E então Théo e companhia me tiraram do meio de minhas merecidas férias escolares e bloguísticas para um tal de “troca-troca” de post. E cá estou, no blog do Jovão, postando o que deve ser meu último post, uma vez que pretendo me aposentar por período indefinido da vida blogueira, mas isso é outra história. Como eu dizia, cá estou, invadindo o blog do Jovão. Começa assim: primeiro o blog, depois a casa, o quarto, e então começamos a dividir a roupa íntima, a escova de dentes e então…
Jovão, cê tem namorada? Ela é… ruiva?
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Mas então, xô falar aqui. É realmente complicado escrever um post sob pressão. Sabe quando você tem que fazer um castelinho de cartas de baralho equilibrando uma turbina de avião nas costas enquanto uns cincos filhosdaputa tentam escrever “FULANO ESTEVE AQUI” em seu traseiro com chicotes? Não? Então imagina aí, porra. É, a sensação é quase a mesma.
Aahh, os prazos, como eu os amo. Eles falam “cê tem 30 dias pra escrever um texto sobre a emancipação neo-global e a posição dos pandas indianos quanto à política de segregação racista do Apartheid na década de 70 e como isso afeta a programação da TV a cabo nas manhãs de domingo”, e então cê pensa “porra, 30 dias, tá tranqüilo. Passa o Cheetos aí e coloca no Cartoon Network que tá começando a Maratona Invader Zim que depois eu faço sáporra”. O que você não esperava, gafanhoto, é que Invader Zim tivesse 3764 episódios, o que te rendeu 29 dias em frente à TV e 14 kg safadamente agrupados ao redor do seu abdômen. Agora você teria 24 horas pra fazer o maldito texto, ISSO, claro, se você não se lembrasse dele quando já tivessem passado 14. Ok, hora do trabalho sujo.
Mas qual era o tema mesmo?

- Puta merda. FODEU, Robin.
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