Mãe, olha onde eu tô!

Data: 29 jul 2008
Escrito por Jovas
Categoria: Blog, Geral
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E então Théo e companhia me tiraram do meio de minhas merecidas férias escolares e bloguísticas para um tal de “troca-troca” de post. E cá estou, no blog do Jovão, postando o que deve ser meu último post, uma vez que pretendo me aposentar por período indefinido da vida blogueira, mas isso é outra história. Como eu dizia, cá estou, invadindo o blog do Jovão. Começa assim: primeiro o blog, depois a casa, o quarto, e então começamos a dividir a roupa íntima, a escova de dentes e então…

Jovão, cê tem namorada? Ela é… ruiva?

.

Mas então, xô falar aqui. É realmente complicado escrever um post sob pressão. Sabe quando você tem que fazer um castelinho de cartas de baralho equilibrando uma turbina de avião nas costas enquanto uns cincos filhosdaputa tentam escrever “FULANO ESTEVE AQUI” em seu traseiro com chicotes? Não? Então imagina aí, porra. É, a sensação é quase a mesma.

Aahh, os prazos, como eu os amo. Eles falam “cê tem 30 dias pra escrever um texto sobre a emancipação neo-global e a posição dos pandas indianos quanto à política de segregação racista do Apartheid na década de 70 e como isso afeta a programação da TV a cabo nas manhãs de domingo”, e então cê pensa “porra, 30 dias, tá tranqüilo. Passa o Cheetos aí e coloca no Cartoon Network que tá começando a Maratona Invader Zim que depois eu faço sáporra”. O que você não esperava, gafanhoto, é que Invader Zim tivesse 3764 episódios, o que te rendeu 29 dias em frente à TV e 14 kg safadamente agrupados ao redor do seu abdômen. Agora você teria 24 horas pra fazer o maldito texto, ISSO, claro, se você não se lembrasse dele quando já tivessem passado 14. Ok, hora do trabalho sujo.

Mas qual era o tema mesmo?


- Puta merda. FODEU, Robin.

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Blog Camp SE - Eu vô!

Data: 25 jul 2008
Escrito por Jovas
Categoria: Blog, Geral
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De ano em ano, blogueiros e donos de sites se reuniam secretamente para a planejar sobre a conquista do Mundo e dominação Universal. Porém, como as reuniões ocultas eram muito difíceis de serem realizadas, pois o barulho da galera jogando Guitar Hero na garagem era facilmente ouvido pela vizinhança, que reclamava porque queriam tranquilidade para se deliciarem com Wando cantando Fogo e Paixão na TV, a solução foi tornar o evento público e mais empolgante. Foram criados os BlogCamps.

Pois então, a partir de HOJE (25/07) acontece em Aracaju o BlogCamp SE, que convoca os melhores blogueiros de Sergipe, quiçá do Mundo, para se reunirem em busca da troca de idéias e, quem sabe, beber algum etanol.

Então, se você mora na província ou tem um jatinho particular pronto pra vir para cá, e tá a fim de me conhecer ou outras ilustres figuras que escrevem por aqui por essas bandas e que te dão alegria e satisfação via internerd, participe.

A programação, incrições e mais detalhes podem ser vistos no site do Blog Camp Brasil.

Se tudo correr como nos conformes, no sábado falarei ao vivo sobre o que rola no evento, diretamente do meu Twitter.

E agradecimentos aos patrocinadores: FANESE, AXE, IsFree Pop, Portal Escritório Virtual, PlugMania, Uêba, Xpock e boo-box, e ao realizador Antonio Carlos, do MeuPapagaio.com. Enfim, pessoal que ajudou para que o evento fosse realizado. =D

A ilusão dos blind dates

Data: 22 jul 2008
Escrito por Jovas
Categoria: Bizarro, Nostalgia
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Blind Date. Ou “Encontro às escuras”, no idioma deste blog. Ou numa tradução mais correta “Como ser inocente e se foder bonito”.

Acho que todo mundo já passou por uma experiência dessas. Principalmente grande parte das pessoas que, como eu, entravam em chats numa época que câmeras digitais simplesmente NÃO EXISTIAM. Sendo assim, diariamente você trocava idéias com alguém que não tinha noção de como era a fuça da pessoa, pois o indivíduo era desprovido de fotos pessoais no computador. E com o passar do tempo surgia a idéia absolutamente insana de marcar um “blind date”.

Já falei que nos tempos do mIRC, meu processo de sociabilidade avançava de acordo com a quantidade de pessoas que conhecia cada vez que fazia uso do programa de conversação. Entrava no canal do meu estado (#sergipe) e a medida que a galera — leia-se garotas — ia fazendo perguntas na “sala” que me interessavam, eu respondia iniciando algum diálogo. Geralmente me instigava a começar o bate-papo por dois motivos:

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Adaptações que NUNCA deveriam ter sido feitas

Data: 17 jul 2008
Escrito por Jovas
Categoria: Cinema, Geral, Quadrinhos, Vídeos
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Com todos os virais e sites a respeito, acho que todo mundo sabe que Batman - The Dark Knight estréia essa semana. Ou não, já que depois que coloquei por uns instantes no subnick do MSN a frase “WHY SO SERIOUS?”, um número significativo de pessoas veio me perguntar o que significava aquilo. Enfim, hereges.

Mas cê pode ver, vários pôsteres publicados em sites, blogs que mudaram o layout em homenagem ao filme, a garotada tentando se vestir igual ao Morcegão e pessoas pondo nomes de referência em seus filhos; tudo isso numa demonstração clara de quão esperado o filme é e da esperança (e quase certeza) de que esta porra realmente seja boa.

Porém, o que talvez ninguém tenha percebido é que esse fenômeno se dá por conta de outras adaptações já lançadas. Filmes que quando deram as caras nas telonas, os fãs saíram de suas casas ensandecidos deixando de lado seus Hentais suas HQ’s, achando que tal entretenimento cinematográfico valeria a pena, mas que na realidade eram as maiores merdas protagonizadas com pessoas vestindo roupas coloridamente ridículas. Roteiros mal trabalhados, histórias extremamente alteradas em relação às originais, cenas que fazem automaticamente a pessoa que assiste dizer frases como “Tomarnocu!QUEPORRESSAMALUCO?!11!!”. Em suma, filmes que nunca deveriam ter sido feitos, mas por alguma estão aí pra quem quiser ver — e provar que existe auto-tortura.

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Você lembra da sua 1ª vez?

Data: 11 jul 2008
Escrito por Jovas
Categoria: Cinema, Cotidiano, Nostalgia
24 Comentários

Já pensou em sacanagem, né? Cara, fico impressionado como o mundo tá hoje em dia. Cadê a inocência desse povo?

Entretanto, não falo daquela primeira vez que geralmente dois corpos nus e suados trocam fluidos corporais e fazem de uma cama — ou qualquer outro lugar que seja possível o encaixe humano — um local de gritos, puxões de cabelo e movimentos repetitivos e frenéticos até que um dos momentos ápices da existência seja atingido. Nem me refiro àquela vez em que você ficou numa conversa sensual e marota na primeira ligação que fez pro disk-sexo, nerd virgem. Porém, pode ficar despreocupado que esse texto ainda assim tem a ver com você.

Falo das vezes em que situações que não envolvam camas ou telefones, foram realizadas por sua pessoa desde que você se entende como gente. Como a primeira ida a um parque de divesões, lembra? Sim, que escolheu um brinquedo ignorando os fatos de ele ficar de ponta cabeça a 20m do chão, ter uma placa escrito “PERIGO” em letras garrafais na sua lateral e exigir altura mínima do usuário de 1.60m (sendo você um moleque de 1.50), e mesmo assim você burlou a fila de entrada e só não correu risco de vida por causa de uma gordaça que tava sentada ao seu lado. Ela fez você ficar tão apertado no assento que a chance de sair voando do brinquedo era completamente nula. Aconteceu comigo, mas dessa ocasião nem faço muita questão de lembrar. Vamos às outras, com mais um post-coletânea nostálgica.

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