Data: 19 mar 2009
Escrito por Jovas
Lembram daquele texto que fiz sobre o Troféu Termômetro de Ouro? Pois então, o resultado saiu e como vocês podem ver — clique aqui, desça a página e veja — o RCC! ficou em 3º lugar na categoria Melhor AOE Blog.
Isso me faz formular uma questão: quem foi o corno que não votou?
Mas como foi dito no post do resultado, aparentemente tivemos um número de votos significativos para assim conseguir tal colocação, e isso me deixou bastante satisfeito. Mesmo tendo ficado logo atrás (hum) do KD — blog com autor que assiste Supernatural e GOSTA — fiquei contente. O pequenino resultado mostra que vocês, motivo de eu escrever qualquer bagaça aqui, aprovam o trabáio feito nesse um ano que passou.
E falando em ano que passou, vocês sabiam que o RCC! fez um aninho de vida, seus desatentos?

Hoje faz exatamente um ano que este sítio de entretenimento nasceu. Bom, faz um pouco mais de tempo que tenho o blog, não esse, escrevi por uns meses num protótipo, importei uns posts vagabundos para cá (por isso que tem arquivo de Novembro 2007, por exemplo) e assim o mantenho até hoje.
Em números foram 177 posts publicados, 1286 comentários e 5 emails recebidos com vírus-de-como-aumentar-seu-pênis anexados.
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Data: 13 mar 2009
Escrito por Jovas

Passe longe
Continuando o perrengue do Carnaval…
Então cheguei na cidade e como vi que a casa em que eu estava (com a capacidade máxima de hospedes saturada e apenas UM banheiro) era uma porcaria, coloquei fé na festa. Foda-se o conforto, tenho que aproveitar o que puder da farra, pensei. Mas aproveitar O QUÊ? — Que foi justamente isso que me perguntei nos dias seguintes.
Dos 4 dias que fiquei na cidade, durante 3 manhãs fui “curtir” o Carnaval de rua, seguindo o pessoal que acompanhava as bandas de frevo que subiam e desciam ladeiras paralelamente tocando marchinhas populares. Eu sabia que o calor de uma cidade nordestina nessa época estaria humanamente insuportável, mas pelo menos imaginei que, como em Olinda, iria me refrescar: na cidade Pernambucana é tradição pessoas molhares as outras durante a festa com água, utilizando armas d’água, baldes, mangueiras, etc. Resumindo, água é com o que você se “suja” por lá. Mas em Neópolis não.
Ao sair as ruas, logo notei que o costume do povo da então inédita cidade era a de sujar pessoas com TUDO que não refrescava, ao contrário, irritava profundamente o indivíduo alvo da brincadeira. Vi pessoas que nas portas de suas casas abriam sacos de farinha de trigo, colocavam um pouco de água (leia-se gotas), mexiam a mistura e aquela merda se transformava numa massa uniforme e argilosa que quando passada em qualquer coisa, principalmente em partes do corpo humano, com o calor escaldante presente se solidificava com a mesma eficácia que — tô falando sério — cimento de construção. Ao invés de uma água amigável no rosto, você recebia um bolo de massa de farinha na cara, que se demorasse muito para ser retirada, havia chances de a pessoa atingida sofrer de uma eterna paralisia muscular facial. Mesmo limpando aquela porcaria do rosto, ao sorrir dava pra sentir a crosta que sobrou da massa rachar no interior dos seus poros. Sabe Super Bonder quando gruda na pele? Aquilo não é NADA.
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Data: 5 mar 2009
Escrito por Jovas
Fevereiro passou, o Carnaval enfim terminou e como a boa tradição brasileira comanda, é agora que o ano se inicia. Mas, falando em Carnaval, como foi o de vocês, galerinha?
Quem ficou em casa? Quem viajou? E quem foi a outra cidade, foi a um lugar tranquilo ou procurou alguma festa ensandecida?
Eu viajei — e lhes conto agora como foi uma das PIORES viagens e festa que já participei na vida.
Faz uns 3 anos que vou sempre a Olinda/PE, aproveitar um dos melhores carnavais de rua que ainda são feitos com qualidade no país. Cidade histórica, bonita, muita gente boa, nada de brigas e tumultos durante a festa, resumindo, não tenho nada a reclamar. Porém, esse ano resolvi mudar os planos. Com a grana curta, decidi não viajar para fora do estado e optei por ficar por aqui mesmo, viajando para uma cidade do interior. A escolhida foi Neópolis.
Conhecida por ter o 2º melhor Carnaval de rua do mundo, perdendo apenas para o de Olinda (tem lá na Wikipédia, pode conferir), nunca tinha visitado a cidade, mas muita gente me recomendou viajar pra lá como opção de uma boa festa.
E é pra esse pessoal que me recomendou o Carnaval de lá que faço a seguinte pergunta:

– PERDERAM O JUÍZO, FDPS?
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Data: 4 fev 2009
Escrito por Jovas

Sabe o ano passado? Lembra de tudo que rolou durante ele? Pois então, para decidir o melhor de 2008, foi lançada a mais nova premiação internética, o Troféu Termômetro de Ouro!
O Ato ou Efeito lança esse garboso prêmio que abrange categorias dos melhores do ano em relação a cinema, games, música, TV, livros, filmes pornô, internet, etc. E o melhor, quem escolhe é você.
Uma das categorias, razão-mor de eu estar escrevendo esta putaria, é a que traz o RCC! concorrendo na lista de “Melhor AOE Blog”.
E como quem escolhe é VOCÊ, te pergunto:
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Data: 29 jan 2009
Escrito por Jovas

Briga normal? Isso não é NADA
Voltei, minha gente! Sim, tô vivo. Isso quer dizer que pode guardar o barbeador Bic e deixar o suicído de lado. A temporada de férias do início de ano contagiou a minha pessoa e fiquei afastado do computador por um pequeno intervalo de tempo, que agora foi totalmente exterminado e eis que retornei à internerds.
Perdi alguma coisa?
Já até me perguntava que diabos iria escrever no próximo texto quando tive uma inspiração que não pôde ser ignorada: estava na casa de um amigo jogando “3000 jogos de SNES para PS2″ quando seu irmão mais novo, de uns 9 anos, passa pela sala e percebi o pivete estava com dois roxos num dos braços. Suspeitei que o pequeno garoto era espancado diariamente pelos pais por ser fã caloroso do High School Musical, entretando para tirar essa dúvida, perguntei a ele como havia ganho aqueles pequenos hematomas do tamanho de laranjas:
– Ô, moleque, que porra foi essa?
– Ah, nada não. Foi no colégio.
– Cê tava brincando de paintball com bolas de chumbo maciço lá?
– Nada. Tava jogando RIPA.
Nesse momento algumas das minhas lembranças da época de escola vieram à tona e comecei a relembrar das brincadeiras infantis que praticava. Brincadeiras que se continuassem existindo na maioria das escolas de hoje, pois duvido que existam, nos levariam a ver pelas ruas um número excessivo de menores de idade semi-aleijados. Falo das traquinagens de moleque que envolviam basicamente chutes, socos, voadoras, enfim, toda uma variedade de agressões físicas e violência gratuita entre amigos durante o recreio.
Inspirado pelo pequeno fã do musical afeminado, compartilharei com vocês as brincadeiras que eu participava quando garoto e que hoje em dia suspeito que era uma atividade similar ao treinamento de guerra dos soldados do Afeganistão.
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