Já pensou em sacanagem, né? Cara, fico impressionado como o mundo tá hoje em dia. Cadê a inocência desse povo?
Entretanto, não falo daquela primeira vez que geralmente dois corpos nus e suados trocam fluidos corporais e fazem de uma cama — ou qualquer outro lugar que seja possível o encaixe humano — um local de gritos, puxões de cabelo e movimentos repetitivos e frenéticos até que um dos momentos ápices da existência seja atingido. Nem me refiro àquela vez em que você ficou numa conversa sensual e marota na primeira ligação que fez pro disk-sexo, nerd virgem. Porém, pode ficar despreocupado que esse texto ainda assim tem a ver com você.
Falo das vezes em que situações que não envolvam camas ou telefones, foram realizadas por sua pessoa desde que você se entende como gente. Como a primeira ida a um parque de divesões, lembra? Sim, que escolheu um brinquedo ignorando os fatos de ele ficar de ponta cabeça a 20m do chão, ter uma placa escrito “PERIGO” em letras garrafais na sua lateral e exigir altura mínima do usuário de 1.60m (sendo você um moleque de 1.50), e mesmo assim você burlou a fila de entrada e só não correu risco de vida por causa de uma gordaça que tava sentada ao seu lado. Ela fez você ficar tão apertado no assento que a chance de sair voando do brinquedo era completamente nula. Aconteceu comigo, mas dessa ocasião nem faço muita questão de lembrar. Vamos às outras, com mais um post-coletânea nostálgica.
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Primeira vez no Cinema
O dia exato que sentei numa poltrona e vi passar um filme numa tela 427 vezes maior que a da minha TV, confesso que não lembro exatamente. Com certeza foi algum dos Trapalhões. Mas eles lançaram tantos — até 3 filmes ao ano — que ao mesmo tempo que faziam o povo brasileiro levar toda a família para o cinema, produziam uma confusão mental foda nas crianças.
Porém, lembro com clareza do meu primeiro filme internacional que vi na telona.
(Clique para ampliar)
Se você não viu esse filme, saia daqui AGORA e vá alugá-lo. Não tô recomendando, muito menos dizendo que é bom, mas vai que algum dia tê-lo assistido talvez lhe seja útil?
Sabe quando você tá numa roda de amigos e a conversa chega no assunto sobre OS PIORES FILMES DO MUNDO? Então, cê tem que ter um de exemplo pra poder falar “Mano, se filme ruim deixasse o cara louco, ontem eu teria vestido aquele maiôzinho do Borat e saido às ruas pra fazer malabarismos no sinal com minhas edições da Turma da Mônica, em troca de pedaços de cana-de-açúcar”. Então, esse filme vai servir pra isso.
Mas vamos falar sobre o dia que assisti tal maravilha.
Descobri que o longa estava passando nos cinemas praticamente por acidente. Era tempo de férias escolares, estava no shopping com minha mãe e irmão, sendo que nós moleques estávamos com 7 e 5 anos respectivamente. Depois que lanchamos, passamos em frente ao cinema e vimos aquele nome gigante no letreiro: STREET FIGHTER - O FILME.
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Minha reação e do meu irmão foi de torrar o saco da nossa progenitora até ela ficar convencida de que valia a pena gastar seu dinheiro assistido aquele filme maldito conosco. Depois de vencê-la pelo cansaço, fomos em direção à fila para comprar os ingressos de entrada. Nesse momento nos deparamos com uma visão de medonhice equivalente a que uma pessoa pode ter caso esteja localizada no meio de uma praia de nudismo visitada por velhas que nunca se depilaram. Pelo menos para mim era isso, pois aparentemente TODAS as crianças da cidade tinham resolvido ir ao cinema. Era o inferno juvenil em frente de uma praça de alimentação.
Gurizada chorando, pedindo pizza, destruindo boneco do Jiraya, mães trocando fralda de bebê em cima das mesas. O caos dominava o shopping center. Depois de uns bons minutos esperando na fila, conseguimos comprar o ingresso e rapidamente entrar na sala do cinema. Percebi que igual a mim, muitos outros garotos tinham convencido seus pais a levá-los para ver mais uma adaptação tosca de games. Sala lotada, garotada gritando, começa o filme, silêncio absoluto e vamo lá.
Quando as primeiras falas foram ditas, os atores diziam uma língua estranha (pelo menos para mim), enquanto que na parte baixa da tela frases com letrinhas brancas apareciam e desapareciam rapidamente. O filme era legendado. Porra, eu tinha 7 anos, nunca tinha visto legendas na vida. Só conseguia acompanhar a primeira palavra de cada frase. Meu irmão idem. A solução foi minha mãe ler em voz baixa TODAS as falas do longa. O que produziu uma reação em cadeia quando, ao notar a dublagem materna em tempo real, outras mães começaram a fazer o mesmo, tornando sala de exibição o lugar com mais cochichos aleatórios que já vi na vida.
Mas as falas nem importavam tanto, eu queria mesmo era ver Hadoukens, Shoryukens e Trétretchurugens. O problema é que NÃO TEVE NADA DISSO no filme. Cara, que roteiristas miseráveis. O Guile-Van Damme era o protagonista, Ryu e Ken passaram a ser vendedores de armas que disparavam bolinhas de tênis e o Blanka parecia um cosplay extremamente mal feito. Sério, não sei qual preferir pra ser pior, se é esse ou esse.
Enfim, o filme foi horrível, mas pelo menos descobri que também se podia “ler” no cinema.
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The first Playboy
Quando eu tinha uns 13 anos, internet era uma ferramenta de poderes ainda desconhecidos. Não, deixa eu corrigir essa frase: o PORN da internet era algo ainda desconhecido. Como só fui ganhar meu primeiro PC no ano seguinte, então pelo menos para mim, basicamente o uso da internet se resumia em buscar dicas de jogos do PS1 durante a aula de informática da escola. Era uma época difícil para garotos que praticamente transpiravam hormônios.
Um dos reflexos da escassez desse material de entretenimento foi visto nos colégios (pelo menos no meu), com um hábito peculiar: a galerinha exibia na segunda capa do caderno escolar, fotos das artistas que posaram nuas pra Playboy e/ou Sexy. Era uma forma de você dizer qual revista seu pai tinha em casa, e também de compartilhar fotos que provavelmente só você conhecia, pois eram poucos os que tinham essa chance de olhar uma mulher pelada sem ser sua própria mãe enquanto saia do banho.
Cansado de tentar tirar fotos mentais das garotas dos cadernos dos colegas e de olhar as mesmas revistas velhas do meu pai, eu e mais dois amigos tivemos uma idéia até então nunca pensada: Nós, moleques de 13 anos, iríamos tentar uma Playboy, e quem sabe mostrar aos colegas de classe fotos mais atuais que aquelas da Maitê Proença que todos já tinhamos visto.
Juntando o dinheiro da cantina por uma semana, conseguimos a quantia necessária para que a edição do mês fosse comprada: A Playboy da Helen Ganzarolli.

R$ 7,00. Hoje em dia tá quanto?
Como você pode ver, tenho até hoje. Edição de Setembro de 2000, com visual de quase nova ainda. Guardei bem essa revista, porque pra conseguí-la deu um pouco de trabalho.
Naquele dia fui à casa de um dos meus amigos “fazer um trabalho de Geografia”. Precisava mandar aquela velha desculpa pra minha mãe não desconfiar de nada. Mas falando em geografia, realmente foi feita uma análise da região, pois contabilizamos todas as bancas de revista do bairro, para assim poder sairmos em busca da Playboy do mês, com celebridade nessa hora até então desconhecida por nós. Tendo mulher pelada, poderia ser qualquer atriz que compraríamos.
Lembro que fomos em umas duas bancas do bairro. Na primeira havia uma atendente mulher. Como éramos um trio e fizemos um pedido de três revistas IGUAIS, afirmando que tínhamos ido lá a pedido dos nossos velhos, e como estávamos nitidamente nervosos e aposto que com as pupilas dilatadas, acho que a moça claramente sacou que o material seria para uso exclusivo pessoal. No fim a miserável não quis vender as revistas.
Na segunda banca, um tiozão era o vendedor. Bom sinal.
Como eu era o mais alto, não custava tentar me passar por alguém que já podia dirigir e que também podia sair às ruas num dia ensolarado para simplesmente comprar uma revista de mulher nua. Fiz o mesmo pedido que tinha feito na banca anterior, só que dessa vez de uma forma mais elaborada:
– Moço, me vê três Playboys aí. As do mês.
– Três da mesma? – pergunta o tiozão, estranhando o pedido.
– Er… É.
– É pra vocês? — falando numa entonação de quem já tinha sacado.
– Não… é pro… (silêncio de alguns segundos) …meu tio.
Falei isso porque nessa hora vi que do outro lado da rua tinha um cara parado em frente a uma casa, aparentemente olhando pra banca. Arrisquei e disse ao vendedor que aquele cara que estava lá longe parado era o meu tio. Em seguida acenei pro cara como se o conhecesse e, por sorte, né que o viado acenou de volta?
Não sei se o vendedor acreditou, mas vendeu as revistas. Perguntou até se nós queríamos que ele as colocasse num saco plástico preto ou no convencional branco. Escolhemos o preto por questões de discrição.
Voltei pra casa com a revista na mochila e só fui retirá-la durante a madrugada, num horário de mais privacidade, digamos. A escondia na gaveta dos quadrinhos e por meses se tornou uma leitura paralela entra as HQs do Batman e do Homem-Aranha.
Depois que o tempo foi passando, comprei mais algumas revistas, e quando a internet enfim chegou e o free porn também, fui gastar dinheiro noutra maneira que direi a seguir.
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O Porre Número 1

Vida mardita
Antes vou explicar uma coisa: não sei se você sabe, mas este blog leva o nome que tem por três motivos.
1. Eu gosto de cerveja (duh)
2. E talvez seja porque eu recomende que você beba enquanto lê aqui
3. Ou também pode ser um trocadalho
Não recrimino quem não beba, isso é besteira. Só gosto de enaltecer as coisas que aprecio. Mas, para eu começar a apreciar o hábito de misturar etanol ao sangue, tive que um dia dar start nesse processo. E junto com esse início, veio o primeiro porre.
Nessa época estava com 17 anos, quase 18, e julgava que praticamente já podia beber. Sinto que estou passando um mal exemplo pra vocês, mas saibam que fiz isso por uma boa causa. Havia sido convidado pra uma festa que o potencial de putaria estava num nível interessante. Não era uma daquelas festas que você ia quando adolescente, pensando “Vou tentar ficar com Fulana” e no final nem ficava. Era uma festa que você dizia mentalmente Vou ficar bom Ci… e acabou a fala, porque alguém tinha te agarrado. A coisa parecia ser boa.
Semanas antes tinha ido com uns amigos a um show e tínhamos experimentado de uma maneira quase respeitável, os primeiros drinks alcoólicos de nossas vida. Se não me engano eram algumas caipirinhas feitas com vodka vagabunda. Nada de exagero, ficamos “alegrinhos” e tudo beleza. Porém, ao sabermos que uma festa das boas iria acontecer, adolescentes inconsequentes que éramos, decidimos descobrir também como era encher a cara.
Quando o dia da festinha — que por sinal era na casa de um desses meus amigos, uma festa da irmã dele — chegou, saímos em busca de venda fácil de álcool para menores. Repito, menores MUITO próximos de se tornar cidadãos em idade suficiente para serem presos. Faltava pouco. Voltando ao assunto, em vez de irmos aos supermercados, onde o plano poderia não funcionar, saímos pelo bairro do meu amigo a procura de bares cujo dono ou fosse cego ou bêbado suficiente para achar que já tínhamos idade para sermos veteranos de alguma guerra.
Encontramos um buteco qualquer e fizemos negócio rápido: escolhemos 4 garrafas de bebidas diferentes e pagamos o preço acertado. Porém, não sei que merda tínhamos na cabeça em comprar quantidade de cachaça que ao dividir daria um litro por homem.
Devidamente abastecidos, voltamos à casa do meu amigo e a festa já havia começado. Pra não perder tempo, comecei a beber em super goles a fim de acabar a vodka (que por sinal era uma bebida no extremo da vagabundice, pois a sua garrafa era de PLÁSTICO) e já pular para a de Catuaba Selvagem. Quando essa acabou, já estava falando como alguém que havia tomado 13 doses de anestesia na língua, e mesmo nesse estado fui pegar a 51.
Sim, a gente também tinha comprado Caninha 51. Caras que nunca tinham bebido na vida, estavam misturando diversos tipos de líquidos que somados tinham potência necessária para fazer um carro andar 400 quilômetros. Mas o destaque mesmo vai pra 51, pois é uma substância que você toma um gole, abre a boca e o vapor do seu bafo é algo suficiente para que uma pequena explosão aconteça — caso alguém esteja telefonando pro disk-sexo e surja alguma faísca no raio de 50 metros, por exemplo. Mas fazer o quê, como ninguém trabalhava e era uma das bebidas mais baratas do buteco, compramos.
Logo após umas doses da cachaça, lembro que DO NADA estava andando sozinho pela cozinha do cara e, sei lá por que, resolvo subir para o andar de cima da casa. Ao chegar no quarto do meu amigo, vejo os outros caras lá, todos devidamente bêbados, mas principalmente eu e o dono da casa. Estávamos numa situação bizarramente crítica. Eu só não gritava “GLICOSE, NOW!”, porque a essa altura minha língua era apenas um pedaço de carne na boca.
No quarto havia duas camas, a do cara e uma extra, uma em cada extremidade do cômodo, deixando um “corredor” entre as duas camas. Ao entrar no cômodo, vejo meu amigo deitado na cama dele e os outros em pé, cambaleando freneticamente. Como não tinha ninguém na cama extra, sentei nela com o propósito inocente de esperar a tonteira passar. Ledo engano. Nessa hora minha barriga deu uma reviravolta e surgiu uma vontade automática de expelir todo o meu conteúdo gástrico. Algum dos caras me viu mal e falou, colocando a mão no meu ombro, uma frase que lembro como hoje:
Rapaz, se quiser vomitar, vomite…
Logicamente que ele sugeriu que eu vomitasse no banheiro, mas aquilo me pareceu uma autorização para que eu pudesse mandar ver ali mesmo, no chão, entre as duas camas. Não deu outra. Chamei o Hugo e, não sei se influenciei, mas meu amigo, que estava na cama a minha frente, começou fazer o mesmo.
Fazendo um desenho sem muito capricho, a cena era essa:
(Clique para ampliar)
Trash.
Ainda tiveram uns viados que bateram fotos. ¬¬
Momentos após transferir tudo que estava no meu estômago para o chão do quarto do cara, apaguei. Acordei no outro dia, com um balde do lado da cama, “caso fosse passar mais mal”, falaram. O chão estava completamente impossível de andar e quando levantei e fui em direção ao banheiro pisando num campo minado de substâncias líquidas, noto que… estava sem as calças.
WTF?!
Saí pela casa só de cueca e achei parte dos meus amigos dormindo em outro quarto. Quando pergunto a eles da calça, descubro que os caras a haviam tirado, pois além de eu ter vomitado no chão, tinha deixado cair um pouco na calça também. Ah, tá explicado.
Como efeito colateral, meu corpo doía como se 2 lutadores de sumo tivessem me esmagado com o objetivo de fazer farinha. Voltei pra casa e decidi nunca mais beber. Até a festa da semana seguinte…
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21 comentários em “Você lembra da sua 1ª vez?”









Se eu tivesse nessa sessão com pessoas cochichando eu teria tido um ataque de raiva. Oo
Ainda bem que você não traumatizou com a cachaça. =P
Espetacular essa do primeiro porre!
conheco essa historia de longe..mas so com alguns detalhes a mais
kkkkkkkkkkkkkkk
=*******
velho, eu me mijo de rir com seus posts. vc eh bom nisso!

já pensou em fazer jornalismo???
kkkkkkkkkkkkkkk
=*
hahaha….muito bom o caso do primeiro gole…
hilario e muito bem descrito!
@Will
E cê tem cara que devia fazer publicidade. E coisas novas nessa área, tipo… divulgar um site?
=D
tu não existe rapá!
1- Não lembro do 1ª filme que vi no cinema, mas Street Fighter eu vi.
2- Como éramos amadores né? Só por comprar uma revista de mulher pelada o coração acelerava, ficávamos histéricos, empolgadíssimos. E não bastava ir de galera, pois quem fazia o carro frente sempre ficava assim, sempre.
3- Bah, o 1ª?! Nem lembro, faz tempo. Sei que 1 dos 1ªs foi em um show de banda de garagem quando enchi a cara pela primeira vez de uma bebida “um pouco forte”: uísque. Nossa, fui tomando pois umas gurias estavam oferecendo. Não deu outra, quando aquilo pegou e bateu, fudeu. Lembro de estar esperando o 1ª show começar só que como estava demorando, resolvi me sentar numa cadeira. Dei uma “piscada”, saca? Quando acordei a festa já tinha acabado, babei no meu ombro, tinha um tiozinho varrendo o chão do bar e meu amigo gritava: “VIADO, tu quer carona ou não?!”.
Outros tempos, outros tempos.
realmente, esse foi aí foi lecau e a do cinema eu já escutei umas 3456797 vezes.
@Hamilton
Sei BEM como é esse lance de piscar e já estar em outro canto. Sei MUITO bem. Já teve festa que fui e antes de entrar “pisquei”. Quando abri os olhos já estava em casa. O_O
@rafaella
Rebelde, eu nunca falei da história do cinema… Ou já?
HAuisahsuaSAUAhASA
Muito bom!
Vou te falar, acesso aqui e sempre sei que vou ficar de bom humor.
Amigos bêbados vomitads dormindo + amigos fdps armados com câmeras:
Fodeu.
Hahahaha
Adorei! Você escreve muito bem, sr. =D
hauahuahahuahuahuahauuaha
ainda tenho essa playboy de helen novinha em folha po! kkkkkkkk
vou até perguntar a beck oq ele fez com a dele hauhau
e essa do porre…sem comentarios! hehe
a gnt era mt sem noçao po…
dessa vez eu participei efetivamente do post…:D
farô
muiiiito boa essa do primeiro porre!
kkkkkkkkk
você escreve muito bem mesmo
Isso pq vc n sabe q fizeram um jogo de ps1 desse filme do Street Fighter
preciso dizer a qualidade?
huaHUahuaUHAhuaUHauhAH
meu primeiro porre foi aos 12 anos com uma vodka chamada TALIN, que aliás era de plastico tbem…hushuhuUHAHUAuhaHUAuhaUH
meu pai teve que me dar um banho… e ainda me apelidou de franguinho de angola…uhaHUAhuaUHauhA
sim, pq tava começando a crescer pentelhos no meu saco…diz ele que parecia franguinho de angola… AHUHUAuhaHUahuhua
Puta que pariu, o Blanka parece um travecão!
Cacara.. minha primeira playboy
meu primo que me mostrou.. (era da Sheila Carvalho)
cara, ele me deu a revista, me deixou no quarto dele olhando… ele tinha ido flr pra todo mundo que eu tava vendo a revista
aí de repente vem meu outro primo (mais velho, um que eu tinha um pouco de medo na epoca), e grita:
Pegueeeeeei hein!
rapaz, vou te enganar não, meu coração foi na ponta da lingua e só voltou pq provavelmente alguma veia o puxou O.o
maneiro o post do primeiro porre tbm! (y)
Hahhahaha
muito bom o do Primeiro Porre!
O primeiro a gente nunca esquece *-*
O meu foi junto com um amigo numa festa ano passado.
Muito bom os seus textos!
Abraço
Nossa… meu primeiro porre de Catuaba Selvagem eu me lembro… oooo se lembro… que coisa!!!