
Briga normal? Isso não é NADA
Voltei, minha gente! Sim, tô vivo. Isso quer dizer que pode guardar o barbeador Bic e deixar o suicído de lado. A temporada de férias do início de ano contagiou a minha pessoa e fiquei afastado do computador por um pequeno intervalo de tempo, que agora foi totalmente exterminado e eis que retornei à internerds.
Perdi alguma coisa?
Já até me perguntava que diabos iria escrever no próximo texto quando tive uma inspiração que não pôde ser ignorada: estava na casa de um amigo jogando “3000 jogos de SNES para PS2″ quando seu irmão mais novo, de uns 9 anos, passa pela sala e percebi o pivete estava com dois roxos num dos braços. Suspeitei que o pequeno garoto era espancado diariamente pelos pais por ser fã caloroso do High School Musical, entretando para tirar essa dúvida, perguntei a ele como havia ganho aqueles pequenos hematomas do tamanho de laranjas:
– Ô, moleque, que porra foi essa?
– Ah, nada não. Foi no colégio.
– Cê tava brincando de paintball com bolas de chumbo maciço lá?
– Nada. Tava jogando RIPA.
Nesse momento algumas das minhas lembranças da época de escola vieram à tona e comecei a relembrar das brincadeiras infantis que praticava. Brincadeiras que se continuassem existindo na maioria das escolas de hoje, pois duvido que existam, nos levariam a ver pelas ruas um número excessivo de menores de idade semi-aleijados. Falo das traquinagens de moleque que envolviam basicamente chutes, socos, voadoras, enfim, toda uma variedade de agressões físicas e violência gratuita entre amigos durante o recreio.
Inspirado pelo pequeno fã do musical afeminado, compartilharei com vocês as brincadeiras que eu participava quando garoto e que hoje em dia suspeito que era uma atividade similar ao treinamento de guerra dos soldados do Afeganistão.
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