A arte do teletransporte

Data: 12 nov 2008
Escrito por Jovas
Categoria: Bebedeiras
24 Comentários

Voltei, minha gente. Depois de tirar umas férias forçadas — correria entre faculdade/trabalho/limpar cocô do Luke — estamos de volta com a programação normal.

Agora, antes de me xingarem, me respondam uma coisa: quem não gostaria de ter super poderes? Uma visão raio X, pra poder tirar a dúvida se aquele relevo arredondado no sutiã da sua amiga gostosa é um piercing no mamilo ou uma verruga parasita; ou quem sabe conseguir usar a Força como um Jedi para quando um ladrão vier lhe roubar a carteira na rua, cê poder falar “Você não vai roubar a carteira. Você é vai enfiar esse revólver de espoleta no meio rabo e deixá-lo aí para todo o sempre”.

Parece uma utopia, porém eu acredito que todos os seres do planeta, não só os humanos, tem UM poder embutido em seus seres. É uma técnica similar à do Goku, com a única diferença que o saiyajin anabolizado executa o procedimento quando quer. Já para nós realizarmos o mesmo, temos que fazer uso do combustível preferido dos bêbados frequentadores de buteco, cujo chão tem contornos em giz de corpos de indivíduos que levaram facadas nas costelas por pedirem para beber leite quando chegaram no estabelecimento: o álcool.

Ao consumirmos litros desse líquido que apenas pessoas profissionalizadas na área de ingerir etanol em quantidades que encheriam caminhões pipa, e somente dessa maneira, pessoas como eu e você conseguem manifestar um resquício desse poder — e também sofrer o risco de transformar o próprio fígado em uma massa de carne acinzentada e putrefata.

Falo da técnica do TELETRANSPORTE.

É tipo isso aqui

Pra compensar a falta de postagens nos últimos dias, trago um post gigante (leia paulatinamente) com três histórias de bebedeiras em que ultrapassei as barreiras do espaço/tempo e me movi a longas distâncias ao mesmo tempo que tentava me manter em pé sem cambalear.

  • A vez que teleportei na festa a fantasia

Aqui na província há uma festa a fantasia que já virou quase uma tradição entre os jovens. Sempre no fim do ano ela acontece e já fazem uns 4 anos que compareço religiosamente. Mas por que, o que há de tão legal nessa festa para eu anualmente agradecer com preces diárias às forças cósmicas pela realização desse evento? Sendo você um cara esperto, vai me entender por causa de, pelo menos, 3 motivos:

1) Moças vestidas de Mulher-Gato
2) Moças vestidas de Diabinha
3) Moças vestidas com qualquer roupa curta

Concordam comigo? Mas o fato é que por ser tão boa, também se tornou tradição a minha pessoa, como posso dizer, extrapolar: a excitação por ir a essa festividade santificada repleta de pessoas do sexo oposto semi-nuas, me faz chegar a um nível de empolgação que se fizermos uma metamorfose de personalidade entre a véspera e o dia da festa, eu passaria de uma pessoa absolutamente normal num dia, para uma pessoa absolutamente normal e dona de uma vontade monstruosa de comemorar enchendo a cara pesadamente no outro.

Então aconteceu que num certo ano resolvi passar do limite.

No dia do show, momentos antes de ir a ele, me reuni com dois amigos para decidirmos que bebida letal levaríamos, para assim não gastarmos uma nota preta com a cerveja extremamente cara vendida na festa. Sabe se lá o porquê, resolvemos levar Suco Gummy. Para quem não conhece, esse líquido amaldiçoado é feito caseiramente da seguinte maneira:

Receita: pegue uma garrafão de água mineral 5 Litros. Jogue fora ou regue uma planta com 2/5 dessa água. Com os 3L que sobraram, misture mais 2L de vodka, e acrescente uns 3 ou 4 pacotinhos de suco em pó de qualquer sabor e… É isso. Pelo menos eu faço assim. Agora temos um galão de 5 litros de uma mistura banida do inferno pelo próprio Satanás.

Aparentemente é uma bebida leve, nada muito forte, o suco em pó suavisa o sabor horrendo da vodka vagabunda e torna o gosto até agradável — sendo assim, é um líquido que a pessoa bebe consideravelmente. Como íamos para o festejo num grupo de cinco amigos, nos três decidimos levar 3 galões de Suco Gummy, ou seja, 15 LITROS DESSA PORRA. Achávamos que era a quantidade mínima a ser levada. O cálculo foi tão mal feito que não percebemos que a média seria 3L por pessoa. Como estávamos empolgados, principalmente eu, imaginando as fantasias femininas que seriam vistas, não ligamos para a quantidade do “suco”, fizemos a bagaça toda e levamos à festa.

Vestido com uma das fantasias mais fáceis de se conseguir, turista, estava eu na entrada do evento com o grupo de amigos, e vendo aquela putaria toda de pessoas chegando ensandecidas no show, antes de entrarmos já tínhamos eliminado do interior das garrafas todo o líquido demoníaco.

Quando fui adentrar na festa, percebi que havia me perdido da galera. Como estava até aquela hora normal (leia-se não bêbado), achei melhor entrar logo no local e quem sabe encontrar meu pessoal já lá dentro. Mas eis que então, meus amigos, aqueles 3 litros mínimos de álcool que eu havia bebido começaram a corroer meu estômago com a mesma eficácia que uma gota do mais potente ácido sulfúrico transforma em pó um esqueleto inteiro de adamantium. E aí o poder do teletransporte mostrou sua forte presença.

No momento que dei meu ingresso ao porteiro e entrei no evento, ainda na porta, dei uma piscadela e quando abri os olhos estava parado em frente a um banheiro químico. Que porra eu tava fazendo ali? Comecei a andar pisquei de novo. Abri novamente os olhos e quando dei por mim, estava discutindo com uma tia velha que vendia bebidas numa barraquinha e me acusava de não ter pago aquela cerveja que eu segurava. Pisquei mais uma vez e então estava dentro de um ônibus coletivo já de manhã, e na minha quarta piscada, já tava em casa.

E entenda “piscar” como REALMENTE piscar. Cê abre os olhos e não tem a mínima idéia de como foi parar noutro local tão rápido e também não sabe de absolutamente nada do que fez no tempo em que foi de um canto a outro.

Incrivelmente voltei pra casa com um colar extra de havaiano, um óculos escuro, e uma tiara colorida. O que me entriteceu foi que quando olhei nos bolsos da bermuda, achei um suposto número de telefone de uma pessoa chamada “Gisleide fofinha”.

  • A vez que fiz intercâmbio de bebidas

Antes de entrar na universidade, eu já tinha o hábito de frequentá-la. De meses em meses, congressos trazem pessoas de vários cantos do país, e também de outros continentes, para fazer uso do campus local e trocar informações em palestras e… péra, não é bem isso. Vamos corigir.

De meses em meses, congressos trazem pessoas de vários cantos do país, e também de outros continentes, para fazer uso do campus local e se embriagar fortemente nos shows que acontecem no interior da universidade.

Sabendo disso, fui a uma dessas reuniões universitárias acompanhado de um amigo e de uma garrafa de cachaça. Sem dinheiro e não nos permitindo ir de mãos vazias, compramos a coisa mais barata e contendo álcool que achamos nas redondezas do campus.

Logo de cara, quando entramos na universidade, vimos um grupo de hippies tocando violão enquanto entornavam uma garrafa que continha um líquido vermelho em seu interior.

– Viva, viva sociedade alternativaaa!

Segue o diálogo:

– Vamos chegar ali neles, trocar umas idéias, e tentar também trocar essa cachaça miserável por aquela deles que parece de uma bebida pelo menos mais humana — diz meu amigo.
– Cara, eles são hippies. Ali deve ser sangue de algum animal achado na rua, que não está em extinção, logicamente, pois há todo um lance ideológico. Eu acho. Enfim, não sei se é uma boa idéia.
– Ei, tô vendo ali, eles tem algumas cervejas também.
– Ok, vamo lá.

E seguimos em direção ao grupo de hippies. Não demorou muito e já estavamos trocando bebidas, quando outro bando peculiar de pessoas apareceu: um grupo de hippies completamente bebaços. Traziam consigo alguns outros tipos de bebida que nunca vi na vida e ao perceberem a roda de violão que rolava, se juntaram a nós.

Depois de algumas horas, eu já havia conversado com grande parte do pessoal, aprendido a como fazer um colar tendo como base gravetos, pêlos de suvaco e latas de alumínio, e também já tinha apreciado grande parte da bebida que compartilhavam.

Num certo momento, levantei da roda e deu vontade de ir ao banheiro. Saí perambulando e como ainda não conhecia o interior da universidade, acabei não achando banheiro nenhum. Encontrei algo melhor, uma árvore.

No momento que vi aquela árvore e pensei “Vou lá”, mas o poder do teletransporte se manisfestou e mandou filhadaputamente um “Vai não”. Na metade do caminho para chegar no meu objetivo lenhoso, pisquei… Quando abri os olhos já era de manhã e estava acordando numa das mesas que ficam entre os departamentos do campus.

É o seguinte, entre os departamentos há mesinhas para o pessoal se reunir nos intervalos, estudar, deixar o material antes da aula, etc. Já eu estava dormindo numa dessas mesinhas. E babando, diga-se de passagem. Como diabos fui parar ali?

Quando notei que estava em cima dessa mesa, olhei pros lados e percebi que o pessoal das mesinhas ao redor, que era um pessoal de outros estados, que estava alojado no campus e tal, comia seu café da manhã enquanto olhava para mim sem também entender que porra era aquela. E nem sinal do amigo que estava comigo. Daí levantei, chequei os bolsos, tava tudo lá — carteira, celular, colar de pêlos de suvaco — e então um medo súbito veio em mente: será que não cheguei ali sozinho, e na verdade ALGUÉM é que tivera me colocado para dormir em tal canto?

Lembrei daquele dito popular que “C* de bêbado não tem dono” e em seguida o pavor de ter participado de alguma experiência desagradável do ponto de vista heterossexual, tomou conta total da minha consciência. Mesmo tendo acordado de barriga para cima, o que era um bom sinal, eu precisava saber como tinha ido parar ali.

Saí em busca do meu amigo para tirar tal dúvida — e para pedir dinheiro pra pegar o ônibus, pois percebi que não tinha grana nenhuma. Depois de andar por uma boa parte do campus, achei meu conhecido no restaurante universitário, tocando violão e bebendo o que seria o último gole provindo daquela garrafa de líquido vermelho. Impressionantemente o cara tinha virado a noite, não parado de beber e sobrevivido. E segue o diálogo:

– Ô, rapaz, ó você aí! – retruca meu camarada.
– Aqui agora, seu corno fdp. Antes eu tava dormindo numa mesa. NUMA MESA. Como fui parar lá?
– Lembra não?
– Quando acordei não lembrava MEU NOME, imagine como cheguei ali.
– Rapaz, foi o seguinte, você tava demorando pra voltar do “banheiro” aí fui atrás de ti pra ver se não tava fazendo nenhuma besteira. Quando te vi, você tava sentado no banquinho duma mesa. Sentei noutro banco, começamos a conversar e você aparentava estar com sono, pois não abriu o olho sequer uma vez. Daí falei “Vou voltar onde o pessoal está”, olhando na direção deles e quando olhei novamente pra você, cê já tava em cima da mesa, dormindo, no automático. Não consegui te acordar, deixei lá mermo. E ninguém chegou perto de você não, fiquei olhando de longe. Pode ficar despreocupado.

Depois dessa boa notícia nem quis saber que diabos tinha feito nesse congresso e voltei pra casa soltando fogos de artifício mentais.

  • A vez do teletransporte da rave

Nunca fui muito interessado em ir a raves. Acreditava que estar num ambiente em que um amontoado de gente fica alucinado por inalar potes inteiros de Vick Vaporub, que são quase inteiramente colocados dentro de suas cavidades nasais, não era algo lá muito agradável. Mas como não conhecia esse tipo de festa de música eletrônica, fui conferir uma.

Já adiantando, é coloridamente assim

À noite, ao chegar no local da festa — que era um sítio abandonado ou algo do tipo — encontrei vários conhecidos. Antes de entrar na rave, fiquei conversando com esses conhecidos, quando um deles me oferece uma bebida que levava vodka e energético na sua composição. Como não tinha bebido nada, aceitei um gole. Bom, dois goles. Na verdade, eu acho que bebi pra caramba daquela bebida.

Depois de passar meia hora que havia ingerido um pouco daquela solução de base energética, fui entrar na rave e… pisquei. Abri os olhos e tava onde? Adivinha. Sério, tenta adivinhar.

EM CASA.

Acordei como num dia normal, mas em poucos sergundos veio o pensamento “Maluco, onde em tava ontem mesmo, eim..? PUTSAHSBALDKBA, TAVA NA RAVE!”. Nesse momento nada me vinha à cabeça. NADA. Tentava lembrar do que havia feito na noite anterior e a única coisa que surgia era um branco do tamanho de 10 sóis. As recordações de como tinha sido a rave haviam sido excluídas do meu cérebro, como se o próprio Will Smith tivesse saído da película de MIB apenas para apagar minha memória com aquele aparelhinho fazedor de amnésia.

Como eu havia chegado em casa? O que eu tinha feito na festa? Eu tinha ao mínimo entrado na festa ou entrado em estado deplorável logo no início?

Liguei pra um amigo que tinha ido junto comigo e o cara nem ficou surpreso por eu não lembrar de nada que tinha acontecido. Ele também não se lembrava de algumas coisas. Nota mental: analisar melhor as pessoas com quem ando.

Meu camarada citou alguns fatos que protagonizei:

- Dancei (lembrando que eu não danço)
- Cortei a palma da mão com a chave de casa (ninguém sabe como)
- Fiquei com uma garota (e não tenho idéia como é a face dessa menina, mas disseram que não era bizonha. Pelo menos isso)
- Pensei que haviam roubado meu celular.

Essa parte do celular merece um destaque.

Depois de falar ao telefone com esse meu amigo, fui checar meu celular e ver se estava inteiro ou se tinha alguma ligação perdida. Notei que havia uma mensagem de voz. Acessei a mensagem e o que ouvi foi mais ou menos o seguinte:

– Ô, mermão! Cê me roubou! Como cê me roubou? Tá maluco, rapá? Perdeu a noção da existência?! Mermão, se eu te vejo na rua, cê vira do avesso, infeliz/!!

Isso era eu mandando mensagem de voz de outro celular pro meu próprio número.

Liguei pro meu amigo novamente e perguntei que porra era aquela que acabara de ouvir. Pra minha sorte ele tinha uma explicação.

O cara me disse que num certo momento da festa um conhecido me pediu o celular emprestado. Entreguei meu aparelho, comecei a falar com outra pessoa e aproximadamente 10 segundos após emprestar o celular, coloquei a mão no bolso, vi que estava vazio, esqueci que tinha emprestado o telefone (sim, consegui essa proesa), e afirmei a quem quisesse ouvir “Roubaram meu celular!”. Daí peguei emprestado o aparelho de alguém que passava ali na hora, mandei a mensagem de voz para mim mesmo e devolvi o celular à pessoa que havia me emprestado. Logo em seguida o conhecido terminou a ligação e devolveu o meu — que peguei, esqueci que achava que tinham me roubado, coloquei-o no bolso e tudo ficou normal.

E qual é a lição que podemos tirar disso tudo?

Definitivamente ter poderes NÃO é algo tão vantajoso assim.




Veja outros textos:
  • História de Carnaval - parte 1
  • Às vezes o dia da ressaca é melhor
  • Sonho na padaria, esse tem todo dia
  • Carnaval chegando!
  • Esperando o ônibus com o bebum
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    24 comentários em “A arte do teletransporte”

    1. Daniela disse:
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      Eu sempre uso esse “poder” em raves.
      Só lembro de locais em que estive em flashes, sem a mínima idéia de ter percorrido algum caminho pra chegar lá. Os acontecimentos nesses caminhos então, nem imagino! kkkkkkkkkkkkk =P
      Na última que fui, perdi 40 reais, celular, maquiagem, enfim, TUDO que tinha numa bolsinha. =/

    2. Dulce disse:
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      Hahaha… estou morrendo de rir! E estou trabalhando, então tenho que disfarçar…rs
      Acho que todo mundo que bebe já passou por isso. Eu já passei algumas vezes, há um bom tempo atrás. E não é nada legal acordar sem saber o que você fez :(
      Hoje em dia bebo bem menos, para evitar essas situações.

    3. foxpv disse:
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      hahhahaha excelente o post.
      Já usei bastante esses poderes também.
      O pior é quando você pergunta pra alguém o que aconteceu e essa pessoa começa a falar coisas absurdas. Você não sabe se é mentira ou verdade hehehehe

    4. Alan disse:
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      Estou com o mesmo problema do dudu, disfarçando o riso no trabalho, hehe..

    5. Perdy Howard disse:
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      Ahhh como isso já aconteceu comigo
      A última vez foi uma festa que fiz na minha casa e foi a bebida do capeta, leia-se gummy, que me detonou.
      Só lembro de duas coisas: um menino que chegou para mim e disse que era bissexual e que fui para um quarto com cinco meninos. Não pergunte o que fiz..sinceramente..nem eu quero saber (na verdade, graças a Deus, nada aconteceu). Só sei que qdo “pisquei” tava no sofá (do quarto) e era de manhã.

    6. Pri disse:
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      Vc realmente não acha que é o vick que deixa a gente daquele jeito em rave né? ;)
      Ja aconteceu comigo algumas vezes, não de apagar uma noite inteira, mas alguns minutos/horas/nanossegundos…tb evito beber muito pra evitar esse tipo de coisa.
      Qdo eu realmente quero me teletransportar pra casa eu nunca consigo :/

    7. Samir disse:
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      Isso só aconteceu comigo uma vez, depois de ter ingerido 1 litro de 51 com limão e açúcar (caipirinha).
      Tipo que é preocupante oq acontece com agente nesse tempo de amnésia, acredito q oq mim levou pra casa foi um disco voador, mas não tenho certeza.
      kkkk

    8. Rafael disse:
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      Isso me lembra o carnaval desse ano… (ou melhor, me lembra o q me contaram)

      maldita cachaça.

    9. Tonio disse:
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      HuahhauahahHAAUHAahaua

      Muito boas essas tuas historias, Jovas!
      Sou fa!

    10. Jeffisu disse:
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      esse poder de esquecer as coisas acontece comigo sem nem ao menos eu estar bebado…
      uma fez lah no colegio, eu sempre guardava o celular no bolso ou DENTRO da mochila.
      Daih cheguei no colegio chequei os bolsos, vi que naum tava… daih olhei dentro da mochila e tbm naum tava.
      Pronto…”CARAAAAALHOW, algum fdp do Dutra (colegio rival) levou meu celular”
      fiquei puuuuuuuuuuuuto.
      dpois de 1/2h falando com os amigos fui olhar minha mochila daih que vi que o cel tava no bolso lateral.
      Nuss…

      mas num falei nada naum
      dpois disse que tinha esqcido o celular em casa
      KUAKUAKUAKUAKUAKUAKUAKUAKUAKUA
      eu sempre faço isso
      quando eu procuro alguma coisa aqui em casa e naum acho, eu jogo a culpa em cima de alguem
      daih dpois que eu acho, eu fico na minha.

      \o/

      Bom, eu num bebo… mas beber e num lembrar do que ocê fez, em algumas ocasioes deve ser sensacional!

    11. Luke disse:
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      Peraí.

      Mas eu sei me limpar sozinho. =/

    12. felipe barros disse:
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      essa parte de você ter achado que roubaram seu celular é sensacional, cara. simplesmente sensacional, hahahaha

    13. Elaine Mesoli disse:
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      Cara, já perdia a conta dos porres e teletransportes que já aconteceram comigo. O importante é que eu sempre voltava pra casa ou pro lugar onde estava hospedada.
      Jovas, ainda vamos beber pra eu ver um destes teus teletransportes.
      O do celular foi demais estou me acabando de rir aqui.

    14. RoW disse:
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      Muito bom o seu texto cara hehheheh
      Pra quem está com aquela ressaca moral, numa segunda feira, nada melhor que ouvir relatos de outros.

      Sabado ativei o teletransporte fortemente. Estava feliz, faceiro em um churrasco de aniversario, tomamos um barril de chopp. Aih pisquei acordei na casa de um amigo no domingo 8 hras da manhã, sem carteira e celular.

      Detalhe que depois do churrasco, me contaram que eu fui para um bar e depois para outro churrasco OPEN BAR. Ainda estou descobrindo o que aconteceu.

      Enfim, boa semana a todos

    15. Rafa disse:
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      Caracules. mermão valeu a pena esperar você retornar.
      É esse poder de teletransporte é sinistro mesmo. Estou há 10 dias em Ribeirão Preto e todas as vezes que saí com o pessoal da USP nunca lembro como vim parar em casa.

    16. Famscrow disse:
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      Eu uso o teletransporte quando bebo várias e saio de moto pela cidade. Eu consigo TELETRANSPORTAR até a moto e o(a) passageiro(a) que estiver comigo!!! Rsrs

    17. Cássio Godinho disse:
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      Meu teletransporte mais foda foi de uma cidade a 35km da minha para minha casa. =X

    18. matheus disse:
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      sorte eh a sua q nao lembra das coisas, pois eu lembro de tudo

    19. Kodo disse:
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      hahahahahahah
      quase infartei aqui rindo com aquela do roubo do celular… mto bom o post…

      Já fiz uso da técnica de teletransporte algumas vezes também… e o mais massa é quando alguem tira fotos… você olha no outro dia e pensa “não lembro dessa foto… nem dessa… NEM DESSA!!! WTF???” hahahhaha

    20. Negão disse:
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      em homenagem a esse raro dom alcançado por aqueles q tem a perseverança de determinação de beber em grandes quantidades:
      http://www.orkut.com.br/Main#Community.aspx?cmm=3758161
      comunidade criada para todos contarem suas experiencias com o teletransporte!!

    21. João Japa disse:
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      Rpz… 15 litros de gummy são 6 litros de vodka aí no meio. Isso dividido entre 5 kras é mais de 1 litro pra cada 1, ou seja, mais de uma garrafa. (Acho que é esse o cálculo que deveria ser feito.) Isso dá morte, kra… aheuahehaue

    22. Lorena disse:
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      putzzz….kkkkkkkkkkkkkkkkk….como diz quele velho ditado: “Quem não bebe não tem historia pra contar.”. Seja contada por vc ou pelos seus amigos..suahsuaushaushau…todos os consumidores de alcool alguma vez na vida já passaram por experiências engraçadissimas devido ao consumo excessivo dessa maravilhosa [maldita]bebida! ^^

    23. Jackx3 disse:
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      kkkkkkkkkkkkkkk
      de certa forma todo bebado tem esse poder
      xDDDDD

    24. Medley disse:
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      Estava pesquisando no google sobre fantasias, pois tem uma festa sábado pra eu ir… Qdo me deparei com este link…
      kkkkkkkk
      Dei altas risadas com o: teleportei na festa a fantasia! rsrs, isso de piscar e estar num lugar e piscar de novo e estar em outro! kkkk.
      Até adicionei aos favoritos pra eu ler tudo qdo tiver um tempinho!… ai ai rsrsrs

    Comenta, diacho!

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