Coisas que fiz e vou pro inferno

Data: 27 nov 2008
Escrito por Jovas
Categoria: Nostalgia
55 Comentários

Sabe quando você pensa em fazer algo e acredita que até não deveria, mas acaba ignorando absolutamente sua consciência e mesmo assim o faz? Como naquela vez que cê tava a fim de fazer um churrascão e quando foi ao supermercado comprar a carne, viu que o preço duma picanha valia o equivalente a dois PSPs — e como também viu que o valor da carne moída estava muito mais em conta, aproveitou a deixa para ardilosamente trocar o código de barras dos produtos e comprar picanhas baratíssimas. Ei, este não é um exemplo a ser seguido.

Ou quando você encontra uma coisa que aparentemente não é pra ter graça, porém acha engraçado a ponto de gargalhar freneticamente em frente ao monitor. Tipo isso:

Não ria, o cara é cego, porr… audhdufehadflrkgdflasfs

Mas a questão é que tanto faz se você alterou o preço da carne ou riu alto de alguma desgraça alheia, quando o senso de honradez bate, a primeira coisa que vem em mente é: OMG, VOU PRO INFERNO.

Como sei que vocês também já passaram por tais momentos de remorso momentâneo, compartilharei neste post 2 situações em que eu fiquei a um passo de ser banido do reino dos céus para todo o sempre. Faltou pouco. Espero.

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Percebe algo familiar?

Data: 20 nov 2008
Escrito por Jovas
Categoria: Blog
23 Comentários

Favor, cliquem aqui e vejam o que encontrei.

Notam algo familiar?

Eis que alguém sem a mínima vergonha na cara, copiou alguns dos meus textos e colou descaradamente num blog. E, como falei no Twitter, a melhor parte: adaptou partes dos textos.

A copiona (aparentemente é uma mulher), querendo demonstrar falsamente autoria dos textos, ainda trocou certas sentenças dos posts que surrupiou e as reescreveu — trocando o gênero e digitando horrendamente pequenas expressões que eu não escreveria tão mal nem se tivesse recebido uma injeção de chá de cogumelo diretamente no cérebro.

Enquanto o próximo post não sai — mas tá quase pronto, calma cambada — convido a quem estiver disposto a deixar comentários na tal url, caprichando em mensagens que vão de lamentação alheia até às que beiram maldições diabólicas.

[UPDATE]

Depois de receber um bom número de comentários de vocês, a moça felizmente apagou os posts. Valeu, pessoal.

E pra quem não viu, sempre temos o cache do Google.

A arte do teletransporte

Data: 12 nov 2008
Escrito por Jovas
Categoria: Bebedeiras
24 Comentários

Voltei, minha gente. Depois de tirar umas férias forçadas — correria entre faculdade/trabalho/limpar cocô do Luke — estamos de volta com a programação normal.

Agora, antes de me xingarem, me respondam uma coisa: quem não gostaria de ter super poderes? Uma visão raio X, pra poder tirar a dúvida se aquele relevo arredondado no sutiã da sua amiga gostosa é um piercing no mamilo ou uma verruga parasita; ou quem sabe conseguir usar a Força como um Jedi para quando um ladrão vier lhe roubar a carteira na rua, cê poder falar “Você não vai roubar a carteira. Você é vai enfiar esse revólver de espoleta no meio rabo e deixá-lo aí para todo o sempre”.

Parece uma utopia, porém eu acredito que todos os seres do planeta, não só os humanos, tem UM poder embutido em seus seres. É uma técnica similar à do Goku, com a única diferença que o saiyajin anabolizado executa o procedimento quando quer. Já para nós realizarmos o mesmo, temos que fazer uso do combustível preferido dos bêbados frequentadores de buteco, cujo chão tem contornos em giz de corpos de indivíduos que levaram facadas nas costelas por pedirem para beber leite quando chegaram no estabelecimento: o álcool.

Ao consumirmos litros desse líquido que apenas pessoas profissionalizadas na área de ingerir etanol em quantidades que encheriam caminhões pipa, e somente dessa maneira, pessoas como eu e você conseguem manifestar um resquício desse poder — e também sofrer o risco de transformar o próprio fígado em uma massa de carne acinzentada e putrefata.

Falo da técnica do TELETRANSPORTE.

É tipo isso aqui

Pra compensar a falta de postagens nos últimos dias, trago um post gigante (leia paulatinamente) com três histórias de bebedeiras em que ultrapassei as barreiras do espaço/tempo e me movi a longas distâncias ao mesmo tempo que tentava me manter em pé sem cambalear.

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