15. alexandre disse:
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      puts cara corredorzinho e cuecao tinha por aki…

      Aki tambem tinha a lixinha q é semelhante ao RIPA
      so que era jogado com uma bola com o intiuto de passar a bola pela pernas do adversário so que qundo era passado era lixa o participante tinha que encostar alguma parte do corpo num locar ja determinado antes da brincadeira,enquanto ele nao encostava eram Roundhouse Kick,chutes murros qualquer tipo de coisa que pudesse machucar,como na epoca eu era gordo eu so me ferrava….

    16. Gabriel disse:
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      Esqueceu do MONTINHOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO

    17. Jota Pê disse:
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      No meu colégio antigo, tinha um tatame. Por algum motivo, quase ninguém ia no tatame. Então, foi só uma questão de tempo até algum dos meus amigos resolver trasformar aquilo num ringue das clássicas “lutinhas”.
      Também tem a queimada, que era aquecimento na educação física.
      Queimada sendo magrelo que nem eu já é suicídio. Ainda mais quando sua classe está cheia de gorilas.
      Sorte que eu sou bom em desviar.

    18. Trotta disse:
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      Caramba, por que vcs simplesmente não se cumprimentavam dando porrada?

      — Oi, bom dia…
      — PÁÁÁÁ!!!

      Não era mais prático? Hehehe

      Abraço!

    19. Jeffisu disse:
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      kauakukakua..

      lá na Bahia, camburão se chamava “coxinha” (onde a gente soh levava socos e chutes na coxa, ou “castanha” (onde o alvo principal eram as costas).

      tinha tbm o Garrafão.. esse era foda Oo
      O famoso MONTINHOOOOWW \o/\o/\o/

      cuecão eu num levei (grazadeus!)

      Agora, o corredor polonês.. poutz.. hehe… era foda.

    20. Thiago Apenas disse:
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      Crueldade infantil é muito foda!
      Eu estava preparando um post assim faz tempo, e agora como vc puxou o assunto…
      Olha lah:
      http://nuncaouvinemfalar.blogspot.com/2009/01/minha-infancia-na-cupula-do-trovao_30.html

    21. sub-seven disse:
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      1º e 2º serie: CORREDORZINHO que era corredor polones ^^
      3º a 4º serie: CAMBURÃO, so que era mochilinha, vc tinha que falar mochilinha sempre que sentava ou levantava de algum lugar.
      5º a 7º serie: RIPA era PASSOU, e a lata amassada tinha que passar debaixo das pernas
      a partir da 8º serie: cuecão - sempre que tem um pedaço de cueda ou de calcinha pra fora da calça pedindo pra ser puxada.

    22. Tiago disse:
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      Ripa eu brincava e chamava disso mesmo, mas as regras eram diferente, se a “bola” acertasse qualquer pessoa em qualquer lugar, a pessoa apanhava, se a “bola” passasse por baixo das pernas de alguém, esse alguém apanhava, se pulasse a “bola” apanhava também e caso nada disso acontecesse quem chutou apanhava.
      O camburão aqui era “Não-verdura” caso alguém falasse “não” apanhava até falar verdura, se você batesse em alguém sem ele ter falado não, ou depois de ter falado verdura, você tomava “sardinhas” no braço (consiste em bater com dois dedos no lado oposto ao cotovelo) e é claro, todo dia de manhã tinha que falar verdura pra todo mundo ouvir, pelo fato de que ninguém passa um dia sem falar não.
      O resto era meio parecido, tirando o corredor que era formado instantaneamente ao redor de alguém que fosse escolhido.

    23. Israel disse:
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      Eu achei que a garota se chamava Paula Tonelada o_O

    24. Jovas disse:
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      @Israel
      Tive medo de ela ligar o nome à pessoa, me ver na rua e dar uma barrigada. Ou pior, um beijo.

    25. Samir disse:
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      Moss
      Aqui em Montes Claros - Mg Tinha era a porra do “hoje não”, já vi nego quase morrer nisso, a brincadeira baseava-se em quando um ver o outro chegava dava um murrão, voadora, etc e dizia “hoje não”, tb poderia ser ao ouvir o som do sinal da escola ou falar alguma palavra, no estilo do Camburão seu aí. Tinha tb uma brincadeira q chama “bolim”, quando alguém caia, um neguim gritava de longe, “bolim, bolim…” e a escola toda vinha e pulava em cima do coitado do garoto q caiu, formando um “bolim” de uns 300 garotos! (quase q eu não tô aqui pra contar esse fato por causa do tal “bolim”), tinha “rua do café, ninguéwm fica em pé”, onde os muleque ficava pulando em um pé só, um batendo no outro, se alguém caisse ou colocasse os 2 pés no chão era surrado até chegar em algum lugar q era o ponto q salvava. Hoje a mulequeda nem sabe como eramos preparados pra vida! Eta saudade!

    26. Vítor disse:
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      Cara, se não quiser participar do negócio do selo que eu te indiquei é só me avisar depois, ok? ;D

      Abraços,

      Vítor Torrez

    27. Henrique disse:
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      RIPA a gente chamava de ‘carniça’, e essas de dizer palavras tipo ‘hoje não’ ou ‘verdura’ tem inúmeras variações, aqui a gente tinha a ‘matemática’, onde cada vez que tu diz um número apanha até falar ‘matemática’; e ‘continente’, onde cada vez que tu ia sentar tinha que falar ‘continente’. A porrada comia até neguinho se lembrar de falar.

      E na minha rua a gente jogava uma variação da RIPA, que a gente chamava de ‘chimpa’, onde cada um pegava uma pedra e ia jogando ela pelo chão (tipo bocha), e se eu jogasse a minha pedra e essa pedra acertasse a de alguem esse alguem ia apanhar até encostar no ponto de salvamento (que a gente sempre marcava BEM longe).

      Garrafão aqui rolava também, mas nunca joguei. Já ouvi falar também de um tal de ‘tijolão’ mas só pelo nome já da pra ver que é harcore demais pra criancinha de pátio que eu era :/

    28. Kelb disse:
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      Porra, sou do RJ e as brincadeiras aqui tem os mesmos nomes que a do joão japa lá em brasileira. Pensei até que tinha estudado na minha escola.

      Aqui também era porradobol e corredor polonês.

    29. Henrique disse:
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      aqui sómente os nomes são diferentes.Ripa chama bagaçoball,corredorzinho é passou-levou.tambem, qualquer um que passasse por ali por mais santo que fosse,Menino OU menina(o negócio era cruel) teria que ser encaminhado ao hospital…

    30. Rafa disse:
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      haha po
      aqui em curitiba a ripa se chama malha,e o corredor era corredor polones e era uma extensao da malha, sendo que caso a bola enconstasse nos pontos de salvamento (pique), o cara que chutou a bola, passava pela corredor heuihe :D e o camburao aqui era chamado de tratar verdurinha, e valia pra qualquer palavrao xD haha saudades ;) HAUIHEUIHAE

    31. j. noronha disse:
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      Aqui não se jogava RIPA, o corredorzinho era corredor polonês e a regra era livre, passou no meio leva porrada, seja quem for.

      Camburão era mandrake e tinha uma clássica não pela violência, mas pelos acidentes.

      Formava-se um corredor com uns 5 moleques de cada lado segurando as mãos e formando uma “cama”. Um voluntário vinha correndo e pulava no meio, sendo arremessado várias vezes para cima. O problema era quando caia fora da cama ou era sacaneado e caia no chão.

    32. JonhJonh disse:
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      hahaha muuito foda, valeu a espera pelo novo post.

      aqui onde eu moro tinha essas brincadeiras tambem, mas um pouco diferentes os nomes e as regras.

      “Ripa” aqui eh chamado de “Quebrinha” mas as regras sao as mesmas.Muito violento esse, cansei de levar soco na cabeça nessa brincadeira, mas tbm nao dava mole quando era vez de bater kkk.

      O “Camburão” aqui se chama “Hoje não” e a regra era pegar os aoutros participantes no cacete na primeira vez que se encontra-sem no colegio, caso nao fosse dito HOJE NÃO.
      Varios dias de eu ser o 1º a chegar na escola para ficar de tocais esperando as vitimas auhsauhsahsa;

      O “Corredorzinho” aqui eh Corredor da Morte ou Corredor Polones, mas as regras sao as mesmas, mas nao eh muito famoso aqui.

      eh o Chazão eh o mais classico, ateh hj uashuasuhsa

    33. JonhJonh disse:
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      Pôo…vendo os outros comentarios, observei que realmente faltou o famoso MONTINHO.

      CARA, tbm era mortal em tempos de 7ª e 8ª série, eh um classico junto com o cuecão.

      sem contar que o MONTINHOO eh usado ateh em quebra-osso(mosh….roda punk) quando um fraco cai no chão .aushaushasa

      vlw
      flw

    34. Darwin disse:
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      eu já brinquei muito de todas essas brincadeiras…. colocavamos tachinhas na cadeira da galera, prendíamos um chute-me nas costas dos mais boisinho e dá-lhe porrada…. huahuahauhauhau…. o corredor era o mais bandido…. não precisava participar de nada… era só apanhar…huahuahua… esse Trotta é Zé Ruela mesmo.

    35. Davi disse:
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      foda essas ai, aqui onde moro (Acre) era corredor polones, tinha ripa tambem mas nao lembro o nome, uma das mais crueis “diversoes” que tinhamos era brincar de “especialista” (acho que tinha algo a ver com o filme), onde cada moleque comprava uma caixa de palitos de fosforo e na hora do recreio a diversão era acender o fosforo e tentar apagar nos coros de algum desavisado, mas bem rapido enquanto a polvora ainda estava queimando…

      Cuecão nao tinha por aqui, mas uma vez um colega achou um alfinete de mapa pelo chao no recreio (+/- uns 3 cm), enfiou atraves do bolso da calça com a ponta pra frente, e quando outro colega estava subindo as escadas no fim do recreio o 1º deu uma puxado no outro como se fosse enrabar ele, resultado que o alfinete enterrou todo na bunda do coitado….. foi um pulo e um grito que todo mundo parou pra ver que porra era aquela….

    36. RaphaHell disse:
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      Na minha infância em BH, RIPA nunca ouvi falar, o nome que usavámos era RANCA.

    37. Dan disse:
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      Eu conhecia esse “Camburão” como “Pirulito”, com a diferença que levava porrada o coitado que falasse QUALQUER palavra com “P”.

    38. laerte disse:
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      Muito bom.

      Aqui em Porto Alegre, o jogo chamado ripa era conhecido como jogo da pedrinha, e havia uma variação desse postado, já que se fazia um circulo no chão, colocava-se uma pedra no meio e todos os participantes tinha que dar um mini chute na pedra, aquele que chutasse a pedra pra fora do circulo levava voadora com dois pés já de saida, e tinha que sair correndo e pular o muro da escola para se salvar.

      Ou seja, era tão cruel que ou o neguinho morria de tanta porrada, ou saía da escola e era suspenso.

      Havia ainda uma terceira possibilidade, uma salvação imediata: entrar na sala da diretora, mas aí você teria que sair mais cedo todos os dias durante uns dois meses, até o pessoal esquecer, porque se te pegassem na rua você era espancado mais do que se tivesse chutado a pedra.

      O corredor polonês era mais legal aqui também, ficam uns oito malucos de um lado conversando, uns oito do outro, na frente da porta do banheiro, se tu ratiasse e não se desse conta e passasse no meio, levava porrada até acreditar que só o Pai poderia te salvar.

      Meus bons tempos de colégio público.

    39. Thiago de Melo disse:
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      Caramba, ótimo post!
      Tb ri mt ao ler e lembrar da minha infância.
      Lembrei até a situação na qual um muleque gordo e lerdo apanhava durante uma massacrante sessão de “RIPA” e um dos espancadores soltou uma comovente pérola:
      “Caraca, minha mão já tá doendo de tanto bater nesse muleque!!”
      Justa a indignação!
      E viva a sanguinolenta infância que tivemos!

    40. Texugo disse:
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      Caramba, boas lembranças… Lá no meu colégio rolava também o tal porradobol, que era a coisa mais babaca de todas: rolava o jogo de futebol no recreio, e aí do nada alguém berrava “PORADOBOOOLLLL!”. Aí era todo mundo chutando a bola uns nos outros, não tinha essa de zona segura, era só pelo prazer de chutar a bola na cara de alguém. Só parava quando a freira (era colégio religioso) aparecia e levava a bola embora, junto com meia dúzia que ia para a sala da diretora.

      E acontecia de tudo, era nariz sangrando, óculos quebrados, bolada no lanche dos outros… Tiveram até vezes que quebraram vidraça e acertaram a freira!

    41. Caio disse:
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      Aê Jovas, lendo seu twitter vi que o Kid, todo prepotente, achou que você tinha reescrito o texto dele. O seu tem bem mais coisa, nada a ver.

      Que retardado viu

    42. Tranceman disse:
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      Na minha turma Camburão chamava Mão-Negra, só que sempre tinha um espertinho que gritava o palavrão de longe de propósito e falava a palavra chave logo em seguida. aí inventamos uma regra pra ninguem sair impune. quem falasse o palavrão tinha que contar até 10 antes de poder falar Mão Negra. assim era garantido que todo mundo apanha pelo menos um pouco hehe. Bons tempos, ou não…

    43. Pedro Ivo disse:
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      Na minha escola tinha corredor às vezes, mas cuecão eu vi acontecer, apesar de nunca ter acontecido comigo, pq o infeliz q tentasse sempre levava um chute no ovo…
      Montinho tinha muito, inclusive o cara mais gordo/pesado da sala caia em cima dos outros por último pra o impacto ser maior.
      E na minha época de escola o povo era tão chegado em porrada que teve uma época q organizaram o “clube da luta”. Vou explicar
      Num colégio - n vou divulgar o nome - onde a coordenação/diretoria pouco prestava atenção aos alunos, os malacas da 7ª série (isso em 2001, na época q eu era 7ª série) organizavam as cadeiras da sala afim de formar um ringue, e sempre ficavam os guris olhando a luta. Agora, se c tá se perguntando como entravam dois desafiantes? Simples, ou o “vencedor” duma luta chamava um dos expectadores pra porrada ou qnd uma luta acabava a galera jogava dois malucos lá no meio do ringue, e quem tentasse sair dele apanhava mais do que se tentasse lutar contra o outro maluco. Mas a crueldadae da mulecada lá n era tão extrema assim, pois normalmente jogavam no ringue dois caras q a galera já sabia q se odiavam até a morte, n faziam isso com caras q eram amigos n.

    44. @@Eu Não sou fiel@@ disse:
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      .

    45. matheus disse:
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      nossa cara, aki em sao paulo o RIPA nao existe, mas tem uma beeeeeeeeeeeeeem parecisa, saiou maio! se a bola (latinha de refri amassada) passasse de baixo das pernas vc apanharia q nem condenado ate tocar na trave…e corredor aki se chama corredor polones!

      e sobre o video do cueção, esse colegio fika no meu bairro!! =D

    46. Gusthavo Oliveira disse:
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      ahuahuauahuahah

      eu brinkei de todas essas ai galeraaaaa
      soh o meu cuecao na minha escola era um pouko diferente
      eu e um amigo meu q éramos os maiores da sala seguravamos um pobre coitado um de cada lado de sua cintura no cuecao, e outors dois amigos nossos q eram menores desferiam socos no saco do pobre coitado!!!

      brincadera saudavel!!!
      kkkkkkkkkkkkkk

      fora as tachinhas nas carteiras,murros no saco gratuitos, montinhos ,passou levou, luta-livre no meio da sala de aula, cadernadas na nuca, tapas na cara, dedo no olho, rasteiras e por ai vai

      ai ai ai…saudades!!!

      kkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

    47. Beatrisy disse:
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      OO assim aqui na eskola oos meninoos fazeem guerra dee bolacha ou maçã…oou ataqeee todoos oos meninoos see juntaam ee encoontam naa paredee ficaa pareceendoo seei láah oqe
      aai eles eescolee um meninoo naa oraa qee um falaa jáah todod vaai páah cimaa de um meninoos só ee daa chute socoo ai começa aa bateer naas mesaas ixi uma paar de coisaa maais um revadoos para aas meninaas nãoo deixeem oo namoradoos dee voocs fazereem isso poorq eeu mee ferrei meeu namoradoo fooi fazeer isso tomoo varioos socooos depoois eeu qee tivee qee passar remeioo aaindaa poor sinaal fui páah diretoriaa poorq naa hora qee isso começoou eeu tava anoo meeio doo patioo coom meeu namooradoo Beeijoos

    48. Celio Jr disse:
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      Noooosssaaa…… me lembro do dia que uma louca desvairada inventou de brincar de RIPA com a molecada. A figura só teve tempo de dizer “Vou brincar…” logo a “bola”, acertou ela e a molecada não perdoou, resultado, 5 suspensos, 3 com advertencia e uma no Pronto Socorro…
      saudades..ai ai..rs

    49. gian disse:
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      sua puta

    50. wender disse:
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      sua puta

    51. wender disse:
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      eu te amo

    52. Corvino disse:
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      Taquepariu, quando eu era muleque, lá em Barra Bonita, interorzão de SP, tinha uma brincadeira singela chamada de queima bucha, e você não precisava nem querer brincar. Consistia de uma bola pequena de borracha dura, e um monte de moleque sem noção. Você escutava “queima buchaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa!” e pronto, a bolada podia vir de qualquer lado e pegar em qualquer passante, era um Deus nos acuda, e se a bola caísse perto de você era obrigatório chutar pra longe e de preferência em alguem, se algum infeliz se omitisse deste ato, porrada nele. E como doía aquela maldita bola.

    53. Jack disse:
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      Nossa aqui tinha umas brincadeiras bizarras tbm.. Mas a do corredor é clássica! XD

      Amei a história … (Y)

    54. anonimo disse:
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      vc e engraçado p/ baralho.

    55. Dj Ericson Bruno disse:
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      o baguio lá na minha iscola é meio istranho na minha atual iscola osnos foram como fases na

      Fase 1 - 5ª Série - Fase de observação e de preparação.
      5ª séri nois era os melhor da iscola intera num fazia bagunça nem nd era só pa olha como bagunçar e tudo e tal

      Fase 2 - Início : final da 5ª série término: no último dia de aula da 6ªsérie.- bagunça geralnois fazia tanta bagunça q nois era pior q as8ª da épuca nois era a pior da iscola convocação dos pais na escola reunião de todos os professores da escola cum nois … aa e nesse ano foi o ano da chuva de card. os cara rappava os card dos cara pra fazer alelúia deles e cada alelúia dessa saia 1 o 2 kuasi q alejado lá tinha cara q rappava e fazia só prav os cara si matano tinha cara q entrava lá dentro só pra bate nos mulek q si agachava pa pega os card, e saia chutan.

      fase 3 - 7ª série inteira - fase da putaria
      as mina abria os zipper da calça e os mulek botava a maun lá dentro os mlk tbm abria e as mina a mema coisa, os mulek ficava tbm apertano os peito das mina … foi mó putaria esse ano. foi tbm o ano da sainha maia, os cara abria as perda dus cara pra passa a latina lá por basho e os mulek ispanca, isso acontecia no intervalo, era uns 3 ispancado por intervalo fora as aula q é reunião de professores, saia uns 7 d lá todo acabado.

      Fase 4 - 8ª séri intera - fase dos largado
      aula vaga toda hora tinha dia q nois iapa iscola pra t 1 o 2 aulas i aula dos subistitutos dava o memo pq inguém respeitava e us professor tbm num tava nem aí, pior 1 veis kuano 1 subistituto levo joguinho tipo dama dominó etc tacaro tudo na sala , ainda + tacaro os livro muxila caderno foi mó coisa ruin + foi dahora. Tbm foi o ano da pedofilia, os cara da 7ª i 8ª catano as mina da 5ª i da 6ª pq as mina da 8ª i 7ª tava tudo com namorado da rua delas o du prédio delas dum monti di lugar menos da iscola, i os mulek da 5[ i 6ª séri ficava cum ráiva pq num consiguia cata kuai ninguém coitadus.

      Agora vamos ver o q vai ser na fase 5 ano q vem
      tem +. nois num teve cuecão nem montinho i mão negra só di veis in kuando i num era taum violento assim.

    Comenta, diacho!

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